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que a criança com deficiência intelectual possui condições estruturais e funcionais que comprometem a adaptação ao ambiente e a ampla obtenção de informações, sendo necessário que a escola abandone o processo de ensino aprendizagem tradicional e passe adotar estratégias especializadas para trabalhar com as necessidades de cada aluno. Conforme Matarazzo (2009) para ter uma ideia melhor do que seria ideal para ter uma escola inclusiva, deve levar em conta não apenas o que ela oferece em termos de espaço e acessibilidade, mas também o preparo de seus professores para atender a alunos com todos os tipos de necessidades.
Segundo Santos (2012) a escola deve gerar experiências em seu ambiente, sendo possível definir ou reforçar a identidade do aluno, para que esse indivíduo saiba quem ele é, seu valor pessoal, sua cultura, dentro da instituição, sem sofrer qualquer discriminação, promovendo segurança, que permita o acolhimento ao ambiente físico e instrumental disponibilizando (materiais e recursos que minimizem as dificuldades sensoriais e motoras), em que, assim como em relação aos demais alunos sem deficiência, as práticas de ensino considerem as fases de desenvolvimento do aluno, com práticas motivadoras, com estratégias ricas em estimulação e diversificadas quando necessário (por exemplo, recursos audiovisuais, objetos de diferentes materiais, cores e texturas). 
Segundo Frias e Menezes (2009) sabemos que mundialmente se fala muito na inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais, na rede regular de ensino. A legislação é clara, quanto à obrigatoriedade em acolher e matricular todos os alunos, independente de suas necessidades ou diferenças. O que torna importante ressaltar que não é suficiente apenas esse acolhimento, mas que o aluno com necessidades educacionais especiais tenha condições efetivas de aprendizagem e desenvolvimento de suas potencialidades. Sendo assim, é fundamental que os sistemas de ensino se organizem para que além de assegurar o direito do aluno a matricula, assegurem também a permanência dos mesmos todos, sem diminuir a intencionalidade pedagógica e a qualidade do ensino.
Compreendendo a escola como um espaço social onde se constrói as relações, o aprendizado, e as diferentes vivências, as possibilidades de trabalho e ensino devem partir de habilidades que o aluno já possui para, então, evoluir gradualmente naquilo que ainda é preciso desenvolver ou adquirir.  E isso significa um espaço de convivência e troca, entre alunos e professores sem distinção por idade ou nível de desenvolvimento, onde todos possam desenvolver as mesmas atividades, assumindo a escola o papel de estimular a capacidade intelectual dessas crianças, seja quais forem suas deficiências. 
8 RECURSOS 
8.1 Recursos Humanos
	Função
	 Nome
	Vínculo com a URI
	Pesquisador (a)
	Fabiane Lemos de Morais
	Acadêmica
	Orientador (a)
	Daniela Pereira Gonzalez
	Professora
8.2 Recursos econômicos
	Materiais
	Valor (R$)
	Impressão
	R$ 20,00
	Xerox
	R$ 15,00
	Folhas A4
	R$ 10,00
	Caneta
	R$ 4,00
	Pen Drive
	R$ 25,00
	Passagens
	R$ 25,00
	Gravador
	R$ 35,00
	Total
	R$ 134,00
 * Os recursos serão disponibilizados pela pesquisadora.
9 CRONOGRAMA 
	Atividade/mês
	Ago
2017
	Set
2017
	Out
2017
	Nov
2017
	Dez 2017
	Mar
2018
	Abr
2018
	Maio
2018
	Jun
2018
	Supervisão
	X
	X
	X
	X
	
	X
	X
	X
	X
	Elaboração do Projeto
	X
	X
	X
	X
	
	
	
	
	
	Apresentação do projeto para banca
	
	
	
	X
	
	
	
	
	
	Encaminhamento ao comitê de Ética
	
	
	
	
	X
	
	
	
	
	Contato com os sujeitos
	
	
	
	
	
	X
	
	
	
	Realização das entrevistas
	
	
	
	
	
	X
	X
	
	
	Análise 
Dos dados
	
	
	
	
	
	
	X
	X
	
	Redigir
Relatório
	
	
	
	
	
	
	
	X
	X
	Apresentação da pesquisa a banca
	
	
	
	
	
	
	
