NBR 6118   atualizada projeto de estruturas de concreto   procedimento
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NBR 6118 atualizada projeto de estruturas de concreto procedimento


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que agem concomitantemente na seção. 
17.7.2.3 A armadura transversal pode ser calculada pela soma das armaduras calculadas separadamente 
para VSd e TSd. 
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A simbologia apresentada nesta seção segue a mesma orientação estabelecida na seção 4. Dessa forma, os 
s do em 4.3. 
As,ap
- Soma das áreas das seções das barras longitudinais de torção 
As,vão 
Mapoio
Mvã
18.2 Arranjo das armaduras 
O arranjo d aduras deve atender não só à sua função estrutural como também às condições 
adequadas de execução, particularmente com relação ao lançamento e ao adensamento do concreto. 
Os em ser projetados para a introdução do vibrador e de modo a impedir a segregação dos 
yd orcionalmente, mas 
os. 
Se houver barras de tração curvadas no mesmo plano e o espaçamento entre elas for inferior ao dobro do 
 o valor mínimo do diâmetro da curvatura estabelecido nesta seção deve ser 
multiplicado pelo número de barras nessas condições. 
18 Detalhamento de elementos lineares 
18.1 Simbologia específica desta seção 
De forma a simplificar a compreensão e, portanto, a aplicação dos conceitos estabelecidos nesta seção, os 
símbolos mais utilizados, ou que poderiam gerar dúvidas, encontram-se a seguir definidos. 
símbolos ubscritos têm o mesmo significado apresenta
al - Deslocamento do diagrama de momentos fletores, paralelo ao eixo da peça, para substituir os efeitos 
provocados pela fissuração oblíqua 
r - Raio de curvatura interno do gancho 
st,máx - Espaçamento transversal máximo entre ramos sucessivos de armadura constituída por estribos 
oio - Área da seção transversal de armadura longitudinal necessária junto a apoio de elemento estrutural 
Asl 
- Área da seção transversal de armadura longitudinal de tração no vão 
 - Momento fletor no apoio 
o - Momento fletor máximo positivo no vão 
RSd - Força de tração de cálculo na armadura 
VRd2 - Força cortante resistente de cálculo, relativa à ruína das diagonais comprimidas de concreto 
18.2 Disposições gerais relativas às armaduras 
.1 
as arm
espaços dev
agregados e a ocorrência de vazios no interior do elemento estrutural. 
18.2.2 Barras curvadas 
O diâmetro interno de curvatura de uma barra da armadura longitudinal dobrada, para resistir à força cortante 
ou em nó de pórtico, não deve ser menor que 10 \u3c6 para aço CA-25, 15 \u3c6 para CA-50 e 18 \u3c6 para CA-60. 
Se a tensão na armadura de tração, determinada com a solicitação de cálculo, for inferior à tensão de 
escoamento de cálculo, f , esses diâmetros da curvatura podem ser reduzidos prop
nunca a valores inferiores aos exigidos para os ganch
mínimo permitido (18.3.2.2),
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plano da barra dobrada, ocasionada por tensões 
de tração normais a esse plano, deve ser colocada armadura transversal ou aumentado o diâmetro da 
duas, prolongadas além do seu cruzamento e ancoradas 
Quando houver possibilidade de fissuração do concreto no 
curvatura da barra. 
18.2.3 Mudanças de direção das armaduras 
Quando houver tendência à retificação de barra tracionada em regiões em que a resistência a esses 
deslocamentos seja proporcionada por cobrimento insuficiente de concreto, a permanência da barra em sua 
posição deve ser garantida por meio de estribos ou grampos convenientemente distribuídos. Deve ser dada 
preferência à substituição da barra por outras 
conforme a seção 9 (ver figura 18.1). 
 
