Relatorio Leonardo AV2 Inversores 2
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Relatorio Leonardo AV2 Inversores 2


DisciplinaAcionamento de Máquinas22 materiais117 seguidores
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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA
ADRIANA S OLIVEIRA \u2013 201309062013
FREDERICK S G M BASTOS \u2013 201308045883 
JESSICA BARRETO AVELAR \u2013 201308127243
 
MAQUINAS E ACIONAMENTOS ELÉTRICOS \u2013 CCE0447
 PARAMENTRIZAÇÃO EM INVERSORES DE FREQUENCIA PARA ACIONAMENTO DE MOTORES 
TURMA: 3003
PROFESSOR: LEONARDO S AZEVEDO 
 
RIO DE JANEIRO
ABRIL/2017
INTRODUÇÃO
A função principal de um inversor de frequência é, a partir de uma alimentação com frequência fixa, prover à carga uma alimentação ajustável.
 A entrada do inversor (alimentação do inversor) deve ser conectada à uma fonte de energia, como uma bateria (valor de tensão constante) ou à rede elétrica, que na maioria das aplicações no Brasil possui tensão (monofásica ou trifásica) com valor 220VRMS F-N e frequência de 60 Hz.
 A saída do inversor é conectada à carga acionada, sendo possível controlar a frequência, tensão e corrente. Com este tipo de controle, é possível ajustar por exemplo velocidade e torque de um motor. O que permite uma grande versatilidade nas mais diversas aplicações industriais.
- Acionar um motor elétrico através de um inversor de frequência.
 
 - Utilizar o inversor de frequência para controlar a velocidade de rotação de um motor elétrico;
 - Programar o inversor de modo a permitir acionamento e parada do motor por meio de rampas de aceleração e desaceleração;
 - Comandar o motor para que execute uma rotina (simulando uma aplicação real) através de parâmetros pré-ajustados no inversor.
A função do inversor de freqüência é a mesma do conversor CC, isto é, regular a velocidade d e um motor 
elétrico mantendo seu torque (conjugado). 
A diferença agora é o tipo de motor utilizado. Os inversores d e freqüência foram desenvolvidos para trabalhar 
com motores AC. 
O motor AC tem uma série de vantagens sobre o DC: 
- Baixa manutenção; 
- Ausência de escovas comutadoras; 
- Ausência de faiscamento; 
- Baixo ruído elétrico; 
- Custo inferior; 
- Velocidade de rotação superior. 
Essas vantagens levaram a indústria a desenvolver um sistema capaz de controlar a potência ( velocidade + 
torque) de um motor AC. 
Conforme vemos na fórmula: n = (120) (f) / p 
Onde: 
n = rotação em rpm f = freqüência da rede, em Hz p = número de polos. 
Podemos entender que a velocidade de rotação de um motor AC depende da freqüência da rede de 
alimentação. Quanto maior for a frequência, maior a rotação. 
Assumindo que o número de polos de um motor AC seja fixo ( determinado na sua construção), a o variarmos a 
freqüência de alimentação, variamos na mesma proporção sua velocidade de rotação. 
O inversor d e freqüência, portanto, pode ser considerado com o uma fonte de tensão alternada d e freqüência variável. 
Claro que isso é uma aproximação grosseira, porém dá uma idéia pela qual chamamos de acionamento CA, de 
\u201cinversor de freqüência\u201d. 
Os circuitos internos de um inversor são bem diferentes de um acioname nto CC (conversor CC).
2. MATERIAL UTILIZADO DURANTE O EXPERIMENTO 
Motor trifásico;
Chaves;
Botoeiras; 
Inversor de frequência CFW10(WEG);
Alimentação de rede em 220V1
3. DIAGRAMA DE FORÇA 
4. Diagrama de Comando
5. O Experimento
Os inversores possuem uma quantidade muito grande de parâmetros ajustáveis, o aluno com interesse em aprofundar seus conhecimentos no inversor deve consultar o manual do produto. Para possibilitar a configuração do inversor no tempo proposto da aula experimental, partes específicas do manual do fabricante do inversor utilizado serão descritas neste roteiro.
As operações realizadas com as seguintes parametrização.
-Operação com uma velocidade
 Três parâmetros devem ser configurados 
 P100- V=5 segundos (tempo de aceleração)
 P101- V=3 segundos (tempo de desaceleração )
 P121- 60Hz (frequência correspondente a velocidade de operação )
OBS: Experimento com motor em vazio. 
-Selção do sentido de giro.
 P231- 2
-Leitura de frequência da saída do inversor 
 P005- 90Hz \u2013 frequência da saída do inversor .
 P003- 3 A \u2013 corrente da saída do inversor .
 P007- 5 V \u2013 corrente da saída do inversor.
-COLCAR O INVERSAR EM OPERAÇÃO 
 O inversor irá alimentar o motor , de acordo com a parametrização anterior.
Para ligar o inversor aperte a tecla verde.
Observar a leitura da frequência do visor da ihm , que aumentará conforme o tempo programado de aceleração.
Apertando a tecla correspondente ao sentido de giro , ocorreu a alteração da cor do indicador luminoso da ihm e o motor irá desacelerar e após , acelerar no sentido inverso estabilizando na mesma velocidade que tinha quando girava no outro sentido.
MULTISPEED (CONTROLE DE VELOCIDADE , MODO REMOTO) 
Fazer com que uma pessoa controle a velocidade de um motor a distancia , o multispeed é utilizado quando se deseja até 8 velocidades fixas pré-programadas.
Entrada com a senha de acesso P000- V=5 
Programações dos parâmentros definição remoto, na sequencia foi feito o principal experimento .
PARAMETRIZAÇÕES DOS PARAMÊTROS DAS FUNÇÕES DAS ENTRADAS DIGITAIS 
Quatro funções da entrada digital , D1 , D2 D3 , D4 para os parâmetros do inversor CFW10 , valores respectivamente , P263- V= 1; P264- V= 7; P265- V=7 ; P266- V=7. 
REALIZAMOS AS INTERCONEXÕES NOS BORGES (XC1) DO INVERSOR
Para o inversor funcionar ativamos a saída I1 , e mais outra saída que foi programada. O inversor neste modo só inicia o funcionamento com no mínimo duas saídas ativadas. 
Na coluna seguinte I1 e I2 seja ativada , ou seja , recebeu 0V , os dois foram ativados, depois ativamos I1 mais I3 para verificação da frequência (velocidade) que o motor estava funcionando , basta verificar o valor do parâmetro P126.
Para os demais verificamos as saídas ativadas (0V).
Medição da primeira a oitava saída em ordem progressiva .
Cod.
000 = 3hz
001 = 10hz 
010 = 20hz
011 = 30hz
100 = 40hz 
101 = 50hz 
110 = 60hz 
111 = 66hz 
Todos os testes com as alterações da velocidade deu certo , conforme programado.