NBR 6118   atualizada projeto de estruturas de concreto   procedimento
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NBR 6118 atualizada projeto de estruturas de concreto procedimento


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global dessas estruturas, sejam elas contraventadas ou não, deve ser con
 elementos verticais conforme mostra a figura 11.1. 
 
Onde: 
\u3b81min = 1/400 para estruturas de nós fixos; 
\u3b81min = 1/300 para estruturas de nós móveis e imperfeições locais; 
\u3b81máx=1/200; 
, em metros 
n é o número de prumadas de pilares. 
Figura 11.1 - Imperfeições geométricas globais 
to e 
desaprumo, deve ser considerado apenas o mais desfavorável, que pode ser definido através do que provoca 
No ventados a pilares de contraventamento, usualmente vigas e 
lajes, deve ser considerada a tração decorrente do desaprumo do pilar contraventado [ver figura 11.2-a)]. 
No caso da verificação de um lance de pilar, deve ser considerado o efeito do desaprumo ou da falta de 
retilineidade do eixo do pilar [ver figuras 11.2-b) e 11.2-c), respectivamente]. 
H é a altura total da edificação
O desaprumo não deve necessariamente ser superposto ao carregamento de vento. Entre os dois, ven
o maior momento total na base de construção. 
11.3.3.4.2 Imperfeições locais 
caso de elementos que ligam pilares contra
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Figura 11.2 - Imperfeições geométricas locais 
r substituído em estruturas reticuladas pela consideração 
Admite-se que, nos casos usuais, a consideração apenas da falta de retilineidade ao longo do lance de pilar 
seja suficiente. 
11.3.3.4.3 Momento mínimo 
O efeito das imperfeições locais nos pilares pode se
do momento mínimo de 1a ordem dado a seguir: 
M1d,mín = Nd (0,015 + 0,03h) 
onde: 
h é a altura total da seção transversal na direção considerada, em metros. 
resp scidos os momentos de 
Nas estruturas reticuladas usuais admite-se que o efeito das imperfeições locais esteja atendido se for 
eitado esse valor de momento total mínimo. A este momento devem ser acre
2a ordem da seção 15, quando for o caso. 
.3.5 Pro11.3 tensão 
elem m a ação indireta da protensão, isto é, de 
esforços hiperestáticos de protensão. 
rando a força inicial e as perdas de protensão 
conforme estabelecido em 9.6.3. 
rtir da 
excentricidade do cabo na seção transversal do elemento estrutural e da força de protensão ou através de 
n ravés da introdução de deformações impostas 
A ação da protensão deve ser considerada em todas as estruturas protendidas, incluindo, além dos 
entos protendidos propriamente ditos, aqueles que sofre
O valor da força de protensão deve ser calculado conside
Os esforços solicitantes gerados pela ação dessa protensão podem ser calculados diretamente a pa
um conju to de cargas externas equivalentes, ou ainda at
correspondentes ao pré-alongamento das armaduras. 
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ara o uso da construção, pela 
ação do vento e da água, devendo-se respeitar as prescrições feitas por Normas Brasileiras específicas. 
\u23af cargas verticais de uso da construção; 
\u23af cargas móveis, considerando o impacto vertical; 
\u23af impacto lateral; 
ongitudinal de frenação ou aceleração; 
 vento devem ser considerados e recomenda-se que sejam determinados de 
NBR 6123, permitindo-se o emprego de regras simplificadas previstas em 
O nível d'água adotado para cálculo de reservatórios, tanques, decantadores e outros deve ser igual ao 
, 
conforme ABNT NBR 8681 (ver 11.7 e 11.8). Nas estruturas em que a água de chuva possa ficar retida deve 
ma lâmina de água correspondente ao nível da drenagem efetivamente 
11.4.1.4 Ações variáveis durante a construção 
As estruturas em que todas as fases construtivas não tenham sua segurança garantida pela verificação da 
as e sua 
influência na fase final. 