	
	X
REFERÊNCIAS
CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva: com os pingos nos \u201cis\u201d/ Rosita Edler Carvalho. 9 ed. Porto Alegre: Mediação, 2013.
DESLANDES, Suely Ferreira. Pesquisa Social: Teoria, Método e Criatividade/ Suely Ferreira Deslandes, Otávio Cruz Neto, Romeu Gomes, Maria Cecilia de Souza Minayo (organizadora). Petrópolis, RJ: Vozes, 21 ed. 1994.
DSM V. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artmed, 2013. 
FRIAS, E. M. A, MENEZES, M.C.B. Inclusão escolar do aluno com necessidades especiais: contribuições ao professor do Ensino Regular. 2009.
GIL, A.C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
GODOY, A. S. Pesquisa qualitativa: tipos fundamentais. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, 1995.
MACIEL, Maria Regina Cazzaniga. Portadores de deficiência: a questão da inclusão social. São Paulo,   2000. 
MANZINI, E. J. A entrevista na pesquisa social. São Paulo: Didática, 1990/1991.
MATARAZZO, Claudia. Vai encarar? A nação (quase) invisível de pessoas com deficiência. São Paulo. Melhoramentos, 2009.
OLIVEIRA, A. A. S. Estratégias para o ensino inclusivo na área da deficiência intelectual: alguns apontamentos. Políticas públicas e formação de recursos humanos em educação especial. Londrina: ABPEE, 2009. 
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE SANTO ÂNGELO. Disponível em: <http://www.camarasa.rs.gov.br/inclusao-de-pessoas-com-deficiencia-motiva-reuniao-na-camara-de-vereadores> Acesso em: 09 de novembro, ás 17h: 20s.
PORTAL EBC- 6,2% Da população têm algum tipo de deficiência. Disponível em: <http://www.ebc.com.br/noticias/2015/08/ibge-62-da-populacao-tem-algum-tipo-de-deficiencia> Acesso em: 02 de novembro, ás 18h15min.
SANTOS, D.C.O. Potenciais dificuldades e facilidades na educação de alunos com deficiência Intelectual. Educação e Pesquisa. 2012; out, dez. Disponível em: http://www.redalcy.org/articulo.oa?id=29824610007 > acesso em: 24 de novembro.
SILVEIRA, Flávia Furtado; NEVES, Marisa Maria Brito da Justa. Inclusão escolar de crianças com deficiência múltipla: concepções de pais e professores. Psicologia: Teoria e Pesquisa,  Brasília,  2006.
APÊNDICE I
ROTEIRO PARA ENTREVISTA
1) O que você entende por inclusão no ensino regular?
2) Você acredita no processo de inclusão das escolas regulares para receber alunos com Deficiência Intelectual?
3) Em sua opinião a inclusão escolar está presente no cotidiano do seu filho com deficiência Intelectual? 
4) Você considera importante, participar das discussões sobre temas de inclusão na escola do seu filho com deficiência intelectual? 
5) Você saberia afirmar se a escola onde seu filho diagnosticado com deficiência Intelectual, possui recursos pedagógicos (materiais) para trabalhar com eles ?
6) Em sua opinião, quais são os benefícios presentes na inclusão para seu filho com deficiência intelectual e para a escola?
7) Na sua opinião a escola de ensino regular conta com uma boa estrutura física para receber crianças com Deficiência Intelectual?
8) Como você participa no desenvolvimento das atividades propostas pelos professores para a inclusão do seu filho?
9) Como é sua relação com a escola enquanto responsável pela criança com Deficiência Intelectual? 
10) Enquanto pais de crianças com deficiência intelectual o que você acha que pode ser feito para melhorar esse processo de inclusão nas escolas ou o que está faltando?
APÊNDICE II
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO \u2013 TCLE
Você está sendo convidada (o) como voluntária (o) a participar da pesquisa \u201cAS VIVÊNCIAS DOS PAIS SOBRE A INCLUSÃO ESCOLAR DO FILHO COM DEFICÍÊNCIA INTELECTUAL\u201d. Pesquisa que se justifica pela sua relevância acadêmica e social. Tem como objetivo geral: Investigar quais são as vivências dos pais com relação à inclusão social escolar do filho com Deficiência Intelectual. Os objetivos específicos são os seguintes: Verificar com os pais se a inclusão escolar está presente no cotidiano de seus filhos diagnosticados com Deficiência Intelectual, Verificar se os pais da criança