NBR 6118   atualizada projeto de estruturas de concreto   procedimento
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NBR 6118 atualizada projeto de estruturas de concreto procedimento


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das armaduras. 
projeto se norteiam pelos princípios gerais estabelecidos em 16.2.2 a 16.2.4. 
Essas três etapas devem estar sempre apoiadas numa visão global da estrutura, mesmo quando se detalha 
ementos estruturais). 
 
que deve levar em conta rigidez menor que a média da 
 pilar, devendo-se levar em conta erros locais 
16 Princípios gerais de dimensionamento, verificação e de
16.1 Objetivo 
O objetivo dessas três etapas (dimensionamento, verificação e detalhamento), que se desenvolvem logo 
após a análise estrutural, é garantir segurança, em relação aos estados limites últimos (E
Essa segurança exige que sejam respeitadas condições analíticas d
Sd \u2264 Rd
estados limites considerados impo
Essa segurança exige ainda que sejam respeitadas regras construtivas. 
Além de um arranjo estrutural que garanta segurança ao conjunto, devem ser aplicadas re
16.2 Princípios gerais 
16.2.1 Generalidades 
Essas três etapas do 
16.2.2 Visão global e local 
um único nó (região de ligação entre dois el
Esse nó deve fazer a sua parte para a segurança do conjunto. 
Por outro lado, o detalhamento de um elemento particular deve levar em conta que o seu desempenho
depende de aspectos locais que não foram levados em conta na análise global. 
Esse é o caso da verificação da flecha de uma viga, 
estrutura, bem como a perda de rigidez com a fissuração. 
Esse é o caso ainda, quando se verifica o ELU do lance de um
de construção e efeitos locais de 2a ordem, que não foram considerados na análise global. 
16.2.3
Quan ra é preciso ter em mente se o que se está verificando 
o. O detalhamento adequado permite costurar partes de um mesmo elemento, bem como elementos 
 aquelas de elementos como lajes, vigas, pilares etc., 
 Segurança em relação aos ELU 
do se dimensiona ou se verifica uma estrutu
efetivamente são seções de elementos. 
É a segurança dessas seções que pode, usualmente, ser expressa analiticamente. 
É fundamental que essa segurança seja estendida ao restante dos elementos através de um detalhamento 
adequad
que chegam no mesmo nó. 
Existem dois tipos de regras de detalhamento, a saber:
e aquelas para regiões especiais onde existam singularidades geométricas ou estáticas. 
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ssário garantir uma boa dutilidade, de forma que uma eventual ruína ocorra de 
forma suficientemente avisada, alertando os usuários. 
lação aos ELS (desempenho em serviço) 
egurança e regras construtivas. 
ação de ELS são diferentes daqueles usados nos ELU. Além de 
suportarem cargas menores (de serviço), têm rigidez diferente, usualmente maior. 
es de 
te pensar na 
estanqueidade, no conforto térmico ou acústico etc. 
ta Norma estabelece critérios de projeto a serem respeitados no 
a um dos elementos estruturais e das conexões que viabilizam a 
os tanto 
 momentos fletores) quanto 
estrutural, indo desde o concreto 
Essa seção também estabelece critérios mínimos de dutilidade, incluindo as armaduras mínimas. 
Na seção 18, relativa ao detalhamento de elementos lineares, são fornecidos os critérios mínimos para o 
Estão incluídos critérios para o detalhamento das armaduras passivas longitudinais e transversais, bem como 
verificação de lajes, encontram-se critérios para ELU e ELS, 
sejam elas armadas ou protendidas. 
Esses critérios cobrem tanto as solicitações normais quanto as tangenciais, incluindo a punção. 
Com ando não 
dentes de punção excêntrica. 
ó ão como centrada. 
Na seção 20, relativa ao detalhamento de lajes, estão reunidos os critérios mínimos para o detalhamento 
jes armadas ou pr tendidas. 
Na seção 21, relativa a regiões especiais, encontram-se critérios para verificação das regiões de 
singularidade, seja geométrica ou estática. 
