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cap23   Discos

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drive C, recém formatado.
Capítulo 23 – Discos 23-29
Drives de disquete
Informalmente, a palavra drive tem sido usada para designar os drives de
disquetes (Floppy Disk Drive), mas deve-se ter em mente que seu significado
é bem mais abrangente. Neste livro, quando usarmos isoladamente o termo
drive, estamos nos referindo aos drives de disquete. Note que também
existem outros tipos de drives, como o de CD-ROM, o ZIP Drive, e o HDD
(Hard Disk Drive, um outro nome para disco rígido). 
Figura 23.28
Drive de 1.44 MB, 3½”.
A figura 28 mostra o tipo mais comum de drive de disquetes, ainda usado
em praticamente todos os PCs, apesar de ser totalmente obsoleto. É o drive
de 3½” de alta densidade (HD, ou High Density), com capacidade de 1.44
MB. Observe nas suas partes laterais, os furos onde são instalados os
parafusos que o fixam ao gabinete.
Figura 23.29
Conectores na parte traseira do drive de
disquetes.
23-30 Hardware Total
A figura 29 mostra as conexões existentes na parte traseira de um drive de
disquetes de 3½”. São ao todo duas, sendo que uma delas serve para
conectar o drive na fonte de alimentação, e outra serve para a conexão com
a interface de drives (lembre que esta interface fica localizada na placa de
CPU). Para permitir a conexão dos drives na sua interface, é usado um cabo
apropriado, conhecido como cabo flat para drives. Este cabo sempre é
fornecido juntamente com as placas de CPU.
Figura 23.30
Cabo flat para drives
O cabo flat para drives é mostrado na figura 30. Em geral possui três
conectores (alguns cabos flat antigos possuíam até 5 conectores, para permitir
a conexão de drives de disquetes de 5 1/4”, que usavam conectores
diferentes). Um desses conectores deve ser ligado na placa de CPU (onde
fica a interface para drives de disquete). Os outros dois conectores permitem
a ligação de um ou dois drives de disquete. O drive ligado no conector da
extremidade do cabo será automaticamente selecionado como A. Caso seja
desejado (normalmente ninguém faz isso) instalar um segundo drive de
disquetes, podemos ligá-lo no conector do meio do cabo. Este será
automaticamente selecionado como B.
Entre os diversos conectores que partem da fonte de alimentação, existem
aqueles que são próprios para a conexão ao drive de 3½”. Na figura 31
vemos dois tipos de conectores para drives existentes na fonte de alimen-
tação. O maior deles é próprio para a conexão em discos rígidos, drives de
CD-ROM e drives de disquetes de 5 1/4” (que não são mais usados). O
menor deles é próprio para a conexão em drives de 3½”.
Capítulo 23 – Discos 23-31
Figura 23.31
Conectores da fonte de alimentação.
A maioria das interfaces para drives de disquetes são capazes de controlar
dois drives. Podemos entretanto encontrar algumas interfaces que controlam
um único drive, o que não é problema algum, já que é raríssimo alguém usar
dois drives. 
A instalação e configuração de drives de disquete é bastante simples. Eles
são controlados pelo BIOS, e funcionam perfeitamente no modo MS-DOS.
O Windows também o controla automaticamente, bem como os demais
sistemas operacionais, mas para isto é necessário que estejam declarados no
Standard CMOS Setup. 
Os setores dos disquetes armazenam 512 bytes. O disquete possui duas faces,
cada uma com 80 trilhas, e cada trilha com 18 setores. A capacidade total é
portanto:
2 x 80 x 18 x 512 = 1440 kB
Note que é uma grande imprecisão dizer “1.44 MB”. A capacidade correta é
1440 kB, que não é exatamente igual a 1.44 MB. São ao todo 1.474.560
bytes. Na prática a capacidade é um pouco menor, pois os setores iniciais do
disco não são usados para armazenar dados do usuário. Armazenam o setor
de boot, a tabela de alocação de arquivos (FAT) e o diretório raiz.
