NBR 6118   atualizada projeto de estruturas de concreto   procedimento
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NBR 6118 atualizada projeto de estruturas de concreto procedimento


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\u3c8o\u3b5 F\u3b5qkconstrução 
Excepcionais Fd = \u3b3g Fgk + \u3b3\u3b5g F\u3b5gk + Fq1exc + \u3b3q \u3a3 \u3c8oj Fqjk + \u3b3\u3b5q \u3c8o\u3b5 F\u3b5qk2)
Onde: 
Fd é o valor de cálculo das ações para combinação última; 
F ões permanentes diretas;
F\u3b5k F\u3b5gk e variáveis como a temperatura F\u3b5qk; 
 aç
a 1
Fsd representa as aç
 aç
racte
Rd é o esforço resistente consider
cte
2j
jkojk1 Q ; 
valor característico das ações variáveis instabilizantes; 
da como principal; 
eradas com seu valor reduzido; 
e acompanha obrigatoriamente uma ação variável 
 No caso geral, devem ser consideradas inclusive combinações onde o efeito favorável das cargas permanentes seja 
reduzido pela consideração de \u3b3g = 1,0. No caso de estruturas usuais de edifícios essas combinações que consideram 
\u3b3g reduzido (1,0) não precisam ser consideradas. 
2) Quando Fg1k ou Fg1exc atuarem em tempo muito pequeno ou tiverem probabilidade de ocorrência muito baixa \u3c80j, pode 
ser substituído por \u3c82j. 
gk representa as aç
 representa as ações indiretas permanentes como a retração 
 
Fqk representa as
\u3b3
ões variáveis diretas das quais Fq1k é escolhida principal; 
bela 11.1; 
1.2; 
g, \u3b3\u3b5g, \u3b3q, \u3b3\u3b5q \u2013 ver ta
\u3c8oj, \u3c8o\u3b5 - ver tabel
ões estabilizantes; 
ões não estabilizantes; 
rístico da ação permanente estabilizante; 
ado como estabilizante, quando houver; 
Fnd representa as
Gsk é o valor ca
Gnk é o valor cara
= mnk QQ
rístico da ação permanente instabilizante; 
\u2211
=
\u3c8+
Qnk é o 
Q é o valor característico da ação variável instabilizante considera1k
\u3c8oj e Qjk são as demais ações variáveis instabilizantes, consid
Qs,min é o valor característico mínimo da ação variável estabilizante qu
instabilizante. 
1)
 
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11.8.3 Combinações de serviço 
11.8.3.1 Classificação 
cia na estrutura e devem ser verificadas como estabelecido a 
estrutura e sua 
da estrutura e sua consideração pode ser 
o dos estados limites de formação de fissuras, de abertura de fissuras e de 
odem também ser consideradas para verificações de estados limites de 
lgumas vezes durante o período de vida da estrutura e sua consideração pode ser 
iço 
São classificadas de acordo com sua permanên
seguir: 
a) quase permanentes: podem atuar durante grande parte do período de vida da 
consideração pode ser necessária na verificação do estado limite de deformações excessivas; 
b) freqüentes: se repetem muitas vezes durante o período de vida 
necessária na verificaçã
vibrações excessivas. P
deformações excessivas decorrentes de vento ou temperatura que podem comprometer as vedações; 
c) raras: ocorrem a
necessária na verificação do estado limite de formação de fissuras. 
11.8.3.2 Combinações de serviço usuais 
Para facilitar a visualização, essas combinações estão dispostas na tabela 11.4. 
Tabela 11.4 - Combinações de serv
Combinações 
de serviço (ELS) Descrição Cálculo das solicitações 
Combinações 
quase Nas combinações quase permanentes de serviço, todas 
 
permanentes de 
serviço (CQP) quase permanentes \u3c8
as ações variáveis são consideradas com seus valores Fd, ser = \u3a3 Fgi,k + \u3a3 \u3c82j Fqj,k 
2 Fqk 
Combinações 
freqüentes de variável pr\u3c8 F e todas as demais ações variáveis são tomadas serviço (CF) 
Nas combinações freqüentes de serviço, a ação 
incipal Fq1 é tomada com seu valor freqüente 
1 q1k
res quase permanentes \u3c82 Fqk
 
Fd,ser = \u3a3 Fgik + \u3c81 Fq1k + \u3a3 \u3c82j Fqjk
 com seus valo
Combinações 
raras de serviço principal F
(CR) 
Nas combinações raras de serviço, a ação variável 
alor característico Fq1k 
e todas as demais ações são tomadas com seus 
valores freqüentes \u3c81 Fqk
 
Fd,ser = \u3a3 Fgik + Fq1k + \u3a3 \u3c81j Fqjk 
 
q1 é tomada com seu v
Onde: 
Fd,ser é o valor de cálculo das ações para combinações de serviço; 
s principais diretas; 
\u3c8 é o fator de redução de combinação freqüente para ELS; 
Fq1k é o valor característico das ações variávei
1
\u3c82 é o fator de redução de combinação quase permanente para ELS. 
 