Muitas vezes esses critérios estabelecem apenas exigências qualitativas a serem respeitadas nessas regiões. 
Em relação aos ELU, além de se garantir a segurança adequada, isto é, uma probabilidade suficientemente 
pequena de ruína, é nece
16.2.4 Segurança em re
Na verificação da segurança em relação aos ELS, devem ser satisfeitas também, analogamente, expressões 
analíticas de s
Os modelos a serem usados nessa verific
Para garantir o bom desempenho de uma estrutura em serviço, deve-se, usualmente, respeitar limitaçõ
flechas, de abertura de fissuras, ou de vibrações, mas também é possível que seja importan
16.3 Critérios de projeto 
Baseando-se nesses princípio gerais, es
dimensionamento e detalhamento de cad
construção da estrutura como um todo. 
De forma a facilitar a aplicação em projeto, esses critérios foram organizados em seções. 
Na seção 17, relativa ao dimensionamento e à verificação de elementos lineares, encontram-se critéri
de ELU quanto ELS, considerando tanto solicitações normais (forças normais e
solicitações tangenciais (forças cortantes e torção). 
Deve-se observar que esses critérios são fornecidos para o concreto 
armado até o concreto protendido. 
Deve-se observar, também, que não se aceita o dimensionamento de pilares para carga centrada. 
detalhamento dos elementos dimensionados conforme a seção 17. 
das armaduras de protensão. 
Na seção 19, relativa ao dimensionamento e à 
o se exigiu na seção 17, o dimensionamento de pilares sempre com carga excêntrica, qu
oblíqua, a punção, na seção 19, cobre os casos correspon
S em casos particulares deve ser verificada a punç
desses elementos estruturais, dimensionados conforme a seção 19, sejam la o
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s especiais mais 
comuns e sugere a utilização de bibliografia especializada para o seu dimensionamento e detalhamento. 
 a ações dinâmicas e fadiga, encontram-se critérios para avaliar os danos gerados nas 
c
cada pela agressão do meio ambiente em que está inserida (ver seções 6 e 7). 
16.5 Caso de cargas cíclicas 
No e nos viadutos em geral, e 
também nas vigas de rolamento de pontes rolantes, deve-se dar especial atenção aos efeitos deletérios 
Na v maior microfissuração 
do concreto, tornando os elementos estruturais mais deformáveis. 
Na verificação dos ELU, é necessário verificar o ELU de fadiga. 
O efeito deletério das cargas cíclicas não só torna os elementos estruturais mais deformáveis, isto é, 
rela ando ruptura por fadiga. A seção 23 trata 
dessas duas questões. 
A seção 22, relativa a elementos especiais, estabelece apenas a conceituação dos elemento
Na seção 23, relativa
estruturas por ações cíclicas, a serem considerados na verificação de ELS, e ainda critérios para verificação 
do ELU de fadiga. 
É abordada a verificação da fadiga das armaduras, tanto de flexão como de cisalhamento, bem como a 
fadiga do concreto, seja à compressão (na flexão ou na força cortante) ou à tração, especialmente no cálculo 
da parcela de força cortante suportada apenas pelo concreto, sem armadura, V . 
A seção 24, relativa a concreto simples, define os elementos estruturais que podem ser executados em 
concreto simples e estabelece os critérios a serem respeitados na sua verificação. 
16.4 Durabilidade 
Para que a segurança verificada conforme descrito em 16.2.3 e 16.2.4 subsista ao longo de toda a vida útil 
prevista para a estrutura, é fundamental que sejam respeitadas exigências de durabilidade que limitam a 
deterioração da estrutura provo
caso particular de cargas cíclicas significativas, como acontece nas pontes
gerados por essas cargas. 
erificação dos ELS, deve-se levar em conta que as cargas cíclicas provocam uma
tivamente danificados, mas pode ampliar esse dano, provoc
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17 ionamento e verificação de elementos lineares 
17.1 
De form são e, portanto, a aplicação dos conceitos estabelecidos nesta seção, os