Organização de um disquete
Número de faces 2
Número de trilhas 80
Número de setores por trilha 18
Capacidade total: 1.474.560 bytes
Taxa de transferência 45 kB/s
Velocidade de rotação 300 RPM
23-32 Hardware Total
Drives de CD-ROM
Todos os PCs modernos devem ser equipados com drives de CD-ROM. Há
alguns anos atrás, o drive de CD-ROM era um dispositivo supérfluo, só era
necessário em PCs que seriam usados para jogos, para programas de
multimídia e para ouvir música. Um fator entretanto fez esses dispositivos se
tornarem obrigatórios: programas passaram a ser distribuídos, não mais em
disquetes, mas em CDs. Isto foi necessário, já que os disquetes têm uma
capacidade limitadíssima para os padrões atuais. Na época em que os drives
de CD-ROM não eram obrigatórios em um PC, alguns softwares chegavam a
ocupar dúzias de disquetes. Os disquetes tinham várias desvantagens, como
menor vida útil e complexidade de instalação (... coloque o disquete número
27 no drive A e tecle ENTER..). Os CD-ROMs têm grandes vantagens como
mídia para distribuição de programas:
Instalação rápida – A taxa de transferência de um drive de CD-ROM
moderno é superior a 5 MB/s, enquanto a dos disquetes é de apenas 45 kB/s.
Além disso não é preciso perder tempo colocando e retirando disquetes no
drive, basta colocar o CD no drive, e pronto.
Maior durabilidade – Disquetes são muito sensíveis à poeira, calor e
umidade. Em boas condições, duram no máximo 5 anos. Já os CDs têm
durabilidade de no mínimo 10 anos, e são mais resistentes à poeira (desde
que sejam limpos), calor e umidade. 
Menor custo – Em grandes quantidades, o custo de produção de um CD é
de apenas 1 dólar. Meia dúzia de disquetes custam mais que isso. 
Capacidade equivalente à de mais de 400 disquetes – Gravar grandes
quantidades de disquetes em escala industrial é um processo bastante
demorado, mesmo usando máquinas automáticas. A simples gravação de 5
disquetes dura cerca de 10 minutos, enquanto o CD-ROM, produzido em
grandes quantidades, é prensado em poucos segundos, já com seus 650 MB
armazenados. 
Capítulo 23 – Discos 23-33
Figura 23.32
Drive de CD-ROM.
A figura 32 mostra um típico drive de CD-ROM. Na parte frontal existe uma
porta que dá acesso à bandeja, na qual é colocado o CD. Existe um botão
para abrir e fechar a bandeja, um plugue P2 para conectar um fone
(podemos assim ouvir CDs de áudio, tocados diretamente do drive, mesmo
que o computador não tenha uma placa de som. Existe ainda um botão para
regular o volume desta saída para fones. Alguns drives possuem botões para
controlar CDs de áudio, como Play, Stop, Pause, Next Track. Um drive de
CD-ROM não precisa necessariamente ter todos esses botões, já que esses
comandos podem ser feitos a partir do Windows. O único botão que é
realmente necessário é o usado para abrir e fechar a bandeja (Eject/Load). 
Figura 23.33
Parte traseira de um drive de CD-ROM.
Conectores
A figura 33 mostra a parte traseira de um drive de CD-ROM. Nela
encontramos os seguintes conectores:
Conector IDE – Neste conector ligamos o cabo flat IDE, que tem sua outra
extremidade ligada em uma interface IDE da placa de CPU. 
23-34 Hardware Total
Alimentação – Este conector de alimentação é idêntico ao do disco rígido.
Ligamos em um dos conectores disponíveis na fonte de alimentação. 
Áudio analógico – Quando o drive está reproduzindo um CD de áudio, o
som é transferido para a placa de som através deste conector. Os drives de
CD-ROM são fornecidos juntamente com cabos de áudio apropriados, para
ligar esta saída na entrada CD-IN da placa de som. 
Áudio digital – Praticamente todos os drives de CD-ROM modernos
possuem uma saída de áudio digital. Fornece o mesmo som encontrado na
saída de áudio analógico, exceto que em formato digital. Lembre-se que o
som está representado nos CDs de áudio em formato digital. Dentro do drive
este som é convertido para o formato
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