Apostila Testes Dentistica
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Apostila Testes Dentistica


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TESTES - ABITEP \u2013 DENTÍSTICA_ 
www.concursosdeodontologia.com.br dentistica@abitep.org.br Tel.: 11 3214 - 8949 
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DENTÍSTICA 
 
 
 
 
 
 
 
Profa. Dra. Cíntia Saraceni 
 
TESTES - ABITEP \u2013 DENTÍSTICA_ 
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TESTES - PROTEÇÃO DO COMPLEXO DENTINO-PULPAR 
 
1. De acordo com o Grupo Brasileiro de Professores de Dentística 1999, em cavidades profundas em dentes 
permanentes de pacientes jovens em que há menos de 0,5 mm de dentina entre a cavidade e o tecido pulpar e 
possibilidade de micro-exposição pulpar, deve-se utilizar como forro cavitário: 
a) Cimento ou pasta de óxido de zinco + cimento de ionômero de vidro 
b) Cimento ou pasta de óxido de zinco + cimento de policarboxilato 
c) Cimento ou pasta de hidróxido de cálcio + cimento de ionômero de vidro 
d) Cimento ou pasta de hidróxido de cálcio + cimento de polifosfato de zinco 
e) Cimento ou pasta de óxido de zinco + cimento de policarboxilato 
 
2. A proteção do complexo dentino-pulpar, em cavidade muito profunda próxima à polpa, em restauração com 
resina composta, é realizada da seguinte forma: 
a) apenas sistema adesivo 
b) cimento de hidróxido de cálcio e verniz 
c) cimento de hidróxido de cálcio, CIV e sistema adesivo 
d) CIV e sistema adesivo 
e) Verniz e sistema adesivo 
 
3. Em uma cavidade muito profunda de Classe II MOD restaurada com amálgama, o material de proteção pulpar 
utilizado e as paredes cavitárias protegidas são, respectivamente, o cimento de: 
a) Hidróxido de cálcio + verniz, nas paredes pulpar e gengivais 
b) Hidróxido de cálcio ou CIV, nas paredes axiais, pulpar e gengivais 
c) Hidróxido de cálcio nas paredes gengivais 
d) Hidróxido de cálcio ou CIV, nas paredes axiais e pulpar 
e) CIV, nas paredes pulpar e gengivais 
 
4. Dos cimentos usados em Odontologia, apenas dois aderem realmente aos tecidos dentários. São eles: 
a) Fosfato de zinco e óxido de zinco e eugenol 
b) Fosfato de zinco e policarboxilato 
c) Policarboxilato e CIV 
d) CIV e fosfato de zinco 
e) CIV e óxido de zinco e eugenol 
 
5. No cimento de ionômero de vidro, o componente que reduz a viscosidade do líquido é o ácido: 
a) itacônico 
b) fluorsilicato 
c) poliacrílico 
d) metacrílico 
e) tartárico 
 
6. Os cimentos de ionômero de vidro não aderem: 
a) ao cemento 
b) ao aço inoxidável 
c) ao esmalte 
d) ao ouro puro 
e) ao estanho 
 
7. Não é característica do cimento de óxido de zinco e eugenol: 
a) isolante térmico 
b) bactericida 
c) bacteriostático 
d) ação anódina 
e) selamento periférico 
 
8. O cimento de ionômero e vidro modificado por resina e a resina modificada por poliácidos são materiais 
restauradores utilizados em odontologia. Para uma indicação precisa, as características que as diferem são: 
a) a resina modificada por poliácido libera alta concentração de flúor nas primeiras 24 horas 
b) ambos necessitam de condicionamento dentinário com ácido poliacrílico 
c) só o cimento de ionômero e vidro modificado por resinas necessita ser fotopolimerizado 
d) a resina modificada por poliácido é quimicamente ativada 
e) o cimento de ionômero de vidro modificado por resina apresenta a reação ácido-base 
 
9. Didaticamente e de acordo com os achados histológicos, a cárie de dentina pode apresentar 4 camadas, da 
região mais superficial para a mais profunda da estrutura dental. Essas camadas são: 
a) Afetada, esclerosada, desorganizada e infectada. 
b) Afetada, desorganizada, infectada e esclerosada. 
c) Desorganizada, afetada, esclerosada e infectada. 
d) Desorganizada, infectada, afetada e esclerosada. 
e) Infectada, desorganizada, esclerosada e afetada. 
 
