TCC CLAUDIO
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informações. 
Vale lembrar e que todos os que possuem senha de acesso aos sistemas do 
MDSA declaram concordar com as obrigações derivadas e ficam sujeitos a sanções 
administrativas e penais caso desrespeitem os preceitos éticos no uso das 
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informações. Portanto, o acesso ao sistema do Prontuário Eletrônico deve ser restrito 
aos profissionais do SUAS, em especial, aos membros das equipes de referência. 
De acordo com O Protocolo de Gestão Integrada e o Acompanhamento às 
Famílias em Descumprimento de Condicionalidades, em seu Art. 20, diz: 
Compreende-se por acompanhamento familiar no âmbito do 
SUAS o conjunto de atividades desenvolvidas por meio de 
atendimentos sistemáticos e planejados com objetivos 
estabelecidos, que possibilitem às famílias/indivíduos o acesso 
a um espaço onde possam refletir sobre sua realidade, construir 
novos projetos de vida e transformar suas relações, sejam elas 
familiares ou comunitárias. (BRASIL, 2009 p. 20). 
Trata-se, portanto, de um processo de caráter continuado e planejado, por 
período de tempo determinado, no qual, a partir da compreensão das 
vulnerabilidades, demandas e potencialidades apresentadas pela família, são 
definidas estratégias de ação e objetivos a serem alcançados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Capítulo II 
 
 
5. CRIANDO O BANCO DE DADOS DO SUAS JUÍNA EM MySQLi 
 
 
Após o progresso das tecnologias nas áreas de processadores, na memória de 
computador, no armazenamento de computadores e nas redes de computadores, os 
tamanhos, capacidades e desempenho de bancos de dados e seus respectivos 
SGBDs cresceram em ordens de magnitude. O desenvolvimento da tecnologia de 
banco de dados pode ser dividido em três eras baseadas em modelo de dados ou 
estrutura: navegação, SQL / relacional e pós-relacional. 
Os dois principais modelos iniciais de dados de navegação foram o modelo 
hierárquico, representado pelo sistema IMS da IBM, eo modelo CODASYL (modelo 
de rede), implementado em vários produtos, como o IDMS. 
O modelo relacional, proposto pela primeira vez em 1970 por Edgar F. Codd, 
partiu dessa tradição ao insistir que as aplicações deveriam procurar dados pelo 
conteúdo, em vez de seguir links. O modelo relacional emprega conjuntos de tabelas 
de estilo de razão, cada uma usada para um tipo diferente de entidade. Somente em 
meados da década de 1980 o hardware de computação tornou-se suficientemente 
poderoso para permitir a ampla implantação de sistemas relacionais (SGBDs mais 
aplicações). 
No início dos anos 90, porém, os sistemas relacionais dominavam todas as 
aplicações de processamento de dados em grande escala e, a partir de 2015, 
continuam dominantes: IBM DB2, Oracle, MySQL e Microsoft SQL Server são os 
principais SGBD. A linguagem de banco de dados dominante, SQL padronizado para 
o modelo relacional, influenciou linguagens de banco de dados para outros modelos 
de dados. 
As bases de dados de objetos foram desenvolvidas na década de 1980 para 
superar a inconveniência de incompatibilidade de impedância objeto-relacional, o que 
levou à cunhagem do termo pós-relacional e também ao desenvolvimento de bancos 
de dados híbridos objeto-relacionais. 
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A década de 1990, juntamente com um aumento na programação orientada a 
objetos, viu um crescimento na forma como os dados em várias bases de dados foram 
manipulados. 
Para FILHO (2003, p. 18), os dados iniciais ao desenvolvimento de sistemas 
resumem em: 
As metodologias de elaboração de perfil tradicional a 
contemplam ao final de cada etapa do desenvolvimento, 
cogitando que sirva como item de aprovação, garantia de 
entendimento e satisfação. Ainda segundo o autor citado, caso 
não ocorra tal procedimento, o desenvolvimento ficará à mercê 
de alterações imprevistas solicitadas pelos usuários, sem o 
devido acordo com a equipe de desenvolvimento, o que pode 
prejudicar o curso natural da construção do sistema. 
