apostila eletronica analogica basica.pdf
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mais usado em amplificadores é chamado de
polarização por divisor de tensão O valor de I deve ser bem maior que IB para a corrente IB não influenciar na tensão
sob R2. Como regra prática, considerar a corrente I 20 vezes maior que IB.
Como amplificador o transistor atua na região ativa, que é caracterizada por:
Junção BE diretamente polarizada;
Junção BC inversamente polarizada;
Determinação dos resistores polarizadores
Para simplificar a analise matemática, podemos considerar algumas aproximações e estimativas, que em nada
prejudicam os resultados obtidos, tais como:
IC = IE ß> 100
A tensão sobre o resistor de coletor RC e a tensão de alimentação está relacionada entre si.
Neste tipo de estágio adota-se normalmente uma tensão no resistor de coletor igual ou próximo a metade da tensão
de alimentação.
Vrc = Vcc/2
Exemplo:
Dados IC = 1.38 mA
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VBE = 0,7 V;
\u392CC = 250
VCC = 10 V;
VCE = 5 V (VCC/2);
VRE = 1 V (VCC/10);
Cálculo de IB
 1.38/450 =3.06µA
Cálculo de RB
Cálculo de RC
Cálculo de IE
f) Cálculo de RE
TIRISTORES
Os tiristores são semicondutores semi controlados, em que estado bloqueado pode suportar cargas positivas e
negativas, normalmente são usados para controle de potência em sistemas eletrônicos e elétricos .
Scr
De todos tiristores, o SCR ( silicon-controlled rectifier ) é o mais antigo, possui o menor custo por kVA, e é capaz de
controlar a maior quantidade de potência.Dispositivos de 5000 a 7000 V que suportam milhares de ampares são
disponíveis no mercado. O símbolo do SCR e um circuito equivalente contendo transistores NPN e PNP do tipo BJT.
Ele é um diodo controlado por pulso, aplicado no gatilho ( gate ). Sua estrutura PNPN é igual à da trava ideal, sendo o
pulso positivo aplicado no terminal que corresponde à base do transistor NPN, o gatilho. O emissor do PNP é o anodo
e o do
NPN, o catodo do diodo.
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Diac
Pode ser entendido como dois diodos Schokley em antiparalelo. O seu disparo ocorre quando se atinge a tensão de
bloqueio em qualquer sentido, da ordem de 25 a 40 V. É usado em geral para disparar o TRIAC, em circuitos de
controle de tensão CA por ângulo de disparo. Sua estrutura é PNP, e funciona como um transistor cuja base só é
alimentada quando se atinge a tensão de ruptura, o que leva à saturação, caindo a tensão nos terminais para uns 0.2
V.
 
Triac
É o equivalente ao SCR, para operação em CA, a sua estrutura é a mais complexa entre os tiristores, contendo
diversas regiões PNPN que atuam como travas ideais interligadas, o que permite que o disparo seja feito com tensão
+ ou -, e a polarização entre terminais principais 1 e 2 (análogos ao K e A do SCR) + ou - , o que é chamado
operação em 4 quadrantes. A corrente de disparo é menor no quadrante 1 (gatilho e terminal principal 2 - MT2 -
positivos em relação ao terminal principal 1- MT1) e maior no quadrante 4, (G + e MT2 -). O TRIAC seria mais comum
em aplicações CA se não fosse menos robusto e sensível (exige bem maior corrente de disparo), além de mais caro
que 2 SCR\u2019s ou GTO\u2019s em antiparalelo de grandes correntes. É usado em controle de lâmpadas e motores universais,
e chaveamento de cargas até uns 50A.
 
Os tiristores podem ser disparados de diversos modos: através de pulso, por ângulo de fase em CA e por CC. O
disparo por CC é usado em chaveamento de cargas por longos períodos, como lâmpadas, calefatores, eletroimãs e
motores, em sistemas de controle tipo liga-desliga e por ciclos. Nestes casos manter a alimentação de gatilho, apesar
do consumo de energia desnecessário e o aquecimento da junção, simplifica o circuito de comando. O disparo por
ângulo de fase é típico de controle de luminosidade de lâmpadas em CA (dimmer), e de velocidade de motores
universais ou de CC.
