NBR 6118   atualizada projeto de estruturas de concreto   procedimento
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NBR 6118 atualizada projeto de estruturas de concreto procedimento


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s de compatibilidade não forem verificadas no estado limite considerado, devem ser 
tilidade adequada da estrutura no estado limite último, resguardado um 
dealizadas como a composição de elementos estruturais básicos, classificados e 
 a sua forma geométrica e a sua função estrutural, conforme 14.4.1 e 14.4.2. 
São aqueles em que o comprimento longitudinal supera em pelo menos três vezes a maior dimensão da 
igas 
rtical, em que as forças normais de compressão 
são preponderantes. 
Elementos lineares de eixo reto em que as forças normais de tração são preponderantes. 
Quando as condiçõe
adotadas medidas que garantam du
desempenho adequado nos estados limites de serviço. 
14.3.3 Carregamento monotônico 
Admite-se carregamento monotônico até o estado limite considerado, nas estruturas usuais, desde que a 
resposta a ciclos de carga e descarga, em serviço, não solicite o concreto a tensões de compressão acima 
de 0,5 fck. 
14.4 Elementos estruturais 
As estruturas podem ser i
definidos de acordo com
14.4.1 Elementos lineares 
seção transversal, sendo também denominados barras. De acordo com a sua função estrutural, recebem as 
designações de 14.4.1.1 a 14.4.1.4. 
14.4.1.1 V
Elementos lineares em que a flexão é preponderante. 
14.4.1.2 Pilares 
Elementos lineares de eixo reto, usualmente dispostos na ve
14.4.1.3 Tirantes 
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Elementos lineares curvos em que as forças normais de compressão são preponderantes, agindo ou não 
ssura, é relativamente pequena em face das 
demais, podendo receber as designações apresentadas em 14.4.2.1 a 14.4.2.4. 
eu plano. As placas de concreto 
adas como 
vão for menor que três vezes a maior dimensão da seção transversal são usualmente 
Elementos de superfície não plana. 
14.4.2.4 Pilares-parede 
a vertical e submetidos 
preponderantemente à compressão. Podem ser compostos por uma ou mais superfícies associadas. Para 
ensão deve ser menor que 1/5 da 
maior, ambas consideradas na seção transversal do elemento estrutural. 
14.5 Tipos de análise estrutural 
trutural pode ser efetuada por um dos métodos apresentados em 
14.5.2 a 14.5.6, que se diferenciam pelo comportamento admitido para os materiais constituintes da estrutura, 
da caso as limitações correspondentes. 
des identificadas através 
de um desses modelos de análise estrutural não serão aceitas como impugnações. Para aceitação desse 
 os materiais. 
 fissuração, 
esta deve ser considerada. 
14.4.1.4 Arcos 
simultaneamente com esforços solicitantes de flexão, cujas ações estão contidas em seu plano. 
14.4.2 Elementos de superfície 
Elementos em que uma dimensão, usualmente chamada espe
14.4.2.1 Placas 
Elementos de superfície plana sujeitos principalmente a ações normais a s
são usualmente denominadas lajes. Placas com espessura maior que 1/3 do vão devem ser estud
placas espessas. 
14.4.2.2 Chapas 
Elementos de superfície plana, sujeitos principalmente a ações contidas em seu plano. As chapas de 
concreto em que o 
denominadas vigas-parede. 
14.4.2.3 Cascas 
Elementos de superfície plana ou casca cilíndrica, usualmente dispostos n
que se tenha um pilar-parede, em alguma dessas superfícies a menor dim
14.5.1 Generalidades 
Para a situação de projeto, a análise es
não perdendo de vista em ca
Para situações de verificações de projetos ou obras já executadas, não-conformida
projeto ou obra é suficiente mostrar a conformidade com a norma por um dos outros modelos de análise 
estrutural. 
Todos esses modelos admitem, para efeito desta seção, que os deslocamentos da estrutura são pequenos. 
