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cadeias musculares

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Cadeias Musculares
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Introdução
Definição:
	Cadeia Muscular é um conjunto de músculos de mesma direção e sentido., geralmente poliarticulados, que trabalham como se fossem um só, e que se recobrem como telhas de um telhado. (Méziers) 
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Quanto mais profundo for o músculo, mais tônico ele é.
	
Quanto mais primitivo for o músculo, mais tônico ele é.
	
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A Individualidade
A Causalidade
Princípio da Globalidade
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Avaliação 
Possui cinco itens básico:
1- Desequilíbrio Global – pct em pé, pés afastados na distancia dos quadris, fechar os olhos.
	O terapeuta irá observar os desequilíbrios ântero-posteriores e látero-laterais. 
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Avaliação 
Se deslocar mais para frente: 
	Tensão aumentada na cadeia anterior.
Se deslocar mais para trás: 
	Tensão aumentada na cadeia posterior.
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Avaliação 
Se deslocar mais para D: 
	Tensão aumentada na cadeia lateral D.
Se deslocar mais para E: 
	Tensão aumentada na cadeia lateral E.
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Avaliação 
2- Visualização de Concavidades – 
	Pct deitado, o terapeuta solicitará que coloque: cervical, ombros, lombar, joelhos e tornozelos o mais próximo da maca.
	Observar o que É MAIS DIFÍCIL. 
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Avaliação 
3- Quadro Morfotipológico 
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Exame das Retrações
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Cabeça
	Colocar antebraço na linha da coluna torácica do paciente com a palma da mão voltada para frente.
	Se a cabeça do paciente toca a sua mão: POSTERIORIZADA.
	Se a cabeça não toca a sua mão: ANTERIORIZADA. 
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CERVICAL
	Coloque o polegar em C7, e o indicador em C1, formando um C.
	Se o C for pequeno: Czinho: Hiperlordose: POSTERIORIZADA.
	Se o C for grande: Czão: Retificada: ANTERIORIZADA. 
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Ombros
	Colocar as mãos sobre as escápulas do paciente, com os dedos apontando diagonalmente para os ombros.
	Se os ombros não apontarem para a mês direção dos dedos: ANTERIORIZADA. 
	Se os ombros apontarem : POSTERIORIZADA.
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Ombros
	Enrolamento Horizontal: O ângulo inferior da escápula descola do gradil costal.
	Enrolamento Vertical: O sulco deltopeitoral fica mais evidente.
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Torácica 
	Avaliador fica ao lado do paciente, com as polpas dos dedos desliza sobre os processos espinhosos.
	Se a coluna apresenta-se retificada: POSTERIORIZADA.
	Se a coluna apresenta-se com hipercifose: ANTERIORIZADA. 
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Pelve 
	Avaliador ao lado do paciente,solicita que ele faça uma anteversão e retroversão, OBSERVAR o menor movimento, pois é a postura que ele se encontra.
	Se o menor movimento for em retro: ANTERIORIZADA. 
	Se o menor movimento for em ante:
	POSTERIORIZADA.
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Joelhos
	Observar as patelas.
	Se as patelas se dirigem para dentro: (rot.interna) ANTERIORIZADA. 
	Se as patelas se dirigem para fora: (rot.externa) POSTERIORIZADA.
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Joelhos
	Observar o joelho lateralmente.
	Se o joelho apresenta-se em flexão: ANTERIORIZADA. 
	Se o joelho apresenta-se em hiperextensão: 
	POSTERIORIZADA.
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Pés – Retropé
	Ficar atrás do paciente: colocar uma caneta encostando o maléolo medial.
	Se a caneta toca o chão primeiro: VALGO: ANTERIORIZADA. 
	Se a caneta toca o pé primeiro: VARO: 
	POSTERIORIZADA.
	(A caneta não toca no chão)
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Pés – Antepé
	Ficar na frente do paciente: perguntar aonde ele descarrega o peso.
	Se no primeiro meta: ANTERIORIZADA. 
	Se no quinto meta: POSTERIORIZADA.
	
