revisao biosseeguran a
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559Biossegurança: uma revisão.
Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.77, n.3, p.555-465, jul./set., 2010
Classe de risco 4
Agentes biológicos que oferecem alto risco 
individual e para a comunidade, com grande 
poder de transmissibilidade por via respiratória 
ou de transmissão desconhecida. Nem sempre está 
disponível um tratamento eficaz ou medidas de 
prevenção contra esses agentes. Causam doenças 
humanas e animais de alta gravidade, com alta 
capacidade de disseminação na comunidade e no 
meio ambiente. Esta classe inclui principalmente 
os vírus (brasil , 2006a). Alguns exemplos estão 
descritos na Tabela 1.
Classe de risco especial
Agentes biológicos que oferecem alto risco de cau-
sar doença animal grave e de disseminação no meio 
ambiente de doença animal não existente no país e 
que, embora não sejam obrigatoriamente patógenos 
de importância para o homem, podem gerar graves 
perdas econômicas e/ou na produção de alimentos. 
Alguns exemplos: Vírus da cólera suína, Vírus da 
doença de Borna, Vírus da doença de New Castle 
(amostras asiáticas), Vírus da doença de Teschen, 
Vírus da doença de Wesselbron, Vírus da influenza 
A aviária (amostras de epizootias), Vírus da peste 
aviária, Vírus da peste bovina (brasil , 2006a).
Medidas de contenção e níveis de biossegurança 
dos laboratórios
É necessário que todo laboratório forneça bar-
reiras de contenção e um programa de segurança 
cujo objetivo seja a proteção dos profissionais de 
laboratório e outros que atuem na área, bem como a 
proteção do meio ambiente, eficiência das operações 
laboratoriais e garantia do controle de qualidade do 
trabalho executado (silVa, 1996).
Além das técnicas microbiológicas de segurança, 
as barreiras primárias (equipamentos de segurança 
e equipamentos de proteção individual e coletiva) e 
barreiras secundárias (facilidades de salvaguardas) 
são agora consideradas como elementos vitais de 
medidas de contenção ( Kimman et al., 2008).
Os equipamentos de proteção individual, con-
hecidos como EPIs (Tabela 2), são utilizados para 
minimizar a exposição aos riscos ocupacionais e 
evitar possíveis acidentes no laboratório. Os equi-
pamentos de proteção coletiva (EPCs) são utilizados 
com a finalidade de minimizar a exposição dos 
trabalhadores aos riscos e, em casos de acidentes, 
reduzir suas consequências. Exemplos: lava-olhos, 
chuveiro, extintor e cabines de proteção biológica 
(Teixeira; Valle , 1996).
As barreiras secundárias dizem respeito à con-
strução do laboratório, localização e instalações 
físicas. As instalações físicas são importantes para 
proporcionar uma barreira de proteção para pessoas 
dentro e principalmente fora do laboratório,