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NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
Página 1 
 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
 
 
Equipe Professor Rômulo Passos | 2015 
 
 
CURSO COMPLETO DE ENFERMAGEM P/ 
CONCURSO - 2015 
AULA 21 – DOR E CUIDADOS PALIATIVOS 
 
 
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NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
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 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
Aula nº 21 – Dor e Cuidados Paliativos 
 
Bem-vindo (a) a mais uma aula do nosso curso. 
É importante rememorar que a leitura e resolução de questões comentadas são as 
melhores ferramentas para alcançar a APROVAÇÃO desejada. 
Você é o responsável pela sua VITÓRIA. Estude com afinco todas as aulas deste mega 
curso, não deixe de complementar e aprofundar no site www.questoesnasaude.com.br. 
Desejamos uma ótima leitura e muita garra . 
 
Profº. Caíque Jordan Ribeiro 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
1. CONCEITO 
 
A International Association for the Study of Pain (IASP) definiu a dor como “uma 
experiência sensorial e emocional desagradável, associada a dano tissular real ou potencial, ou 
descrita em termos de tal dano” (POTTER; PERRY, 2010). 
Atualmente, a dor é considerada o 5º SINAL VITAL, ou seja, deve sempre ser avaliada 
e registrada de maneira sistemática com o mesmo rigor dos demais sinais vitais (FC, FR, PA e 
T) (SOUSA, 2002). 
Por se tratar de um fenômeno complexo e multidimensional, diversos fatores estão 
implicados na gênese da experiência dolorosa, tornando-a um evento genuinamente único. 
Dentre os fatores que a influenciam temos: 
 Sensoriais; 
 Cognitivos; 
 Motivacionais; 
 Afetivos; 
 Culturais; 
 Comportamentais; 
 Avaliativos; 
 Emocionais; 
 Sociais; 
 Espirituais. 
Não é responsabilidade do paciente provar que está com dor, é responsabilidade do 
enfermeiro aceitar o relato de dor do paciente, visto que a “dor é qualquer coisa que a pessoa 
que está experimentando diz que é, existindo quando ela diz que sente” (POTTER; PERRY, 
2010). 
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2. CLASSIFICAÇÕES 
 
De acordo com Potter & Perry (2010), a dor pode ser categorizada pela duração (aguda 
ou crônica) ou pela condição patológica (p. ex., câncer ou dor neuropática): 
 Dor aguda: tem uma causa detectável, curta duração (< 3 meses), resposta 
limitada de dano tecidual e emocional e eventualmente passa com ou sem tratamento 
após a cura da lesão (POTTER; PERRY, 2010); 
 Dor crônica: não está relacionada com a permanência ou aparecimento de 
alterações neurovegetativas (sinais de alerta). É considerada como uma doença que 
persiste e não como sintoma; não desaparece após a cura da lesão ou está relacionada 
a processos patológicos crônicos um tempo igual ou superior a três meses da 
vigência de dor (SALLUM; GARCIA; SANCHES, 2012); 
 Dor oncológica: geralmente está relacionada à progressão do tumor e ao seu 
processo patológico, procedimentos invasivos, toxicidade do tratamento, infecção e 
limitações físicas (POTTER; PERRY, 2010); 
 Dor nociceptiva: deriva de uma lesão tecidual contínua, e neste caso o sistema 
nervoso central se mantém íntegro, isto é, ocorre quando há ativação dos 
nociceptores. Inclui a dor somática (musculoesquelética) e dor visceral (órgãos 
internos) (POTTER; PERRY, 2010); 
 Dor neuropática: surge de nervos anormais ou danificados (POTTER; PERRY, 
2010); 
 Dor idiopática: é dor crônica na ausência de uma causa física ou psicológica 
identificável ou dor percebida como excessiva para a extensão da condição 
patológica orgânica (POTTER; PERRY, 2010); 
 
 
 