Como testar SCR e TRIACs
Podemos testar um SCR ou um TRIAC usando um multímetro analógico com rapidez e eficiência. Para isto lembre-se
de identificar quem é anodo, catodo e gate no SCR ou M1, M2, e gate no TRIAC. Componentes com o
encapsulamento TO 220(aquele do TIP 31 por exemplo), tem a seguinte pinagem olhando-o de frente:
SCR:
Da esquerda para a direita = Catodo \u2013 Anodo \u2013 Gate
TRIAC:
Da esquerda para a direita = M1 \u2013 M2 \u2013 Gate
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Coloque a ponta de prova negativa no catodo do SCR e a positiva no anodo do SCR. Agora, mantendo a ponta
positiva encostada no anodo, enconte-a também no gate. Quando fizer isto o ponteiro deve se mover e indicar uma
resistência. Se o SCR for de pequena potência, mesmo desencostando a ponta, só do gate, ele manterá a leitura de
resistência. Isto indica que ele conduz quando tem um pulso positivo aplicado no gate e que está bom. Se o SCR for
de alta potência ao desencostar a ponta do gate o ponteiro do multímetro irá indicar resistência infinita, mas este SCR
também está bom, é que a corrente de manutenção, que é a mínima corrente que ele precisa entre anodo e catodo
para continuar conduzindo sem pulso no gate, é maior que a corrente que o multímetro fornece.
Um SCR não deve indicar resistência entre anodo e catodo, se indicar o mesmo está com problemas. Um scr deve
indicar uma resistência entre gate e catodo,mas apenas em um sentido. Se ele nâo indicar esta resitência pode estar
com problemas.
O mesmo procedimento se aplica em relação aos TRIACs, mas devemos usar a terminologia correta, ou seja, M1, M2
e gate.
Estes teste feitos com a maioria dos SCRs e TRIACs da linha TIC (TIC 106, TIC226 e quivalentes) apresenta
resultados corrretos.
Circuitos integrados
Um circuito integrado, também conhecido por chip, é um dispositivo microeletrônico que consiste de muitos
transístores e outros componentes interligados capazes de desempenhar muitas funções. Suas dimensões são
extremamente reduzidas, os componentes são formados em pastilhas de material semicondutor.
A importância da integração está no baixo custo e alto desempenho, além do tamanho reduzido dos circuitos aliado à
alta confiabilidade e estabilidade de funcionamento. Uma vez que os componentes são formados ao invés de
montados, a resistência mecânica destes permitiu montagens cada vez mais robustas a choques e impactos
mecânicos, permitindo a concepção de portabilidade dos dispositivos eletrônicos. No circuito integrado completo ficam
presentes os transistores, condutores de interligação, componentes de polarização, e as camadas e regiões isolantes
ou condutoras obedecendo ao seu projeto de arquitetura.
Timer 555
O 555 é um circuito integrado composto de um Flip-Flop do tipo RS, dois comparadores simples e um transistor de
descarga. Projetado para aplicações gerais de temporização, este integrado é de fácil aquisição no mercado
especializado de Eletrônica.
Ele é versátil e possui tantas aplicações que se tornou um padrão industrial, podendo trabalhar em dois modos de
operação: monoestável (possui um estado estável) e astável (não possui estado estável). Sua tensão de alimentação
situa-se entre 5 e 18v, o que o torna compatível com a família TTL de circuitos integrado e ideal para aplicações em
circuitos alimentados por baterias. A saída deste C.I. pode fornecer ou drenar correntes de até 200mA ou 0,2A,
podendo assim comandar diretamente reles, lâmpadas e outros tipos de carga relativamente grandes.
Nas figuras abaixo são mostrados os pinos e o