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Aluno: OSIEL VIRGÍNIO DOS SANTOS
	Matrícula: 201605052681
	Disciplina: CEL0268 - MORFOLOGIA PORTUG. 
	Período Acad.: 2017.2 EAD (G) / EX
	
Prezado (a) Aluno(a),
Você fará agora seu EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha (3).
Após a finalização do exercício, você terá acesso ao gabarito. Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.
	
	
		1.
		O signo linguístico é
		
	
	
	
	
	linear, pois não há motivação na relação entre significado e significante.
	
	 
	uma convenção social, pois não podemos utilizá-lo da forma que desejamos.
	
	
	arbitrário, pois o significante é produzido linearmente na cadeia da fala.
	
	
	sempre motivado, pois devemos criar novos elementos, sempre que necessário.
	
	
	imotivado, pois produzimos, individualmente, várias formas.
	 Gabarito Comentado
	
	
		2.
		Uma das contribuições de Saussure, pai da linguística moderna, foi a noção de SIGNO LINGUÍSTICO, que é composto por
		
	
	
	
	
	significante e sistema.
	
	
	sistema e norma.
	
	
	fala e escrita.
	
	
	significado e sistema.
	
	 
	significante e significado.
	
	
	
		3.
		Morfologia é a parte da gramática que estuda:
		
	
	
	
	
	o sentido das palavras
	
	
	a frase
	
	
	a semântica das palavras
	
	 
	as palavras e sua formação
	
	
	a fonologia das palavras
	
	
	
		4.
		Leia o texto a seguir sobre Linguagem e conhecimento.
 
As linguagens utilizadas pelos seres humanos pressupõem conhecimento, por parte de seus usuários, do valor simbólico dos seus signos. A cor verde nos sinais de trânsito, por exemplo, tem um valor simbólico que os habitantes nas cidades devem conhecer: significa autorização para prosseguir. Se não houvesse acordo com relação a esse valor, ou seja, se não fosse possível aos usuários de uma mesma linguagem identificar aquilo a que determinado signo faz referencia, qualquer interação através da atividade da linguagem ficaria prejudicada, pois não haveria comunicação possível. (ABAURRE, Maria Luiza Marques; PONTARA, Marcela N. Gramática: texto: análise e construção de sentido. São Paulo: Moderna, 2006.)
 
De acordo com o texto lido, a mediação pela linguagem é possível por meio
		
	
	
	
	 
	do valor simbólico dos signos
	
	
	das letras e símbolos.
	
	
	de diferentes tipos de linguagem.
	
	
	da cor verde dos sinais de trânsito.
	
	
	de diferentes tipos de língua.
	
	
	
		5.
		Leia o trecho a seguir.
Embora desde princípios deste século linguistas como Antoine Meillet e Ferdinand de Saussure tenham chegado a configurar a língua como um fato social, rigorosamente enquadrado na definição dada por Emile Durkheim, só nos últimos vinte anos, com o desenvolvimento da Sociolinguística, as relações entre a língua e a sociedade passaram a ser caracterizadas com maior precisão. A Sociolinguística, ramo da Linguística que estuda a língua como fenômeno social e cultural, veio mostrar que estas inter-relações são muito complexas e podem assumir diferentes formas. Na maioria das vezes, comprova-se uma co-variação do fenômeno lingüístico e social. Em alguns casos, no entanto, faz mais sentido admitir uma relação direcional: a influencia da sociedade na língua e da língua na sociedade. (CUNHA, Celso; CINTRA, Luis F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 3 ed. Rio de Janeiro: Lexikon Informática, 2007.)
 
A apreensão da língua como forma de linguagem de que trata o trecho de Cunha e Cintra está relacionada ao conceito de linguagem
		
	
	
	
	
	com características típicas da espécie animal (no sentido lato) ou da espécie humana (no sentido stricto).
	
	
	que utiliza fatos sociais explícitos de última hora.
	
	
	como forma de comunicação, que envolve o uso de todos os modos plausíveis de estabelecer a troca comunicativa.
	
	 
	que utiliza tanto elementos verbais quanto elementos não-verbais nas situações comunicativas.
	
	 
	como fato social, determinante nas relações sociais, que são próprias do homem.
	 Gabarito Comentado
	
	
		6.
		Todas as variedades linguísticas são estruturadas, e correspondem a sistemas e subsistemas adequados às necessidades de seus usuários. Mas o fato de estar a língua fortemente ligada à estrutura social e aos sistemas de valores da sociedade conduz a uma avaliação distinta das características das suas diversas modalidades regionais, sociais e estilísticas. A língua padrão, por exemplo, embora seja uma entre as muitas variedades de um idioma, é sempre a mais prestigiosa, porque atua como modelo, como norma, como ideal linguístico de uma comunidade. Do valor normativo decorre a sua função coercitiva sobre as outras variedades, com o que se torna uma ponderável força contrária à variação. Celso Cunha. Nova gramática do português contemporâneo. Adaptado. Depreende-se do texto que uma determinada língua é um
		
	
	
	
	
	conjunto de modalidades linguísticas, dentre as quais algumas são dotadas de normas e outras não o são.
	
	
	complexo de sistemas e subsistemas cujo funcionamento é prejudicado pela heterogeneidade social.
	
	
	conjunto de variedades linguísticas cuja proliferação é vedada pela norma culta.
	
	 
	sistema de signos estruturado segundo as normas instituídas pelo grupo de maior prestígio social.
	
	 
	conjunto de variedades linguísticas, dentre as quais uma alcança maior valor social e passa a ser considerada exemplar.
	
	
	
		7.
		Motivadas ou não historicamente, normas prestigiadas ou estigmatizadas pela comunidade sobrepõem-se ao longo do território, seja numa relação de oposição, seja de complementaridade, sem, contudo, anular a interseção de usos configuram uma norma nacional distinta da do português europeu. Ao focalizar essa questão, que opõe não só as normas do português de Portugal às normas do português brasileiro, mas também as chamadas normas cultas Iocais às populares ou vernáculas, deve-se insistir na ideia de que essas normas se consolidam em diferentes momentos da nossa história e que só a partir do século XVIII se pode começar a pensar na bifurcação das variantes continentais, ora em consequência de mudanças ocorridas no Brasil, ora em Portugal, ora, ainda, em ambos os territórios. CALLOU, D. Gramática, variação e normas.
In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. (orgs). Ensino de gramática: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007 (adaptado).
O português do Brasil não é uma língua uniforme. A variação linguística é um fenômeno natural, ao qual todas as línguas estão sujeitas. Ao considerar as variedades linguísticas, o texto mostra que as normas podem ser aprovadas ou condenadas socialmente, chamando a atenção do leitor para a
		
	
	
	
	
	difusão do português de Portugal em todas as regiões do Brasil só a partir do século XVIII.
	
	 
	existência de usos da língua que caracterizam urna norma nacional do Brasil, distinta da de Portugal.
	
	
	desconsideração da existência das normas populares pelos falantes da norma culta.
	
	
	necessidade de se rejeitar a ideia de que os usos frequentes de uma língua devem ser aceitos.
	
	
	inexistência de normas cultas locais e populares ou vernáculas em um determinado país.
	 Gabarito Comentado
	
	
		8.
		Conforme Fiorin (2006, p. 55), a realidade só tem existência para os homens quando é nomeada, ou seja, só percebemos no mundo o que nossa língua nomeia. Essa afirmativa diz respeito a que postulado saussuriano?
		
	
	
	
	
	Língua e fala.
	
	 
	Signo