Figura 18.1 - Mudança de direção das armaduras 
18.2.4 Proteção contra flambagem das barras 
madura, situadas junto à superfície do 
madas precauções para evitá-la. 
do a de canto. Quando houver mais de duas barras nesse trecho 
ou barra fora dele, deve haver estribos suplementares. 
Se o estribo suplementar for constituído por uma barra reta, terminada em ganchos, ele deve atravessar a 
ve 
envolver um estribo principal em um ponto junto a uma das barras, o que deve ser indicado no projeto de 
 18.2). 
Sempre que houver possibilidade de flambagem das barras da ar
elemento estrutural, devem ser to
Os estribos poligonais garantem contra a flambagem as barras longitudinais situadas em seus cantos e as 
por eles abrangidas, situadas no máximo à distância de 20 \u3c6t do canto, se nesse trecho de comprimento 20 \u3c6t 
não houver mais de duas barras, não contan
seção do elemento estrutural e os seus ganchos devem envolver a barra longitudinal. Se houver mais de uma 
barra longitudinal a ser protegida junto à mesma extremidade do estribo suplementar, seu gancho de
modo bem destacado (ver figura
 
Figura 18.2 - Proteção contra flambagem das barras 
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ngitudinais se situarem em uma curva de 
concavidade voltada para fora do concreto, cada barra longitudinal deve ser ancorada pelo gancho de um 
18.3 Vigas 
18.3.1 Generalidades 
As prescrições que seguem referem-se a vigas isostáticas com relação l/h \u2265 3,0 e a vigas contínuas com 
vem ser tratadas como vigas-parede, de acordo com a seção 22. 
mínima 
lada de acordo com 17.3.5. 
20 mm; 
 da barra, do feixe ou da luva; 
\u23af 0,5 vez a dimensão máxima característica do agregado graúdo. 
No caso de estribos curvilíneos cuja concavidade esteja voltada para o interior do concreto, não há 
necessidade de estribos suplementares. Se as seções das barras lo
estribo reto ou pelo canto de um estribo poligonal. 
relação l/h \u2265 2,0 , em que l é o comprimento do vão teórico (ou o dobro do comprimento teórico, no caso de 
balanço) e h a altura total da viga. 
Vigas com relações l/h menores de
18.3.2 Armadura longitudinal 
18.3.2.1 Quantidade 
A quantidade mínima de armadura de flexão deve ser calcu
18.3.2.2 Distribuição transversal 
O espaçamento mínimo livre entre as faces das barras longitudinais, medido no plano da seção transversal, 
deve ser igual ou superior ao maior dos seguintes valores: 
a) na direção horizontal (ah): 
\u23af 
\u23af diâmetro
\u23af 1,2 vez a dimensão máxima característica do agregado graúdo. 
b) na direção vertical (av): 
\u23af 20 mm; 
\u23af diâmetro da barra, do feixe ou da luva; 
n\u3c6=\u3c6Para feixes de barras deve-se considerar o diâmetro do feixe: n . 
Esses valores se aplicam também às regiões de emendas por traspasse das barras. 
O trecho da extremidade da barra de tração, considerado como de ancoragem, tem início na seção teórica 
 em nenhum caso, 
ser inferior ao comprimento necessário estipulado em 9.4.2.5. Assim, na armadura longitudinal de tração dos 
Em qualquer caso deve ser observado o disposto em 18.2.1. 
18.3.2.3 Distribuição longitudinal 
18.3.2.3.1 Armaduras de tração na flexão simples, ancoradas por aderência 
onde sua tensão \u3c3s começa a diminuir (o esforço da armadura começa a ser transferido para o concreto). 
Deve prolongar-se pelo menos 10 \u3c6 além do ponto teórico de tensão \u3c3s nula, não podendo
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elem turais solicitados por flexão simples, o trecho de ancoragem da barra deve ter início no 
ponto A (figura 18.3) do diagrama de forças RSd = MSd/z decalado do comprimento al, conforme 17.4.2. Esse 
diag orrigido RSd,cor. Se a barra não for dobrada, o trecho de 
ancoragem deve prolongar-se além de B, no mínimo 10 \u3c6. 
Se a barra for dobrada, o início do dobramento pode coincidir com o ponto B (ver figura 18.3). 
entos estru
rama equivale ao diagrama de forças c
 
Figura 18.3 - Cobertura do diagrama de força de tração solicitante pelo diagrama resistente 
Nos B, o diagrama resistente linearizado deve cobrir o diagrama solicitante 
(ver figura 18.3). 
18.3.2.3.2 Caso de barras alojadas nas mesas 
Para as barras alojadas nas mesas ou lajes, e que façam parte da armadura da viga, o ponto de interrupção