Introdução à Simulação com ARENA
199 pág.

Introdução à Simulação com ARENA


DisciplinaSimul Computacional II1 materiais2 seguidores
Pré-visualização17 páginas
Station
Estação 1 
Assign Process Decide 
Record Station
Estação 2 
Process Dispose 
Estes módulos pertencem à Estação 1 
Estes módulos pertencem à Estação 2 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
 
 
140 
Rotas: O módulo ROUTE 
O módulo ROUTE, pertencente ao Template Advanced Transfer, 
representa a forma mais simples para movimentar a entidade no 
modelo. Uma vez que a entidade está localizada em uma estação, o 
módulo ROUTE a envia para a estação de destino, consumindo uma 
certa quantidade de tempo. 
Elementos de animação estão disponíveis para representar 
visualmente a movimentação, como pode ser observado a seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A caixa de diálogo de ROUTE está apresentada abaixo: 
de origem
STATION Estacao
destino
para estacao de
ROUTE Envia
de destino
STATION Estacao
Estações de origem 
e de destino 
Animação da 
estação 
Animação 
da rota 
Tempo 
da rota 
Nome da 
estação de 
destino 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
S 
 
141 
Esteiras 
Ainda no Template Advanced Transfer, estão localizados todos os 
módulos necessários para o uso de esteiras (CONVEYORS). 
 
O módulo CONVEYOR 
 
O módulo de dados CONVEYOR tem por função definir 
todos os parâmetros referentes a uma determinada 
esteira. Sua caixa de diálogo está apresentada abaixo: 
 
O tamanho da célula define qual é o menor espaço que pode ser ocupado 
pela entidade na esteira. 
As esteiras podem ser de dois tipos diferentes: 
\u2022 Acumulativas: Caso uma entidade tenha seu movimento barrado, 
devido ao início de processo em um recurso, por exemplo, as entidades 
Nome do conjunto 
de segmentos 
Nome da 
esteira 
Tipo da 
esteira 
Velocidade 
da esteira 
Tamanho 
da célula 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
 
 
142 
que a seguem vão se acumulando a partir da sua posição, formando 
uma fila. Ou seja, a esteira continua se movimentando, mas as 
entidades não conseguem ultrapassar o ponto onde houve a 
interrupção. Quando a entidade termina o processo no recurso, as 
entidades continuam o seu curso normal. Exemplo: 
 
 
 
 
 
 
\u2022 Não-acumulativas: Diferente da anterior, quando uma entidade é 
barrada na esteira, todas as outras param ao mesmo tempo, como um 
teleférico. A esteira cessa o seu movimento. Exemplo: 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
S 
 
143 
O módulo de fluxograma ACCESS 
O módulo ACCESS tem por função colocar a 
entidade sobre a esteira, para que esta inicie seu 
movimento rumo à estação de destino. A entidade 
fica esperando na fila deste módulo, até que haja 
espaço suficiente para posicioná-la sobre a esteira. 
Caixa de diálogo: 
Access
Nome da 
esteira a ser 
acessada 
Número de 
células a 
serem 
alocadas 
para esta 
entidade 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
 
 
144 
O Módulo de fluxograma CONVEY 
Este módulo tem função semelhante ao ROUTE. 
Uma vez que a entidade está posicionada sobre a 
esteira (função do módulo ACCESS), o módulo 
CONVEY envia a entidade para a estação de 
destino. É necessário informar qual é a estação para 
onde a entidade será levada, e tanto a estação de 
origem com a de destino devem pertencer à mesma esteira, caso contrário, 
o ARENA acusará erro. A caixa de diálogo de Convey está apresentada 
abaixo: 
Convey
Descrição das atividades 
do módulo 
Nome da 
esteira 
(opcional) 
Nome da estação 
de destino 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
S 
 
145 
O Módulo de dados SEGMENT 
Para montar uma esteira no modelo, é necessário informar 
todas as estações que a compõe, assim como as distâncias 
entre cada estação. O trecho entre cada estação da esteira é 
designado SEGMENTO, e o módulo SEGMENT tem por função 
especificar cada segmento. A caixa de diálogo de SEGMENT 
está apresentada abaixo: 
Nome do Segmento 
Estação Inicial 
Estação seguinte 
Distância entre 
esta estação e a 
anterior 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
 
