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Aula 6   Instalações Prediais de Água Fria

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trechos 
2. Soma dos pesos 
3. Cálculo da vazão 
 Q = 0,30  P 
4. Determinação do diâmetro 
5. Determinação da Velocidade 
 V=4.103
𝑄
𝜋.𝐷²
, 𝑠𝑒𝑛𝑑𝑜 𝑄 𝑒𝑚
𝑙
𝑠
, 𝐷 𝑒𝑚 𝑚𝑚 e V em m/s 
6. Perda de carga unitária 
 J=8,69.106
𝑄1,75
𝐷4,75
, sendo Q em
l
s
, D em mm e J em kPa/m 
7. Diferença de cota 
8. Comprimentos – reais e equivalentes 
B-C 
 Real: 15m 
 Equivalente: 2 tê passagem direta + 2 Joelhos 90º + 1 RG= 7,6*2+2*3,4+0,80= 22,8 
Demais trechos 
 Real: 3,15m 
 Equivalente: 1 Tê de passagem lateral = 7,6 (50mm), 7,3 (40mm) e 4,6 (32mm) 
 
 
 
 
 
9. Perdas de carga totais 
10. Pressão disponível e pressão residual 
 Pressão disponível = diferença de cota + pressão residual 
 Pressão residual = pressão disponível – perda de carga total 
11. Pressões necessárias para funcionamento 
 
 
 
 
 
 
 
TABELA 04- PRESSÕES ESTÁTICAS E DINÂMICAS NAS PEÇAS DE UTILIZAÇÃO 
Pontos de utilização Pressão estática Pressão dinâmica 
Mín. Máx. Mín. Máx. 
Aquecedor elétrico de alta pressão 1,00 40,00 0,50 40,00 
Aquecedor elétrico de baixa pressão 1,00 5,00 0,50 4,00 
Aquecedor a gás de alta pressão 1,00 40,00 
Aquecedor a gás de baixa pressão 1,00 5,00 
Bebedouro 2,00 40,00 
Chuveiro elétrico de ½” – 15mm 2,00 40,00 
Chuveiro elétrico de ¾” – 20mm 1,00 40,00 
Torneira 0,50 40,0 
Torneira de bóia para cx descarga – 15mm 1,50 40,00 
Torneira de bóia para cx descarga – 20mm 0,50 40,00 
Torneira de bóia para reservatórios 0,50 40,00 
Válvula de descarga de alta pressão 3,00 40,00 2,00 6,00 
Válvula de descarga de baixa pressão 2,00 40,00 1,20 4,00 
TRECHO 
 SOMA 
DOS 
PESOS 
VAZÃO 
ESTIMADA (l/s) 
DIÂMETRO 
(mm) 
VELOCIDAD
E (m/s) 
PERDA DE 
CARGA 
UNITÁRIA 
(m/m) 
DIFERENÇ
A DE COTA 
(m) 
PRESSÃO 
DISPONÍVEL 
(m) 
COMPRIMENTO (m) PERDA DE CARGA (m) PRESSÃO 
RESIDUAL 
(m) 
PRESSÃO 
REQUERIDA 
(m) 
REAL 
EQUIVALENT
E 
TUBULAÇÃ
O 
CONEXÕE
S 
TOTAL 
BC 384 5,88 75 1,33 0,02 3,8 3,80 15 22,8 0,359 0,545 0,904 2,90 2 
CD 352 5,63 50 2,87 0,15 3,15 6,05 3,15 7,6 0,479 1,156 1,635 4,41 2 
DE 320 5,37 50 2,73 0,14 3,15 7,56 3,15 7,6 0,441 1,063 1,504 6,06 2 
EF 288 5,09 50 2,59 0,13 3,15 9,21 3,15 7,6 0,402 0,970 1,372 7,84 2 
FG 256 4,80 50 2,45 0,12 3,15 10,99 3,15 7,6 0,363 0,875 1,237 9,75 2 
GH 224 4,49 50 2,29 0,10 3,15 12,90 3,15 7,6 0,323 0,778 1,101 11,80 2 
HI 192 4,16 50 2,12 0,09 3,15 14,95 3,15 7,6 0,282 0,680 0,962 13,98 2 
IJ 160 3,79 50 1,93 0,08 3,15 17,13 3,15 7,6 0,240 0,580 0,82 16,31 2 
JK 128 3,39 50 1,73 0,06 3,15 19,46 3,15 7,6 0,198 0,477 0,675 18,79 2 
KL 96 2,94 40 2,34 0,14 3,15 21,94 3,15 7,3 0,444 1,028 1,472 20,47 2 
LM 64 2,40 40 1,91 0,10 3,15 23,62 3,15 7,3 0,311 0,721 1,032 22,59 2 
MN 32 1,70 32 2,11 0,16 3,15 25,74 3,15 4,6 0,490 0,715 1,205 24,53 2 
Barrilete 
Método de Hunter 
 
 Fixamos a perda de carga em 8% = J = 0,08 
 Vazão Total no último pavimento – QB 
 
 Q = 0,30  P 
 
 
 sendo P = ao somatório dos pesos acumulados de todas as 
 colunas no último pavimento 
 
Então entramos no ábaco de Fair-Whipple-Hsiao, determina-se o diâmetro do 
barrilete. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dimensionar um barrilete, segundo a NBR 5626, que alimenta as 4 colunas 
de distribuição, conforme desenho e quadro abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Método das seções equivalente