NBR 6118   atualizada projeto de estruturas de concreto   procedimento
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NBR 6118 atualizada projeto de estruturas de concreto procedimento


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e à aceitabilidade sensorial dos usuários, busca-se controlar a abertura dessas fissuras. 
Nas e armaduras ativas (concreto protendido) existe também, com m 
po ecimento e caso a r m a 
possibilidade de corrosão sob tensão das armaduras. 
D resen erturas que respeitem os limites dados em 13.4.2, em 
estrutura projetadas, construíd submetidas às no m 
pe ou p aos estados limites últimos. 
As fissuras p oco como retr reações 
q conc des, devend vitadas ou s 
tecnológicos, especialmente na definição do traço e na cura do concreto. 
13.4.2 Limites para fissuração e proteção das armaduras quanto à durabilidade 
A abertura máxima caract e que nã ores da ord 
0 la ções freq não tem imp a na 
corrosão das armaduras passivas. 
C ites devem ser mais 
r e função direta da agressividade do ambiente, dada pela classe de agressividade ambiental (ver 
seção 6). 
N
p o adequada das armaduras quanto à corrosão. Entretanto, devido ao 
estágio atual dos conhecimentos e da alta variabilidade das grandezas envolvidas, esses limites devem ser 
vistos apenas como critérios para um projeto adequado de estruturas. 
s limites, não se deve 
 Controle da fissuração e proteção das armaduras 
issuração em elem
esistência 
s estruturais de concreto a
tração; mes
ado é inevitável, devid
s de serviç
à grande variabilidade e à
o), valores crítico
sões de tração sã s. Visando obter nho rela das a
struturas com 
ssibilidade de apar
enor probabilidade, a
ais nocivas, pois existe de fissuras. Ness s fissuras podem se
e maneira geral, a p
s bem 
rda de durabilidade 
ça de fissuras com ab
as e
erda de segurança quanto 
 cargas previstas na rmalização, não denota
odem ainda 
uímicas internas do 
rrer por outras causas,
reto nas primeiras ida
ação plástica térmica ou devido a 
o ser e limitadas por cuidado
erística wk das fissuras, desd
 13.3) sob ação das combina
o exceda val
üentes, 
em de 0,2 mm a
ortância significativ,4 mm, (conforme tabe
omo para as armaduras ativas existe a possibilidade de corrosão sob tensão, esses lim
estritos 
a tabela 13.3 são dados valores limites da abertura característica wk das fissuras, assim como outras 
rovidências visando garantir proteçã
Embora as estimativas de abertura de fissuras feitas em 17.3.3.2 devam respeitar esse
esperar que as aberturas de fissuras reais correspondam estritamente aos valores estimados, isto é, fissuras 
reais podem eventualmente ultrapassar esses limites. 
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s de durabilidade relacionadas à fissuração e à proteção da armadura, 
 função das classes de agressividade ambiental 
estrutural 
ade 
o de Exigências relativas à fissuração 
Combinação de ações em 
serviço a utilizar 
Tabela 13.3 - Exigência
em
Tipo de concreto Classe de agressividambiental (CAA) e tip
protensão 
Concreto simples CAA I a CAA IV Não há -- 
CAA I ELS-W wk \u2264 0,4 mm 
CAA II e CAA III ELS-W wk \u2264 0,3 mm Concreto armado 
CAA IV ELS-W wk \u2264 0,2 mm 
Combinação freqüente 
Concreto protendido Pré-tração com CAA I 
ou 
 I e II 
ELS-W wk \u2264 0,2 mm Combinação freqüente nível 1 
(protensão parcial) Pós-tração com CAA
Verificar as duas condições abaixo 
ELS-F Combinação freqüente Concreto protendido Pré-trnível 2 
(protensão limitada) 
ação com CAA II 
ou 
Pós-tração com CAA III e IV 
ELS-D1) Combinação quase permanente 
Verificar as duas condições abaixo 
ELS-F Combinação rara 
Concreto protendido 
(protensão completa) 1) te 
nível 3 Pré-tração com CAA III e IV 
ELS-D Combinação freqüen
1) A critério do projetista, o ELS-D pode ser substituído pelo ELS-DP com a = 25 mm (figura 3.1). 
e que as cordoalhas não aderentes tenham proteção 
p
NOTAS 
1 As definições de ELS-W, ELS-F e ELS-D encontram-se em 3.2. 
2 Para as classes de agressividade ambiental CAA-III e IV exige-s
especial na região de suas ancoragens. 