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3. REPERCUSSÕES CLÍNICAS 
 
As principais repercussões provenientes do manejo inadequado da dor aguda estão 
relacionadas às alterações neurovegetativas, pois o sistema nervoso autônomo é estimulado 
com subsequente resposta do tipo “lute ou fuja” (POTTER; PERRY, 2010). Citaremos 
algumas delas abaixo (SALLUM; GARCIA; SANCHES, 2012): 
 Taquicardia, arritmias, aumento do trabalho cardíaco e aumento da pressão 
arterial; 
 Diminuição da saturação de oxigênio e da oferta de oxigênio aos tecidos 
 Agitação, ansiedade e medo; 
 Sudorese; 
 Risco de sangramento; 
 Aumento da contração muscular. 
Essas respostas geram como principais complicadores (SALLUM; GARCIA; 
SANCHES, 2012): 
 Diminuição do sono; 
 Perda ou diminuição do apetite; 
 Desidratação; 
 Dificuldade para deambular e para mexer-se na cama; 
 Dificuldade para respirar profundamente decorrente da diminuição da 
expansibilidade torácica (respiração superficial) e para tossir; 
 Aumento no tempo de internação; 
 Aumento dos níveis de cortisol; 
 Riscos aumentados para processos tromboembólicos e infecciosos. 
Os estudos recentes tem demonstrado que os fatores desencadeantes desses problemas 
são: subtratamento e subavaliação da dor, o reduzido uso de opioides, a inadequada formação 
de profissionais de saúde quanto ao fenômeno álgico e medicamentoso, crenças e valores 
errôneos frente à dor e analgesia, a dificuldade em aferir a dor ou a não sistematização da 
avaliação (SALLUM; GARCIA; SANCHES, 2012). 
 
 
 
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4. MEDIÇÃO DA DOR 
 
O autorrelato de dor é o mais simples e confiável indicador da existência e intensidade 
da dor (padrão-ouro). A avaliação de características comuns da dor ajuda a construir uma 
compreensão do tipo de dor, padrão e tipos de intervenção que trazem alívio (POTTER; 
PERRY, 2010). 
Logo, é importante estabelecer a diferença entre mensuração e avaliação do fenômeno 
doloroso: 
 Mensuração: é quantificação de um dos aspectos da dor por meio de escalas 
unidimensionais, as quais são de aplicação rápida, prática e simples. Comumente 
são empregadas para mensurar a intensidade da dor ou descrever sua localização, a 
exemplo das escalas verbal numérica (EVN), visual analógica (EVA), de descritores 
verbais (leve, moderada e intensa), de faces do Cebolinha, de Wong-Baker e o 
diagrama corporal (OLIVEIRA et al., 2014; SALLUM; GARCIA; SANCHES, 
2012). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTES: http://www.carlagomes.pt/wp-content/uploads/2014/01/escala-de-dor-a.jpg 
http://pediatriasaopaulo.usp.br/upload/html/1188/img/06t6.gif 
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 Avaliação: é uma tarefa mais complexa, sendo utilizada com maior frequência 
nos casos de dores crônicas e procura entender de forma abrangente como a dor 
interfere na vida do indivíduo. As escalas mais indicadas para a avaliação são as 
multidimensionais como o Questionário de McGill e a Escala Multidimensional da 
Dor (EMADOR) (OLIVEIRA et al., 2014; SALLUM; GARCIA; SANCHES, 2012). 
Potter & Perry (2010)ainda caracterizam a dor segundo: 
 Início, duração, localização e intensidade; 
 Qualidade: pontada, “chuchada”, em facada, em aperto, queimação, choque. 
 Padrão de dor: período do dia em que a dor piora, se é intermitente, 
constante ou uma combinação delas; 
 Medidas de alívio (atenuantes) e agravantes; 
 Efeitos da dor no paciente. 
 