 
146 
O Módulo de fluxograma EXIT 
Quando a entidade chega na estação de destino, ela 
não sai da esteira enquanto não passar pelo módulo 
EXIT. Ao passar por EXIT, a entidade desocupa o 
espaço usado por ela na esteira. A caixa de diálogo 
de EXIT está apresentada abaixo: 
Exit
Nome ou 
descrição do 
módulo 
Nome da esteira 
de onde sairá a 
entidade 
(opcional) 
Número de células 
da esteira a serem 
liberadas (opcional) 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
S 
 
147 
O uso conjunto dos módulos de esteira está apresentado abaixo, 
juntamente com a animação correspondente.
Exit
Station ORIGEM ESTEIRA
Access
DESTINO
Convey para
DESTINO
Station
Segmento 
definido no 
módulo 
SEGMENTS 
para a esteira 
definida em 
CONVEYORS 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
 
 
148 
Transportadores 
 
O transportador, ou TRANSPORTER, é um dos elementos mais 
valiosos entre as ferramentas oferecidas pelo ARENA. Através dele, é 
possível representar a movimentação de empilhadeiras ou pessoas de 
maneira bastante flexível. 
 
Basicamente, um transporter é um elemento que carrega a entidade 
de uma estação de origem para a estação de destino. As diferenças 
em relação à esteira é que este nem sempre está disponível na 
estação de origem, caso em que ele irá se movimentar para atender à 
entidade, consumindo uma parcela de tempo. 
 
Cada transporter pode carregar apenas uma entidade de cada vez, e 
possui uma velocidade padrão que pode ser modificada ao longo da 
simulação. 
 
O transporter movimenta-se através de uma \u201crede\u201d de caminhos 
possíveis, que são constituídos por estações e as distâncias entre 
elas. 
 
Os módulos usados para criar o transporter estão apresentados a 
seguir. 
 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
S 
 
149 
O módulo de dados TRANSPORTER 
 
O módulo TRANSPORTER reúne todas as informações 
a respeito do transportador, como sua velocidade e 
estação de início. Também neste módulo pode ser 
definida a sua capacidade, ou seja, quantas unidades 
daquele transporter estarão presentes no modelo. A caixa de diálogo 
de TRANSPORTER está apresentada abaixo: 
 
Nome do 
transporter 
Capacidade (número de 
unidades do transporter) 
Velocidade, e 
sua unidade 
de tempo 
Definição da 
posição inicial 
Conjunto de 
distâncias utilizado 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
 
 
150 
O módulo de fluxograma REQUEST 
O módulo REQUEST tem como função chamar o 
transportador. Quando uma entidade entra em 
REQUEST, o transporter em questão é \u201crequisitado\u201d. 
Caso ele esteja ocupado (sendo utilizado por outra 
entidade), a entidade aguardará em uma fila até que 
isso aconteça. Uma vez desocupado, ele será 
imediatamente ocupado novamente e se deslocará de sua estação atual até 
aquela onde está a entidade. Quando isso acontece, a entidade segue para 
o próximo módulo do fluxograma. 
 A caixa de diálogo de REQUEST está apresentada baixo:
Request
Descrição do 
módulo 
Nome do 
transporter a ser 
requisitado 
Prioridade (em 
relação a outras 
requisições) 
Informações 
sobre a fila onde 
a entidade ficará 
aguardando o 
transporter 
Nova velocidade para 
atender a este request 
 ANEXO I \u2013 ORIENTAÇÕES PARA SUPORTE TÉCNICO 
S 
 
151 
O módulo de fluxograma TRANSPORT 
Uma vez que a entidade está ocupando um transporter 
(o que foi feito com o módulo Request), ela pode 
comandá-lo para ser levada para outra estação. Isto é 
feito pelo módulo TRANSPORT. É necessário