Programadores e designers começaram a tratar os dados em seus bancos de 
dados como objetos. Ou seja, se os dados de uma pessoa estavam em um banco de 
dados, os atributos dessa pessoa, como seu endereço, número de telefone e idade, 
agora eram considerados como pertencendo a essa pessoa em vez de serem dados 
estranhos. Isso permite que as relações entre dados sejam relações com objetos e 
seus atributos e não com campos individuais. 
O termo "incompatibilidade impedância objeto-relacional" descreveu a 
inconveniência de traduzir entre objetos programados e tabelas de banco de dados. 
Os bancos de dados de objetos e os bancos de dados relacionais de objetos tentam 
resolver esse problema fornecendo uma linguagem orientada a objetos (às vezes 
como extensões para SQL) que os programadores podem usar como alternativa ao 
SQL puramente relacional. No lado da programação, as bibliotecas conhecidas como 
mapeamentos objeto-relacional (ORMs) tentam resolver o mesmo problema. 
A próxima geração de bancos de dados pós-relacionais no final dos anos 2000 
tornou-se conhecida como bancos de dados NoSQL, introduzindo armazenamentos 
rápidos de valores-chave e bancos de dados orientados a documentos. Uma "próxima 
geração" concorrente conhecida como bancos de dados NewSQL tentou novas 
implementações que mantiveram o modelo relacional / SQL enquanto objetivavam 
igualar o alto desempenho do NoSQL comparado aos SGBDs relacionais 
comercialmente disponíveis. 
Bancos de dados ou como também são conhecidos por bases de dados são 
descritos como um conjunto de arquivos que se relacionam entre si com informações 
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e registros de pessoas, de lugares ou de coisas. São também coleções organizadas 
com dados que se relacionam entre si de forma a criarem algum sentido ou uma 
informação que poderá dar mais eficiência e dinamismo no decorrer de uma pesquisa 
ou de um estudo. São de importância primordial para empresas e há mais de 20 anos 
se tornaram como a principal peça para os sistemas de informação. 
Figura 1 \u2013 Tabela do Banco de Dados Inicial 
Fonte: Desenvolvido pelo Autor 
Esta coleção organizada de esquemas, relatórios, visualizações, tabelas, 
consultas e outros objetos. Esses dados são normalmente organizados de forma a 
modelar os aspectos da realidade ou de uma forma que pode suportar os processos 
que exigem poucas ou várias informações, por exemplo modelar a disponibilidade e 
distribuição de benefícios eventuiais cedidos pela Secretaria de Assistência Social de 
Juína - MT de uma forma que direciona o técnico encontrar um usuário desprovido de 
cesta básica e que ainda não foi atendido e onde tem este benefício sobrando para 
atendê-lo. 
Um sistema de gerenciamento de banco de dados (DBMS) é um aplicativo de 
software que interage com o usuário, outras aplicações e o próprio banco de dados 
para capturar e analisar dados. Um DBMS de propósito geral é projetado para permitir 
a definição, criação, consulta, atualização e administração de bancos de dados. Os 
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DBMSs conhecidos incluem MySQL, PostgreSQL, MongoDB, MariaDB, Microsoft 
SQL Server, Oracle, Sybase, SAP HANA e IBM DB2. 
Um banco de dados não é geralmente portátil em diferentes SGBDs, mas 
DBMS diferentes podem interoperar usando padrões como SQL e ODBC ou JDBC 
para permitir que um único aplicativo trabalhe com mais de um SGBD. Sistemas de 
gerenciamento de banco de dados são freqüentemente classificados de acordo com 
o modelo de banco de dados que eles suportam; Os sistemas de banco de dados 
mais populares desde a década de 1980 apoiaram o modelo relacional representado 
pela linguagem SQL. Às vezes, um SGBD é chamado de "banco de dados". 
Figura 2 \u2013 Tabela de Gerenciamento