SOBREVIVÊNCIA E COMPATIBILIDADE DE TOMATEIRO ENXERTADO EM SOLANÁCEAS E POR DIFERENTES MÉTODOS DE ENXERTIA
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SOBREVIVÊNCIA E COMPATIBILIDADE DE TOMATEIRO ENXERTADO EM SOLANÁCEAS E POR DIFERENTES MÉTODOS DE ENXERTIA


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SOBREVIVÊNCIA E COMPATIBILIDADE DE TOMATEIRO ENXERTADO EM 
SOLANÁCEAS E POR DIFERENTES MÉTODOS DE ENXERTIA 
 
Da Silva, Israel Felipe Lustosa1; De Resende, Juliano Tadeu Vilela2; Zeist, André Ricardo3; 
Dos Santos, Matheus Hermann1; Giacobbo, Clevison Luiz4 
 
1Acadêmico do curso de Agronomia da Universidade Estadual do Centro-Oeste \u2013 
UNICENTRO, Campus Cedeteg, Guarapuva \u2013 PR, Brasil. israel.felipe30@gmail.com 
2Eng°. Agr°. Prof. Dr. Universidade Estadual do Centro-Oeste \u2013 UNICENTRO, Guarapuava \u2013 
PR, Campus Cedeteg, Guarapuva \u2013 PR, Brasil. jresende@unicentro.br 
3Eng°. Agr°. Doutorando do programa de pós-graduação em Agronomia, Produção Vegetal. 
Campus Cedeteg, Universidade Estadual do Centro-Oeste \u2013 UNICENTRO, Guarapuava \u2013 PR, 
Brasil. Departamento de Agronomia, Laboratório de Fisiologia Vegetal, NUPH, UNICENTRO \u2013 
Campus CEDETEG. Rua Simeão Camargo Varela de Sá, 03, Cep: 85040-080 \u2013 Guarapuava \u2013 
PR, Tel. (42) 3629-8248. andre.zeist@bol.com.br 
4Eng°. Agr°. Prof. Dr. Universidade Federal da Fronteira Sul \u2013 UFFS, campus Chapecó, 89813-
140, Chapecó \u2013 SC, Brasil. clevison.giacobbo@uffs.edu.br 
 
RESUMO 
 
Considerando os resultados, é possível inferir que a utilização de S. habrochaites 
como porta-enxerto, possibilita a duplicação da produção de frutos, demonstrando ser 
uma importante alternativa para uso como porta-enxerto. Quanto ao método de 
enxertia, recomenda-se o método de fenda cheia. O presente trabalho teve como 
objetivo avaliar a sobrevivência de plantas e compatibilidade de enxertia em tomateiro 
enxertado sobre diferentes solanáceas e por diferentes métodos de enxertia. Para a 
produção de mudas de tomateiro enxertadas foi empregada a cultivar Santa Cruz 
Kada® como enxerto, utilizando-se de delineamento experimental inteiramente 
casualizado, em esquema fatorial 9 x 2, com três repetições e dez plantas enxertadas 
por parcela. Foram avaliados nove porta-enxertos: 1- acesso de mini-tomate 0224-53; 
2- acesso de mini-tomate RVTC 57; 3- acesso de mini-tomate RVTC 20; 4- acesso de 
mini-tomate 6889-50; 5- espécie silvestre de tomateiro S. habrochaites var hirsutum 
(PI-127826); 6- espécie silvestre de tomateiro S. pennellii \u2018LA716\u2019; 7- cubiu (S. 
sessiliflorum); 8- fisales (P. peruviana); e 9- tomateiro cultivar Santa Cruz Kada® 
(testemunha) e dois métodos de enxertia: 1- fenda cheia (FC); e 2- encostia (EC). Ao 
longo do ciclo da cultura foi avaliada: taxa de sobrevivência de plantas (SP); e 
incompatibilidade de enxertia (IE). Por meio dos resultados obtidos, foi possível inferir 
que não deve-se recomendar a utilização da espécie silvestre de tomateiro Solanum 
pennellii \u2018LA716 e fisales como porta-enxertos. A Espécie silvestre de tomateiro 
Solanum habrochaites var. hirsutum, cubiu e os acessos de mini-tomate 0224-53, 
RVTC 57, RVTC 20 e 6889-50, apresentam potencial para uso como porta-enxertos. 
E que para a utilização de cubiu como porta-enxerto, recomenda-se o método de 
enxertia por fenda cheia, enquanto que para os demais porta-enxertos, tanto o 
método de encostia, como o de fenda cheia são viáveis. 
 
Palavras-Chave: Solanum lycompersicum; espécies silvestres; enxertia.