A verificação de cada uma dessas fases deve ser feita considerando a parte da estrutura já executada e as 
estr
cargas 
11.4.2 
11.4.2.1
A variaç atura da atmosfera e 
pela insolação direta, é considerada uniforme. Ela depende do local de implantação da construção e das 
dimensões dos elementos estruturais que a compõem. 
De maneira genérica podem ser adotados os seguintes valores: 
11.4 Ações variáveis 
11.4.1 Ações variáveis diretas 
As ações variáveis diretas são constituídas pelas cargas acidentais previstas p
11.4.1.1 Cargas acidentais previstas para o uso da construção 
As cargas acidentais correspondem normalmente a: 
\u23af força l
\u23af força centrífuga. 
Essas cargas devem ser dispostas nas posições mais desfavoráveis para o elemento estudado, ressalvadas 
as simplificações permitidas por Normas Brasileiras específicas. 
11.4.1.2 Ação do vento 
Os esforços devidos à ação do
acordo com o prescrito pela ABNT 
Normas Brasileiras específicas. 
11.4.1.3 Ação da água 
máximo possível compatível com o sistema de extravasão, considerando apenas o coeficiente \u3b3f = \u3b3f3 = 1,2
ser considerada a presença de u
garantida pela construção. 
obra pronta devem ter, incluídas no projeto, as verificações das fases construtivas mais significativ
uturas provisórias auxiliares com os respectivos pesos próprios. Além disso devem ser consideradas as 
acidentais de execução. 
Ações variáveis indiretas 
 Variações uniformes de temperatura 
ão da temperatura da estrutura, causada globalmente pela variação da temper
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ais cuja menor dimensão não seja superior a 50 cm, deve ser considerada uma 
oscilação de temperatura em torno da média de 10°C a 15°C; 
aços vazios inteiramente fechados, cuja menor 
dimensão seja superior a 70 cm, admite-se que essa oscilação seja reduzida respectivamente para 5°C 
A e m valor entre esses dois limites pode ser feita considerando 50% da diferença entre as 
temperaturas médias de verão e inverno, no local da obra. 
 prescritas por esta Norma 
para que sejam minimizados os efeitos das variações de temperatura sobre a estrutura da construção. 
es não uniformes de temperatura 
considerada entre uma face e outra da estrutura não seja inferior a 5°C. 
11.4.2.3 Ações dinâmicas 
Quando a estrutura, pelas suas condições de uso, está sujeita a choques ou vibrações, os respectivos efeitos 
devem ser considerados na determinação das solicitações e a possibilidade de fadiga deve ser considerada 
no dimensionamento dos elementos estruturais, de acordo com a seção 23. 
11.5 Ações excepcionais 
No projeto de estruturas sujeitas a situações excepcionais de carregamento, cujos efeitos não possam ser 
controlados por outros meios, devem ser consideradas ações excepcionais com os valores definidos, em 
cada caso particular, por Normas Brasileiras específicas. 
11.6 Valores das ações 
11.6.1 Valores característicos 
Os valores característicos Fk das ações são estabelecidos nesta seção em função da variabilidade de suas 
intensidades. 
11.6.1.1 Ações permanentes 
Para as ações permanentes, os valores característicos devem ser adotados iguais aos valores médios das 
respectivas distribuições de probabilidade, sejam valores característicos superiores ou inferiores.
Esses valores estão definidos nesta seção ou em Normas Brasileiras específicas, como a ABNT NBR 6120. 
11.6.1.2 Ações variáveis 
Os valores característicos das ações variáveis, Fqk, estabelecidos por consenso e indicados em Normas 
Brasileiras específicas, correspondem a valores que têm de 25% a 35% de probabilidade de serem 
ultrapassados no sentido desfavorável, durante um período de 50 anos, o que significa que o valor 
característico Fqk é o valor com período médio de retorno de 200 anos a 140 anos respectivamente. 
Esses valores estão definidos nesta seção ou em Normas Brasileiras específicas, como a ABNT NBR 6120. 
a) para elementos estrutur
b) para elementos estruturais maciços ou ocos com os esp
a 10°C; 
c) para elementos estruturais cuja menor dimensão esteja entre 50 cm e 70 cm admite-se que seja feita 
uma