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Cinética Relatório 1 Violeta genciana

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240
	0,156
	4,98802.
	0,228257687
	-1,477280084
	280
	0,124
	3,96738.
	0,181551977
	-1,706213294
	320
	0,107
	3,41707.
	0,15636896
	-1,855536933
	360
	0,093
	2,96914.
	0,135871157
	-1,99604822
	400
	0,074
	2,37403.
	0,10863836
	-2,219730709
	440
	0,066
	2,10207.
	0,096193265
	-2,341395934
Figura 5 – Determinação da constante de velocidade de reação para temperatura de 30 °C.
	
(Equação 36)
Tabela III – Dados experimentais para reação á temperatura de 35°C
	tempo (s)
	Absorbância
	Concentração
	C/C0
	ln(C/C0)
	0
	0,634
	2,02816.
	1
	0
	30
	0,480
	1,53640.
	0,757532734
	-0,27768853
	60
	0,360
	1,15022.
	0,567124152
	-0,56717704
	90
	0,265
	8,48187.
	0,418204764
	-0,8717841
	120
	0,197
	6,30302.
	0,31077457
	-1,16868748
	150
	0,152
	4,87284.
	0,240258716
	-1,42603895
	180
	0,123
	3,94818.
	0,194667929
	-1,6364601
	210
	0,103
	3,28589.
	0,162012936
	-1,8200791
	240
	0,076
	2,44122.
	0,120365988
	-2,11721827
	270
	0,069
	2,19806.
	0,108376716
	-2,22214201
	300
	0,060
	1,91330.
	0,094336646
	-2,36088555
Figura 6 - Figura – Determinação da constante de velocidade de reação para temperatura de 35 °C.
	
(Equação 37)
Tabela IV – Dados experimentais para reação á temperatura de 40°C.
	tempo (s)
	Absorbância
	Concentração
	C/C0
	ln(C/C0)
	0
	0,656
	2,09919.
	1
	0
	30
	0,407
	1,30124.
	0,619875019
	-0,4782374
	60
	0,298
	9,52171.
	0,453589392
	-0,7905629
	90
	0,199
	6,35101.
	0,302545344
	-1,1955241
	120
	0,137
	4,38971.
	0,209114464
	-1,5648735
	150
	0,104
	3,34028.
	0,159122085
	-1,8380835
	180
	0,081
	2,60119.
	0,123914037
	-2,0881672
Figura 7 – Determinação da constante de velocidade de reação para temperatura de 40 °C.
	
(Equação 38)
Tabela V – Dados experimentais para reação á temperatura de 45°C.
	tempo (s)
	Absorbância
	Concentração
	C/C0
	ln(C/C0)
	0
	0,616
	1,96993.
	1
	0
	20
	0,424
	1,35595.
	0,688322235
	-0,373498186
	40
	0,274
	8,77943.
	0,445671593
	-0,808172936
	60
	0,195
	6,22303.
	0,315900601
	-1,152327669
	80
	0,139
	4,43771.
	0,225272048
	-1,490446505
	100
	0,098
	3,13871.
	0,159330843
	-1,836772465
	120
	0,082
	2,63319.
	0,133668995
	-2,012388724
	140
	0,059
	1,88131.
	0,095501056
	-2,348617977
	160
	0,050
	1,59975.
	0,081208381
	-2,510736826
	180
	0,040
	1,2702.
	0,064479454
	-2,741408644
Figura 8 – Determinação da constante de velocidade de reação para temperatura de 45 °C.
	
(Equação 39)
Os resultados experimentais dos quatro ensaios encontram-se dispostos na Figura 9, sob a forma de concentração adimensional em função do tempo, observa-se que para maiores temperaturas de reação a descoloração do corante ocorre mais rápido.
Figura 9 – Concentração adimensional em função do tempo, para as temperaturas 
Dessa maneira, foi possível determinar os valores das constantes de pseudo-primeira ordem e as constantes de velocidade da reação para as temperatura, conforme a Tabela VI e a Equação 35.
Tabela VI – Constantes de Pseudo-Primeira Ordem e Constante de Velocidade da Reação.
	T(°C)
	T(K)
	1/T (K-1)
	k’(s-1)
	k(mol/L.s)
	ln(k)
	30
	303,15
	0,003299
	0,0053
	0,1325
	-2,02117
	35
	308,15
	0,003245
	0,0081
	0,2025
	-1,59702
	40
	313,15
	0,003193
	0,0116
	0,2900
	-1,23787
	45
	318,15
	0,003143
	0.0152
	0,3800
	-0,96758
Figura 10 - Determinação do fator de frequência e energia de ativação para reação de pseudo-primeira ordem do cristal violeta.
Com base nos quatro valores das constantes cinéticas, é possível, por meio da lei de Arrhenius, calcular a energia de ativação, a partir da inclinação da reta de ajuste, e o fator frequência, esses valores são calculados abaixo.
Fator frequência:
Energia de ativação:
De acordo com Marcato, Bueno e Cardoso (1984), os respectivos valores para a energia de ativação e o fator de frequência são de 50 kJ/mol e 1,215. L/mol.s, que diferem ligeiramente dos valores obtidos neste experimento. [3] Estes desvios podem ser atribuídos a atraso de retirada da amostra e demora da leitura da absorbância da mesma, imprecisão do espectrofotômetro, uso de cubetas de plástico sujas ou riscadas e propagação de erros nos cálculos.
6. Conclusão
Como o coeficiente de correlação linear da curva padrão da violeta genciana é preciso, pois R2=0,996, a equação da reta obtida foi utilizada para obter a concentração ao longo das reações nas temperaturas pré-determinadas por meio da absorbância lida.
Com a realização desse experimento pode-se observar que a temperatura é uma variável de grande influência, pois conforme seu valor é acrescido a constante de velocidade da reação é maior, já que a 30°C foi de 13,25 mol/L.s, a 35°C de 20,15 mol/L.s, a 40°C de 29,00 mol/L.s e a 45°C de 38,00 mol/L.s . O valor da energia de ativação obtido foi de 56,50 kJ/mol e do fator frequência foi de .
7. Referências Bibliográficas 
[1] FOGLER, H. S.; “Elementos de Engenharia das Reações Químicas” – 4ª Edição – Editora LTC, Rio de Janeiro, 2009.
[2] SKOOG, D. A.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R., “Fundamentos da Química Analítica” – Tradução da 8ª Edição Norte Americana, Editora Thomson, São Paulo, 2006.
[3] MARCATO, R.; BUENO, J. M. C.;CARDOSO, D.; “Desempenho de um reator Tubular para fins didáticos”, Universidade Federal de São Carlos, São Paulo, 1984;
 [4] ZANIN, GISELLA MARIA. Laboratório de Engenharia Química III-Notas de Aula. 
[5] VOGEL; Análise Química Quantitativa, 6ª Edição, LTC Editora, Rio de Janeiro, 2002.