resumo geologia sedimentar - Parte 1
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resumo geologia sedimentar - Parte 1


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Bacia Sedimentar : 
Área da crosta 
que afunda, 
área que 
sofreu ou sofre 
subsidência 
continuada, 
com acúmulo 
de sedimento. 
2 
Intemperismo: 
Físico: fragmentação sem 
alteração da composição. 
 
Químico: envolve reações com 
soluções aquosas (alteração 
mineralógica e seleção dos 
elementos). 
 
Dissolução: em minerais 
solúveis em água. 
 
Hidrólise: reação de minerais 
com água. 
 
Acidólise: oxidação, 
carbonatação. 
 
 
Produtos do 
intemperismo: 
\u2022 Minerais resistentes; 
 
\u2022 Minerais neoformados 
(argilominerais); 
 
\u2022 Íons em solução. 
 
3 
 
 
A fábrica silicástica: 
 
 Bacias são alimentadas por 
sedimentos particulados 
(clastos), compostos por 
minerais resistentes, 
argilominerais e íons em 
solução, formados pela 
denudação de áreas 
emersas e transporte por 
rios, vento e geleiras até a 
bacia. 
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Variação no aporte de sedimento: 
Tectonismo e clima. 
\u2022 Enquanto mais inclinado o terreno maior a taxa de 
denudação deste; 
 
\u2022 Como o processo de denudação diminui a 
declividade também diminui o aporte de 
sedimento; 
 
\u2022 O aumento da declividade de uma cordilheira 
pressupõe que o tectonismo supera a denudação. 
 
 
 
 
Produção sedimentar do rio Amazonas: 221 t/km²/ano. 
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Estrutura e dinâmica interna da Terra: 
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Tectônica de placas: 
Limites de placas: 
 
\u2022 Convergente; 
 
\u2022 Divergente; 
 
\u2022 Conservativo. 
Formação de bacia é um processo importante nos três tipos de limite, além do 
contexto intraplaca, gerando bacias com características particulares. 
Interação divergente de placas: 
 
Rifts \u2013 depressões sobre zonas de 
afinamento litosférico. 
 
Interação convergente de placas: 
 
Orógenos - formação de montanhas, 
subducção e colisão. 
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Transporte de sedimento: 
o Transporte de partículas por fluidos. 
Tipos de fluxo: 
(lama e derrame de lava) (ar e água) 
Número de Reynolds: 
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Fluxo de água em um canal: 
No subleito viscoso a 
velocidade (V = 0), 
perdeu para a 
viscosidade. 
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Modos de transporte: 
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Regime de fluxo: 
\u2022 Se o fluxo tem velocidade maior que a 
velocidade de propagação de ondas da 
superfície ele é chamado de 
supercrítico, se não é subcrítico. 
 
\u2022 Esses dois tipos de fluxo formam 
diferentes formas de leito. 
Para conhecer o regime de 
fluxo basta calcular o 
número de Froude: 
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Formas de leito e estratificação: 
Formas de leito comuns: 
 Ondulações: 
 por corrente; 
 por ondas. 
 Dunas subaquáticas: 
 leito plano; 
 antidunas. 
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_ Estrutura sedimentar por migração de formas de leito: 
 
\u2022 Estratificação : Camadas de mais de 1 cm de espessura; 
\u2022 Laminação: Camadas de menos de 1 cm de espessura. 
Laminação cruzada cavalgante: Estratificação cruzada acanalada: 
Crista reta Crista sinuosa 14 
Um pouco do princípio de Isostasia: 
 Subsidência: Resposta a mudança de estado na crosta ou na litosfera ( o 
principal agente é a tectônica global). 
 
 Isostasia: Resposta da crosta as mudanças de estado. 
 
