Consenso de Washington
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Consenso de Washington


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AUTARQUIA EDUCACIONAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO- AEVASF FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS E SOCIAIS DE PETROLINA- FACAPE
 
DISCIPLINA: ECONOMIA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA
 O Consenso de Washington
Aconteceu na capital dos Estados Unidos em 1989 reunindo economistas, o FMI e o Banco Mundial, com intenções de estipular novas estratégias no combate a crise econômica, estas vinham de ideais do neoliberalismo, se baseou nos estudos de um economista chamado John Willianson. Segundo ele tinha a intenção de acelerar o desenvolvimento do país e países vizinhos sem comprometer a distribuição de renda.
Essa reforma econômica na America Latina tinha dez regras para alcançar o objetivo, as quais eram: 1. Disciplina Fiscal, 2. Redução dos gastos públicos, 3. Reforma fiscal e tributária, 4. Abertura comercial e econômica dos países, 5. Taxa de câmbio competitiva, 6. Liberação do comércio exterior, 7. Investimento estrangeiro direto sem restrições, 8. Privatização com venda das estatais, 9. Desregulamentação afrouxando leis de controle econômico e trabalhistas, 10. Direito à propriedade intelectual.
As críticas em torno do consenso eram que essas premissas neoliberais só funcionariam em grandes países e multinacionais, países pobres como o Brasil só iria aumentar o desemprego, baixar a renda e dependência de capital estrangeiro. No entanto, durante o governo de Collor entrou em ação alguns pontos desse consenso, como a privatização de estatais, mineração, telefonia e energia tinham iniciativa privada.
 Os setores empresariais teriam vantagens nessa proposta neoliberal na área da reforma tributária, a mídia fazia propagar essa implementação como uma boa reforma global, os EUA começou a insistir que os países latino-americanos aceitassem o acordo. Houve a inserção do México ao Nafta caso que traria ameaças ao cenário das exportações brasileiras, por conta disso essa parte do acordo não foi aceita pelo Brasil.
Na prática o Consenso de Washington não tratou de questões sociais como educação, saúde, distribuição da renda, eliminação da pobreza. O México e a Argentina por exemplo, se firmaram ao modelo neoliberal, sofrem tensões de balanço de pagamentos, correndo risco de um colapso cambial e estabilidade monetária; Um mercado internacional de taxas de juros em alta, por conveniências da economia norte-americana.