diagnosticopsicopedagogico 140501140434 phpapp02
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DisciplinaDiagnóstico e Intervenção em Psicolo43 materiais171 seguidores
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Anderle, Salete Santos, Psicopedagoga- Clínica, Institucional Pedagoga (UCS/RS), 
Alfabetizadora (UCS/RS) Mestrado em Psicopedagogia UNISUL/SC contatos 
salete_anderle@hotmail.com fone 54 32114257 
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- Nível cognitivo 
- Etc 
 
Observações gerais 
 
1. Cada nível de estrutura cognitiva corresponde a uma leitura da 
realidade e um nível de evolução afetiva para estabelecer um vínculo com o 
objeto 
2. Cognitivo \u2013 Operações lógicas que regulam os intercâmbios com o 
meio externo, com a lógica correspondente ao estágio cognitivo a que percebe 
o sujeito. 
3. Diante de determinada situação, o sujeito passará pelos 
momentos de indiscriminação, objetiva parcial e total, em movimentos de ir e 
vir. Quando atinge o patamar, pode passar para outro no mesmo movimento. 
 
Anderle, Salete Santos, Psicopedagoga- Clínica, Institucional Pedagoga (UCS/RS), 
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(MODELO DE REGISTRO) 
Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem \u2013 EOCA 
Nome: Idade: 
Data: / / Horário: a 
Observador; 
 
Anotações Hipóteses 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observações: 
 
 
Anderle, Salete Santos, Psicopedagoga- Clínica, Institucional Pedagoga (UCS/RS), 
Alfabetizadora (UCS/RS) Mestrado em Psicopedagogia UNISUL/SC contatos 
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OBSERVAÇÃO LÚDICA 
 
1. CONCEITO 
Toda a criança interage com brinquedos e expressa a realidade do 
mundo interno e sua relação com o mundo externo. 
Brincar é uma forma de expressão, pois através do jogo ela define 
seus papéis, seu espaço, mostrando suas relações interpessoais. 
Pode receber os limites que lhe são impostos e demonstra como lidar 
com eles. 
 A observação lúdica é uma técnica de compilação de dados que 
auxilia a investigar os aspectos mais significativos para a formulação das 
hipóteses. 
Trata-se de uma observação espontânea na qual a motivação por 
brincar deve ser a sua maior preocupação, do que o fato de se sentir 
observada. 
 
2. OBJETIVOS 
- Auxiliar no diagnóstico de crianças que não responde a outras 
formas de avaliação. 
- Auxiliar na investigação das dificuldades apresentadas nas 
áreas diversas de desenvolvimento, possibilitando o levantamento de 
hipóteses. 
 
3. ESTRATÉGIAS 
- Brinquedos diversos de acordo com a faixa etária, o interesse e 
o que se quer investigar. 
- Os brinquedos são expostos para que a criança interaja com 
eles. 
 
4. PONTOS A SEREM OBSERVADOS 
- A interação da criança frente ao brinquedo 
- O repertório cognitivo, afetivo, motor, funcional, social 
- O nível e o tipo de linguagem 
- A conduta 
- O uso do brinquedo enquanto função real 
- A proposta de brincadeiras 
- A centralização de brinquedos regressivos ou superiores a idade 
da criança 
- O levantamento de hipóteses 
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5. DEMANDA 
A observação lúdica é também indicada no diagnóstico de: 
- Crianças portadoras de necessidades especiais em idade pré-
escolar ou escolar quando não tem repertório de linguagem verbal e não 
respondem a outras formas de investigação; 
- Crianças com suspeita de hiperatividade ou distúrbios de 
comportamento como autismo, psicose, esquizofrenia, etc. e que não 
respondem a outras formas de investigação. 
 
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DIAGNÓSTICO OPERATÓRIO 
 
Características Gerais 
Jean Piaget e colaboradores, após intensas pesquisas, elaboraram 
as provas do diagnóstico operatório que determinam o grau de aquisição de 
algumas noções chaves do desenvolvimento cognitivo, tais como: noção de 
tempo, espaço, conservação, causalidade, numero, etc. 
Por meio das provas operatórias é Possível detectar o nível da 
estrutura cognitiva com que o sujeito opera diante da situação apresentada, ou 
seja, o nível de pensamento alcançado pelo sujeito. 
As idades cronológicas apresentadas para os diversos níveis de 
desenvolvimento estão relacionadas às condições sócio-culturais, sendo 
portanto, uma idade aproximada. 
 
Momento do Diagnóstico 
1. Vínculo 
2. Clarear o que se vai fazer 
3. Apresentação do material da prova (quando o sujeito manuseia 
deve-se ouvir o que ele diz). 
4. A ordem ou consigna 
5. A pergunta propriamente dita não precisa ser translúcida que dirija 
ou direcione a resposta. 
6. Resposta 
7. Primeira transformação do objeto, introdução de uma variável nula, 
ou seja, não transforma o aspecto considerado. 
8. Pedido de argumentação. 
9. Resposta argumentada por: 
- Identidade: quando o sujeito percebe que não se acrescenta nada 
ao material utilizado 
- Identidade subjetiva: quando o sujeito identifica que a quantidade 
de material dada possui a mesma quantidade. 
- Reversibilidade: quando o sujeito argumenta \u2013 \u201cse você voltar a 
forma antiga\u201d. 
- Compensação: quando o sujeito argumenta compensando as 
diferenças das formas apresentadas: \u201cé mais comprida; mais larga; etc\u201d. Pode 
ser conservadora ou não. 
10. Contra-argumentação: Pode-se contradizer o pensamento 
exprimido pelo sujeito (tentar levar em consideração o ponto de vista do sujeito 
e pesquisar se a resposta tem um esquema ou é por mero acaso). 
11. Justificação: resposta do sujeito, pode ser conservadora ou não. 
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12. Segunda transformação 
13. Seqüência dos passos anteriores 
 
Observações 
Quando op sujeito, na argumentação ou justificativa, responde \u201cnão 
sei\u201d, pode ter dificuldades no aspecto operativo, possui a imagem, mas não 
opera mentalmente, ou pode estar no nível intermediário entre um período e 
outro. 
 
Provas Horizontais 
- Seriação 
- Números pequenos 
- Dicotomia 
- Quantidade e inclusão de classes 
- Interseção de classes 
- Transvasamento de líquidos 
- Massa 
- Peso 
- Comprimento 
- Espaço unidimensional 
- Superfície 
- Espaço bi e tridimensional 
- Substâncias homogêneas 
 
Provas complementares e suplementares 
São provas para avaliar os patamares intermediários mais sutis, para 
se saber se o sujeito está longe ou perto do nível. 
- Peso (complementar heterogêneo) 
- Açúcar 
- Ilhas 
- Combinações e permutações 
 
PROVAS DO DIAGNÓSTICO OPERATÓRIO 
 
As provas do diagnóstico operatório adotadas no momento atual, 
foram selecionadas pelos pesquisadores de acordo com os trabalhos de Barbel 
Inhelder e são assim relacionadas: 
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1. Provas de Classificação \u2013 avaliam o domínio do sujeito a 
respeito da classificação. São elas: conservação do número, matéria e líquido. 
2. Provas de Seriação \u2013 Consta de 10m palitos graduados para 
serem organizados segundo seu tamanho. 
3. Mudança de critério ou Dicotomia \u2013 consta de fichas com os 
atributos: cor, forma e tamanho, que devem ser destacados pelo sujeito, 
conforme ordem dada. 
4. Qualificação da inclusão de classes \u2013 esta prova pode ser 
realizada com flores, como o original, ou com animais ou frutas, pois permite