 Compensação Isostática: 
 
 _ Tipo pratt (Variação na densidade); 
 _ Tipo airy (Variação de espessura). 
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Tipos de subsidência: 
Mecânica: 
Afinamento crustal ou 
litosférico, ocorre em áreas 
sujeitas a tectônica 
distensiva. 
Termal: 
Quando há distensão 
térmica a litosfera esfria 
lentamente e ganha 
volume com a 
transformação de 
atenosfera em litosfera , 
aumentando assim a 
densidade . 
Flexural: 
Uma sobrecarga 
(cavalgamento, edifício 
vulcânico) também 
causará compensação 
isostática. 
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\u2022 Os três tipos de subsidência dão origem a três tipos de bacias: 
 
Bacia de subsidência mecânica, termal e flexural. Muitas bacias são formadas 
por mais de um dos processos. 
 
 
 
\u2022 Bacias Sedimentares NÃO são áreas subsidentes passivelmente 
preenchidas por sedimento, os fatores externos influenciam muito na sua 
formação: 
 
 
 _ Taxa de denudação das áreas elevadas, controlando a carga flexural que 
vai para a bacia. 
 
_ Taxa de subsidência isostática, dependendo do aporte sedimentar local. 
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Sedimentos e Rochas sedimentares: 
_ Sedimento autóctone (pouco ou nenhum transporte): 
 Biogênico; 
 Ortoquímico. 
 
_Sedimento alóctone ( sofreu transporte até a bacia): 
 Alobioquímico; 
 Vulcanoclástico; 
 Terrígeno. 
 
Critérios usados para descrever os sedimentos terrígenos: 
Mineralogia: 
Silicatos (quartzo, 
feldspato). 
 
 
Textura: 
Granulação, 
esfericidade e 
arredondamento 
(distância do 
transporte). 
 
Maturidade mineralógica: 
maioria das rochas com o mesmo 
composto mineral. 
 
Maturidade textural: 
maioria das rochas de 
mesmo tamanho e 
distância de transporte 
 
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Sistemas Deposicionais: 
 
 _ É a forma com que o sedimento chega até a bacia, dentre os principais estão: 
fluvial, eólico, glacial, deltaico, barra-barreira. 
 
 
Leques aluviais: 
Fluxo gravitacional: 
 fluxo de 
sedimentos cujo 
movimento depende 
da ação direta da 
gravidade. 
Queda de rochas: 
 mecanismo de 
sustentação (rolamento de 
clastos. 
Escorregamento: 
 mecanismo de 
sustentação 
(deslizamento por plano 
de ruptura). 
Fluxo de lama e detritos: 
 mecanismo de sustentação 
(tensão na matriz). 
Lahars: 
 fluxo de lama de 
cinzas vulcânicas. 
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Grandes sistemas aluviais distributários: 
 
 - Diâmetro de dezenas de km; 
 - Deposição fluvial; 
 - Padrão distributário causado por 
avulsão. 
Leques adjacentes a escarpa: 
 
 - Diâmetros de poucos km; 
 - Fluxo gravitacional ou enchentes de 
lençol; 
 - Abundante em borda de bacia limitada 
por falha. 
Dinâmica do sistema de leque aluvial: 
 
 - frequência de chuvas; 
 - disponibilidade dos sedimentos; 
 - gradiente de relevo; 
 - sismicidade; 
 - tipo de área fonte. 
 
O que é ESCARPA ? 
Uma escarpa, em geomorfologia, é 
uma forma de relevo que é uma área 
de transição entre diferentes províncias 
fisiogeográficas que envolve uma 
elevação aguda, caracterizada pela 
formação de um penhasco ou uma 
encosta íngreme. Wikipédia 
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Sistema fluvial 
Tipos de sistemas de canais: 
Contributário Distributário Anastomosado 
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Estilo de um canal individual: 
Retilíneo Meandrante Entrelaçado 
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Depósitos eólicos 
- Disponibilidade de areia e silte; 
- Cobertura vegetal mínima; 
- Praias , desertos, planícies perigraciais. 
 
\u2022 Dunas livres: aporte sedimentar eólico elevado; 
\u2022 Dunas vegetadas: aporte sedimentar eólico baixo. 
 
 
\u2022 Ripples de água: laminação forte: 
 
\u2022 Ripples de vento: laminação fraca: 
 
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Elementos morfológicos 
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Princípios de 
geologia 
sedimentar 
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Nome: Thiago Ribas Moncinhatto 
NºUSP: 8556721 
E-mail: thiago.moncinhatto@usp.br