14.5.2 Análise linear 
Admite-se comportamento elástico-linear para
Na análise global as características geométricas podem ser determinadas pela seção bruta de concreto dos 
elementos estruturais. Em análises locais para cálculo dos deslocamentos, na eventualidade da
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princípio, ser considerado o módulo de elasticidade secante Ecs. 
 mesmo com tensões elevadas, 
desde que se garanta a dutilidade dos elementos estruturais. 
ição 
es de carregamento do ELU. 
rio de cada um dos 
em ser considerados em 
todos os aspectos do projeto estrutural, inclusive as condições de ancoragem e corte de armaduras e os 
er tomados com relação a carregamentos de grande variabilidade. 
idades puderem ser consideradas, admitindo-
se materiais de comportamento rígido-plástico perfeito ou elasto-plástico perfeito. 
A análise plástica de estruturas reticuladas não pode ser adotada quando: 
a ordem global; 
configurações adotadas sejam atingidas. 
14.5.5 Análise não-linear 
Na análise não-linear, considera-se o c teriais. 
e uas armaduras, precisam ser conhecidas para que a 
a estrutura depende de como ela foi armada. 
Os valores para o módulo de elasticidade e o coeficiente de Poisson devem ser adotados de acordo com o 
apresentado em 8.2.8 e 8.2.9, devendo, em 
Os resultados de uma análise linear são usualmente empregados para a verificação de estados limites de 
serviço. 
É possível estender os resultados para verificações de estado limite último,
14.5.3 Análise linear com redistribu
Na análise linear com redistribuição, os efeitos das ações, determinados em uma análise linear, são 
redistribuídos na estrutura, para as combinaçõ
Nesse caso as condições de equilíbrio e de dutilidade devem ser obrigatoriamente satisfeitas. 
Todos os esforços internos devem ser recalculados de modo a garantir o equilíb
elementos estruturais e da estrutura como um todo. Os efeitos de redistribuição dev
esforços a ancorar. 
Cuidados especiais devem s
As verificações de combinações de carregamento de ELS ou de fadiga podem ser baseadas na análise linear 
sem redistribuição. De uma maneira geral é desejável que não haja redistribuição de esforços em serviço. 
14.5.4 Análise plástica 
A análise estrutural é denominada plástica quando as não linear
a) se consideram os efeitos de segund
b) não houver suficiente dutilidade para que as 
No caso de carregamento cíclico com possibilidade de fadiga, deve-se evitar o cálculo plástico, observando-
se as prescrições contidas na seção 23. 
omportamento não-linear dos ma
Toda a g ometria da estrutura, bem como todas as s
análise não-linear possa ser efetuada, pois a resposta d
Condições de equilíbrio, de compatibilidade e de dutilidade devem ser necessariamente satisfeitas. Análises 
não-lineares podem ser adotadas tanto para verificações de estados limites últimos como para verificações 
de estados limites de serviço. 
14.5.6 Análise através de modelos físicos 
Na análise através de modelos físicos, o comportamento estrutural é determinado a partir de ensaios 
realizados com modelos físicos de concreto, considerando os critérios de semelhança mecânica. 
A metodologia empregada nos experimentos deve assegurar a possibilidade de obter a correta interpretação 
dos resultados. 
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Nes e ser justificada por modelo teórico do equilíbrio nas seções 
críticas e análise estatística dos resultados. 
Se for possí sultados, pode-se adotar as margens de 
seg . Caso contrário, quando só for possível 
ava em de segurança referida nesta Norma, 
cobrindo a favor da segurança as variabilidades avaliadas por outros meios. 
los de cálculo são insuficientes ou estão fora do escopo 
Para o caso de provas de carga, devem ser atendidas as prescrições da seção 25. 
14.6 Estruturas de elementos lineares 
os, grelhas, treliças) podem ser analisadas admitindo-se as seguintes hipóteses: 
a) manutenção da seção plana após a deformação; 
b) representação dos elementos por seus eixos longitudinais; 
c) comprimento limitado