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12 Resistências 
De forma a simplificar a compreensão e, portanto, a aplicação dos conceitos estabelecidos nesta seção, os 
inidos. 
A simbologia apresentada nesta seção segue a mesma orientação estabelecida na seção 4. Dessa forma, os 
símbolos subscritos têm o mesmo significado apresentado em 4.3. 
f - Resistência (ver seção 8) 
\u3b3m1 - Parte do coeficiente de ponderação das resistências \u3b3m, que considera a variabilidade da resistência dos 
mat
rte do coeficiente de ponderação das resistências \u3b3m, que considera a diferença entre a resistência do 
material no corpo-de-prova e na estrutura 
\u3b3m3 - Parte do coeficiente de ponderação das resistências \u3b3m, que considera os desvios gerados na 
con do ponto de vista das resistências 
12.2
Os s são os que, num lote de material, têm uma determinada 
ue a resistência média 
lor é maior que fm. 
 lote de material. 
A resistência de cálculo fd é dada pela expressão: 
12.1 Simbologia específica desta seção 
símbolos mais utilizados, ou que poderiam gerar dúvidas, encontram-se a seguir def
eriais envolvidos 
\u3b3m2 - Pa
strução e as aproximações feitas em projeto 
 Valores característicos 
valores característicos fk das resistência
probabilidade de serem ultrapassados, no sentido desfavorável para a segurança. 
Usualmente é de interesse a resistência característica inferior fk,inf, cujo valor é menor q
fm, embora por vezes haja interesse na resistência característica superior fk,sup, cujo va
Para os efeitos desta Norma, a resistência característica inferior é admitida como sendo o valor que tem 
apenas 5% de probabilidade de não ser atingido pelos elementos de um dado
12.3 Valores de cálculo 
12.3.1 Resistência de cálculo 
m\u3b3
k= fdf 
12.3.2 Tensões resistentes d
As tensões resistentes de cálculo \u3c3 Rd ou \u3c4 Rd são estabelecida determinação solicitações 
resistentes de cálculo dam diretamente das resistên didas conven nte em 
ensaios de corpos-de-prova padronizados dos materiais empregados. Os valores de d e \u3c4 Rd são 
estabelecidos, em cada icular, a partir das teorias de tência dos elem estruturais 
considerados. 
12.3.3 Resistência de cálculo do concreto 
aso específico da resistência de cálculo do concreto (fcd), alguns detalhes adicionais são necessários, 
onforme a seguir descrito: 
a) quando a verificação se faz em data j igual ou superior a 28 dias, adota-se a expressão: 
e cálculo 
s para a 
cias me
das 
cionalmeque não depen
\u3c3 R
caso part resis entos 
No c
c
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c
ck
cd \u3b3=
f
f 
Nesse caso, o controle da resistência à compressão do concreto deve ser feito aos 28 dias, de 
confirmar o valor de f adotado no projeto; 
forma a 
ck
b) quando a verificação se faz em data j inferior a 28 dias, adota-se a expressão: 
c
ck
c
ckj
cd \u3b3\u3b2\u2245\u3b3=
ff
f 1 
sendo \u3b21 a relação fckj/fck dada por: 
\u3b21 = exp { s [ 1 \u2013 (28/t)1/2 ] } 
onde: 
s = 0,38 para concreto de cimento CPIII e IV; 
to CPI e II; 
Ess essa data. 
Ain . 
Nes s e 
aos 28 dias, de forma a confirmar os valores de ckj ck
1 \u3b3m2 \u3b3m3
12.4 cientes de ponderação das resistências no estado limite último (ELU) 
\u3b3c e \u3b3s
Concreto Aço 
s = 0,25 para concreto de cimen
s = 0,20 para concreto de cimento CPV-ARI; 
t é a idade efetiva do concreto, em dias. 
a verificação deve ser feita aos t dias, para as cargas aplicadas até
da deve ser feita a verificação para a totalidade das cargas aplicadas aos 28 dias
se caso, o controle da resistência à compressão do concreto deve ser feito em duas datas: aos t dia
f e f adotados no projeto. 
12.4 Coeficientes de ponderação das resistências