 
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10. O tratamento da doença cáries deve ser empregado de acordo com os achados clínicos, radiográficos e 
características individuais de cada paciente. Com base nesse princípio, é correto afirmar que 
a) A tendência atual é de se restaurar primeiramente as lesões maiores antes da adequação do meio bucal, 
principalmente nos indivíduos com alto risco de cáries. 
b) Na presença de muitas lesões cavitadas, o ideal é que se realize o tratamento simultâneo de todas elas, por meio de 
restaurações provisórias ou definitivas, reduzindo-se assim a infecção cariogênica. 
c) A técnica do tratamento restaurador atraumático da cárie apresenta uma proposta diferente e contrária aos 
princípios de adequação do meio bucal. 
d) A vigilância e o monitoramento de lesões incipientes costumam ser empregados principalmente nos indivíduos 
pouco colaborativos e negligentes em relação à higiene bucal. 
e) Se a cor e textura do esmalte dentário não forem totalmente recuperadas após a aplicação da técnica de 
remineralização, pode-se considerar que o tratamento não foi bem sucedido. 
 
11.Os principais componentes do pó do cimento de fosfato de zinco são Óxido de: 
a) Alumínio e de zinco. 
b) Alumínio e de estanho. 
c) Zinco e de magnésio. 
d) Magnésio e fosfato de alumínio. 
e) Estanho e fosfato de alumínio. 
 
 
 
 
AMÁLGAMA, PRINCÍPIOS GERAIS DO PREPARO CAVITÁRIO, 
PREPAROS PARA AMÁLGAMA 
 
1. O instrumento manual de corte e a finalidade do arredondamento do diedro áxio-pulpar de uma cavidade ocluso-
distal a ser restaurada com amálgama são, respectivamente: 
a) machado para dentina; melhor adaptação e retenção do material restaurador à cavidade; 
b) machado para dentina; melhor adaptação do material restaurador e distribuição das forças mastigatórias na 
região; 
c) recortador de margem gengival; reforçar os prismas de esmalte e melhor distribuição das forças mastigatórias; 
d) recortador de margem gengival; melhor adaptação do material restaurador e distribuição das forças 
mastigatórias nesta região; 
e) enxada; melhor adaptação do material restaurador e distribuição das forças mastigatórias neste região. 
 
2. Paciente com 20 anos de idade, sexo masculino, apresenta o dente 17 com vitalidade pulpar e destruição por 
cárie da face oclusal e das cúspides disto-lingual e disto-vestibular. Para realizar uma restauração em amálgama, retida 
a pino rosqueável em dentina, a profundidade e o número ideal de pinos são: 
a) 1mm; 2 para cada cúspide perdida 
b) 1mm; 1 para cada cúspide perdida 
c) 1 mm; 1 na direção da cúspide disto-vestibular 
d) 2mm; 1 para cada cúspide perdida 
e) 2mm; 1 na direção da cúspide dsito-lingual 
 
3. O preparo e a restauração tipo túnel estão indicados em caso de: 
a) rompimento da crista marginal 
b) cáries proximais com total comprometimento da superfície oclusal 
c) acesso direto à lesão proximal 
d) cáries proximais com comprometimento da superfície oclusal 
e) cáries proximais de molares que apresentam superfície oclusal livre de cárie 
 
4. A desvantagem da indicação do preparo em túnel proposto por Hunt e Knight é: 
a) o fato de as cáries proximais normalmente iniciarem-se abaixo do ponto de contato 
b) não igualar a ampla adaptação do amálgama obtida em cavidades Cl II 
c) a mínima remoção de tecido dental, o que torna inviável a extensão do preparo para prevenção 
d) a dificuldade de remoção total da cárie 
e) não ser possível nestes preparos utilizar-se o cimento de ionômero de vidro 
 
5. Paciente jovem apresenta lesão cariosa na superfície distal do dente 27 com fratura da crista marginal. A 
margem gengival da cárie se encontra localizada sub-gengivalmente sem invasão das distâncias biológicas e a face 
oclusal está hígida. Sabendo-se que o paciente é de alto risco à cárie, indique o tipo de preparo cavitário e o material 
restaurador para este caso: 
a) Slot vetical; amálgama
Grasiele
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Morgana
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Olá Lucas pode me mandar no e-mail este material? mohartmann27
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