Atividades de Revisão  AP3
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Atividades de Revisão AP3


DisciplinaPortuguês II213 materiais1.381 seguidores
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Quem foi sair foi o João. 
 Nesse caso, normalmente a estrutura da frase é formada pelo verbo "ser", em conjunto com 
as palavras "quem" ou "que", reforçando o sentido da mensagem. 
 Outros exemplos: 
 "Quero dormir" = É dormir que eu quero. 
 "Maria fez o bolo" = Foi Maria que fez o bolo. 
 
8- Objeto Indireto e Objeto Direto Preposicionado 
Essa questão tem a ver com a transitividade verbal. Ou seja, se um verbo é transitivo direto 
e seu sentido vier completado por um objeto com preposição teremos uma obj. direto 
preposicionado. 
 Por exemplo: Comemos o bolo. 
 Comemos do bolo. 
 O verbo "comer" é um verbo transitivo direto. Na primeira ocorrência, temos o 
complemento (objeto direto) completando o sentido do verbo. 
Já na segunda ocorrência, o complemento verbal (objeto direto) aparece com a preposição 
"de" (de+o). Sendo assim, teremos uma Objeto Direto Preposicionado. 
O verbo é transitivo direto, mas o seu complemento aparece com uma preposição. 
Esse tipo de construção é usada com intenções semânticas e pragmáticas. Qual a 
diferença entre as duas frases? 
 Na primeira, indica-se que nós comemos todo o bolo. Na segunda, entende-se que 
comemos parte do bolo, que provamos do bolo (ainda há bolo). 
O objeto indireto é o complemento de verbos transitivos indiretos, ou seja, o verbo exige o 
uso de preposição. 
 Por exemplo: Vou à escola. 
O verbo "ir" é um verbo transitivo indireto, ou seja, ele exige o uso da preposião, que no 
caso citado é a "a". 
 
 
 
GABARITO 
1- a) Os garotos: sintagma nominal; sujeito simples. // do passeio: sintagma nominal; 
complemento verbal (objeto indireto) ou complemento relativo; 
 b) bela: sintagma adjetivo; predicativo do sujeito; 
 c) pelo autor: sintagma preposicional; agente da passiva; 
 d) não: sintagma adverbial. 
2- OI e CR são argumentos do verbo; obrigatoriamente preposicionados; 
OI: beneficiário da ação; em geral, ser animado; substituível na 3.ª pessoa pelos pronomes 
lhe, lhes. 
CR: alvo da ação; em geral, não animado; substituível por pronome tônico (a ele, dele etc.). 
3- a) CR; 
 b) OI 
4- Os adjuntos são acessórios (sintaticamente dispensáveis) e os complementos são 
integrantes (sintaticamente indispensáveis). 
5- a) Predicativo do Objeto; 
 b) Predicativo do Sujeito; 
 c) Predicativo do Objeto; 
 d) Predicativo do Sujeito. 
 O predicativo do sujeito qualifica o sujeito da oração, enquanto o predicativo do objeto 
qualifica o objeto da oração. Essas funções aparecem no predicado nominal ou verbo-nominal, 
quando do sujeito, ou no predicado verbo-nominal, quando do objeto. 
6- O primeiro Sprep é necessário à estrutura e ao sentido do verbo; o segundo é acessório. 
7- O OD é um complemento verbal que estão relacionado a um verbo transitivo direto. O OI é 
um complemento verbal que está relacionado a um verbo transitivo indireto. Logo, o que marca 
a diferença entre essa suas funções é a transitividade verbal, se é necessário ou não o uso de 
preposições. 
 Vale rever as características do Obj. Direto Preposicionado. 
8- a) Preposição + substantivo: qualifica a joia; é um adjunto adnominal. 
 b) Preposição + artigo + substantivo: argumento do verbo distribuir; complemento relativo. 
 c) Preposição + substantivo: especifica a carteira; é um adjunto adnominal. 
9- \u201cpor Ana\u201d: exerce função de Complemento Nominal, pois \u201cpor Ana\u201d é paciente; 
 \u201cde Ana\u201d: exerce função de Adjunto Adnominal, pois \u201cde Ana\u201d é agente. 
10- Ativa, passiva e reflexiva.