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Avaliação 
4- Inclinação Lateral – Pedir ao Pct que faça uma flexão lateral para a D e para a E, observando qual o lado que vai menos. 
	Se for menos á E, significa que o lado D está ENCURTADO, e vice-versa. 
	O terapeuta se posiciona atrás do paciente.
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Avaliação 
5- Teste Rotacional – Pct sentado, com cotovelos apoiados no tronco, como se estivesse segurando em uma bandeja.
	Rodar para D e para E, observando qual o lado que vai menos. 
	Se for menos à D, significa que a CCAE/CCPD está encurtada. 
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Tratamento
	Baseia-se em um trabalho corporal ativo em que, através das posturas praticadas, traciona-se as cadeias musculares.
	A cadeia muscular abordada é colocada em estiramento máximo, evidenciando suas tensões particulares.
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Tratamento
	Tratamento é individual e personalizado.
	As sessões duram em média 1 hora e são realizadas 1 x por semana.
	Os primeiros resultados são observados durante as dez primeiras sessões.
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Indicação
	Alterações posturais.
	Alterações estruturais e mecânicas da coluna vertebral.
	Osteoartrose.
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Indicação
	Tendinites, bursites.
	Prevenção.
	Outras.
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Tratar Quando:
	Há dor.
	Dificuldade funcional.
	Quando o paciente não se sente bem com a postura que ele tem.
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MORFOTIPOLOGIA 
	Postura em Abertura (extensão)
	- Cabeça no eixo
	- Lordose Cervical Aumentada 
	- Ombros Protraídos
	- Torácica Retificada
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MORFOTIPOLOGIA 
	Postura em Abertura (extensão ou cadeia posterior)
	- Pelve Antevertida
	- Joelhos em Hipertensão, Rotação 	Externa e Varismo 
	- Retropé e Antepé em Varo
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MORFOTIPOLOGIA 
	Postura em Fechamento (flexão ou cadeia anterior)
	- Cabeça Anteriorizada
	- Lordose Cervical Diminuída 
	- Ombros Anteriorizados
	- Cifose Aumentada
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MORFOTIPOLOGIA 
	Postura em Fechamento (flexão)
	- Pelve Retrovertida
	- Joelhos em flexo, Rotação Interna e 	Valgos 
	- Retropé e Antepé em Valgo
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POSTURA IDEAL
	“A postura ideal é a postura que encontramos no corpo do Deus Grego”
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MÉZIERS
	“A postura ideal é aquela que nos permite entrar em abertura, fechamento, erguimento, agachamento, sem perdermos a nossa identidade”
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CADEIA POSTERIOR (EXTENSÃO) 
1- Transverso Espinhal
2- Supra-costais 
3- Intercostais médios
4- Espinhais
5- Longo Dorsal
6- Sacro Lombar
7- Quadro Lombar (feixe ilicostal)
8- Serrátil anterior
Músculos do Tronco que se ligam aos MMII e MMSS 
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CADEIA POSTERIOR (EXTENSÃO) 
9- Trapézio Inferior
10- Trapézio Médio
11- Peitoral Menor
12- Triangular do Esterno
Apêndice da Cintura Escapular 
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CADEIA POSTERIOR (EXTENSÃO) 
13- Grande Dorsal
14- Redondo Maior
15- Peitoral Maior
	Apêndice da Cadeia Posterior para o membro Superior 
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CADEIA POSTERIOR (EXTENSÃO) 
16- Transverso Espinhal
17- Esplênio do Pescoço
18- Escalenos
	União da Cadeia Posterior com a Coluna Cervical
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CADEIA POSTERIOR (EXTENSÃO) 
19- Esplênio da Cabeça
20- Trapézio Superior e ECM
	União da Cadeia Posterior com a Cabeça 
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TESTES ESPECÍFICOS 
1- TESTE DO URSO
	- Pcte com pés paralelos na distancia dos ombros, dedos abertos.
	- Na distancia de 1 passo do paciente, pede para colocar as mãos (dedos abertos, cabeça relaxada, joelhos não entra em R.I.), pede para elevar a Pelve em direção ao teto.
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TESTES ESPECÍFICOS 
IDEAL
	- Cifose Única
	- Quadril Fletido
	- MMII Verticais
	- Art. Tibiotársica 90 graus
	- MMSS estendidos com mãos no chão
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TESTES ESPECÍFICOS 
TERAPEUTA VISUALIZARÁ
	- Se a cabeça tende a vertical no chão
	- Se os processos espinhosos são visíveis ou sentidas
	- Se o quadril está fletido
	- Joelhos para a frente
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TESTES ESPECÍFICOS 
TERAPEUTA VISUALIZARÁ
	- Tornozelos a 90 graus
	- Dedos Abertos
	- Respiração leve e solta de forma que as costelas se movam
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TESTES ESPECÍFICOS 
2- TESTE SENTADO
	- Pcte sentado sobre os isquios com a coluna retificada, quadril à 90 graus, joelhos à 90 graus, tornozelos à 90 graus, SENDO QUE os joelhos não podem estar em R.I.
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PARA LIBERAR DIAFRAGMA 
1- Pontos de inspiração – colocar o polegar abaixo do rebordo costal E, deixando um espaço de + ou - 3 dedos. Ficar um minuto.
2- Infracostal – T. coloca seus polegares próximo ao processo xifóide e levá-los até a lateral 3x.
3- Lift – T. segura nos rebordos costais D e E, solicita uma inspiração forçada do pcte, quando ele inspirar totalmente ele irá “estufar” o abdome, aí o T.
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