Estudo de biodiversidade
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Estudo de biodiversidade


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3 0 4 0 6 
Espécie 3 0 1 2 1 0 
Espécie 4 4 0 1 9 6 
Espécie 5 2 0 0 5 0 
Espécie 6 1 0 0 1 0 
Espécie 7 1 1 1 0 2 
Espécie 8 0 2 0 1 2 
Espécie 9 1 0 3 0 2 
Espécie 10 0 5 0 3 0 
Espécie 11 1 3 5 0 3 
Espécie 12 1 0 0 0 2 
 
Tabela 3. Matriz obtida pelo índice de Jaccard (%). 
 Amostra 1 Amostra 2 Amostra 3 Amostra 4 Amostra 5 
Amostra 1 * 25 50 33,3333 60 
Amostra 2 * * 33,3333 44,4444 30 
Amostra 3 * * * 18,1818 62,5 
Amostra 4 * * * * 16,6667 
Amostra 5 * * * * * 
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Figura 4. Dendograma de similaridade para cinco amostras hipotéticas. A análise de agrupamento 
foi obtida pelo coeficiente de similaridade de Jaccard, método de ligação simples. 
 
 
O VALOR DAS MEDIDAS DE DIVERSIDADE 
 
Ecólogos estão interessados em medir a diversidade por diversas razões, sobretudo por 
sua utilidade em biologia da conservação e avaliação ambiental. Medidas de diversidade de 
espécies são geralmente úteis para comparar padrões em diferentes locais ou em diferentes 
gradientes, ou, ainda, numa mesma área ao longo do tempo, como, por exemplo, ao longo de 
uma sucessão, ou após um distúrbio. Além disso, a avaliação de espécies raras é útil para di-
recionar esforços de conservação. 
Ainda, o interesse de ecólogos em explicar porque algumas áreas são mais ricas em es-
pécies do que outras, ou porque uma espécie é abundante em um local, mas rara em outro, 
tem estimulado pesquisas sobre diversidade de habitats e largura de nicho. Nestes casos as 
mesmas medidas para avaliação da diversidade de espécies podem ser utilizadas. 
 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
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systems. 4. ed. Malden: Blackwell Publishing, 2006. 738 p. 
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geodiversidad. Edafología 9 (3): 329-385. 
KREBS, C.J. 1999. Ecological Methodology. 2. ed. New York: Benjamin/ Cummings, 620 
p. 
MAGURRAN, A.E. 1988. Ecological diversity and its measurement. New Jersey: Prince-
ton University Press, 179 p. 
ODUM, E.P. 1988. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 434 p. 
RICKLEFS, R.E. 1996. A economia da natureza. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 
470 p. 
SANTOS, A.J. 2003. Estimativas de riqueza em espécies. In: L. Cullen Jr., C. Valladares-
Pádua, Rudy Rudran (orgs.). Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da 
vida silvestre. Curitiba: UFPR/ Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, 665 p. p.19-
41. 
 
PROGRAMAS ÚTEIS 
 
EstimateS - http://viceroy.eeb.uconn.edu/EstimateS 
Biodiversity Pro - http://www.sams.ac.uk/research/software 
Past - http://folk.uio.no/ohammer/past/ 
 
	Ronald S. M. Barros
	Conceitos
	Definição de diversidade em escalas distintas
	O que devemos medir
	Medidas de riqueza de espécies
	Total