 
13.4.3 
No caso de as fissuras afetarem a funcionalidade da estrutura, como, por exemplo, no caso da 
ervatórios, devem ser adotados limites menores para as aberturas das fissuras. Para 
controles mais efetivos da fissuração nessas estruturas, é conveniente a utilização da protensão. 
Por controle de fissuração quanto à aceitabilidade sensorial, entende-se a situação em que as fissuras 
ários, embora não representem perda de segurança da 
ras podem ser estabelecidos com o contratante. 
Controle da fissuração quanto à aceitabilidade sensorial e à utilização 
estanqueidade de res
passam a causar desconforto psicológico aos usu
estrutura. Limites mais severos de aberturas de fissu
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14 Análise estrutural 
poderiam gerar dúvidas, encontram-se a seguir definidos. 
momento fletor nulo 
onsecutivos 
inf mo inferior de pilar-viga-tramo superior de pilar 
 em uma ligação tramo inferior de pilar-viga-tramo superior de pilar 
ento do apoio paralelo ao vão da viga analisada 
\u3b8pl - Rotação plástica 
\u2206M - Parcela de momento reduzida no arredondamento 
s ações em uma estrutura, com a finalidade de 
viço. 
permite estabelecer as distribuições de esforços internos, tensões, deformações e 
deslocamentos, em uma parte ou em toda a estrutura. 
cessárias à análise estrutural 
a com um modelo estrutural realista, que permita representar de maneira clara todos os 
caminhos percorridos pelas ações até os apoios da estrutura e que permita também representar a resposta 
14.1 Simbologia específica desta seção 
De forma a simplificar a compreensão e, portanto, a aplicação dos conceitos estabelecidos nesta seção, os 
símbolos mais utilizados, ou que 
A simbologia apresentada nesta seção segue a mesma orientação estabelecida na seção 4. Dessa forma, os 
símbolos subscritos têm o mesmo significado apresentado em 4.3. 
a - Distância entre seções de 
bef - Largura efetiva 
bf - Largura colaborante da mesa de uma viga 
bw - Largura da alma de uma viga 
d - Altura útil 
0l - Distância entre faces de dois apoios c
el - Comprimento equivalente do elemento comprimido (pilar), suposto vinculado em ambas as extremidades 
r - Rigidez de tramo inferior de pilar em uma ligação tra
rsup - Rigidez de tramo superior de pilar
rvig - Rigidez de uma viga em uma ligação tramo inferior de pilar-viga-tramo superior de pilar 
t - Comprim
x - Altura da linha neutra 
I - Momento de inércia 
14.2 Princípios gerais da análise estrutural 
14.2.1 Objetivo da análise estrutural 
O objetivo da análise estrutural é determinar os efeitos da
efetuar verificações de estados limites últimos e de ser
A análise estrutural 
14.2.2 Premissas ne
A análise deve ser feit
não linear dos materiais. 
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plexos a interação solo-estrutura deve ser contemplada pelo modelo. 
evem ser efetuadas nos casos em que a hipótese da seção plana não se 
As condições de equilíbrio devem ser necessariamente respeitadas. 
podem ser estabelecidas com base na geometria indeformada da estrutura (teoria 
Em casos mais com
No caso da aplicação da protensão, deve-se garantir deslocabilidade adequada à sua realização efetiva, 
minimizando a transmissão de esforços não desejada para elementos adjacentes. 
Análises locais complementares d
aplica (ver seções 21 e 22). 
Análises locais complementares também devem ser efetuadas quando a não linearidade introduzida pela 
fissuração for importante, como por exemplo na avaliação das flechas. 
14.3 Hipóteses básicas 
14.3.1 Condições de equilíbrio 
As equações de equilíbrio 
de 1a ordem), exceto nos casos em que os deslocamentos alterem de maneira significativa os esforços 
internos (teoria de 2a ordem, ver seção 15). 
14.3.2 Condições de compatibilidade