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5. MANEJO DA DOR: INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM 
 
Os enfermeiros administram e monitoram intervenções prescritas pelos médicos, bem 
como usam medidas independentes para o alívio da dor. Assim, tais medidas são classificadas 
em (POTTER; PERRY, 2010): 
 Medidas farmacológicas para o alívio da dor: existem três tipos de analgésicos 
- (1) não opioides [anti-inflamatórios não esteroidais (Aines)]; (2) opioides 
(narcóticos - morfina, fentanil, sulfentanil, meperidina); (3) analgésicos adjuvantes 
(medicamentos que melhoram os analgésicos ou que possuem propriedades 
analgésicas que eram desconhecidas) (POTTER; PERRY, 2010). Vale ressaltar que o 
conceito de escada analgésica da OMS deve ser seguido, conforme a imagem a 
seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Medidas não farmacológicas para o alívio da dor: incluem abordagens 
cognitivo-comportamentais e físicas, como biofeedback, relaxamento, imagem 
guiada, distração, estimulação cutânea [massagem, banho quente, bolsa de gelo e 
estimulação elétrica transcutânea (TENS)] (POTTER; PERRY, 2010). 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE: http://rmmg.org/content/imagebank/imagens/v22s7a04-fig02.jpg 
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De acordo com a situação, as ações de enfermagem podem englobar diversas técnicas, 
que podem ser desenvolvidas de forma direta ou indireta através de (RIGOTTI; FERREIRA, 
2005): 
 Aproveitamento de um relacionamento confiante; 
 Criação de um ambiente calmo; 
 Criação de uma sensação de conforto geral; 
 Mudanças de posição; 
 Distração para desviar a sua atenção da dor; 
 Alteração na condução do estímulo; 
 Técnicas de modificação comportamental; 
 Promoção da autoconfiança; 
 Estabelecimento de uma boa comunicação-empatia; 
 Apoio emocional ao doente e família. 
 
 
 
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6. CLÍNICAS DE DOR, CUIDADOS PALIATIVOS E HOSPICES 
 
O Cuidado Paliativo se confunde historicamente com o termo Hospice. Esta palavra 
data dos primórdios da era cristã quando estas instituições fizeram parte da disseminação do 
cristianismo pela Europa. Hospices eram abrigos (hospedarias) destinados a receber e cuidar 
de peregrinos e viajantes, cujo relato mais antigo remonta ao século V (ANCP, 2012). 
Atualmente, Hospices são programas para o cuidado de pacientes com doenças crônicas no 
fim da vida que os ajudam a viver em casa com conforto e privacidade (POTTER; PERRY, 
2010). 
Segundo a definição da OMS (2002), “Cuidado Paliativo é uma abordagem que 
promove a qualidade de vida de pacientes e seus familiares, que enfrentam doenças que 
ameacem a continuidade da vida, através da prevenção e alívio do sofrimento. Requer a 
identificação precoce, avaliação e tratamento da dor e outros problemas de natureza física, 
psicossocial e espiritual”. Ainda de acordo com a OMS (2002), os princípios dessa 
abordagem são os seguintes: 
1. Promover o alívio da dor e outros sintomas desagradáveis 
2. Afirmar a vida e considerar a morte como um processo normal da vida 
3. Não acelerar nem adiar a morte 
4. Integrar os aspectos psicológicos e espirituais no cuidado ao paciente 
5. Oferecer um sistema de suporte que possibilite o paciente viver tão ativamente quanto 
possível, até o momento da sua morte 
6. Oferecer sistema de suporte para auxiliar os familiares durante a doença do paciente e 
a enfrentar o luto 
7. Abordagem multiprofissional para focar as necessidades dos pacientes e seus 
familiares, incluindo acompanhamento no luto 
8. Melhorar a qualidade de vida e influenciar positivamente o curso da doença 
9. Deve ser iniciado o mais precocemente possível, juntamente com outras medidas de 
prolongamento da vida, como a quimioterapia e a radioterapia e incluir todas as 
investigações necessárias para melhor compreender e controlar situações clínicas 
estressantes. 
 
 
 
 
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7. QUESTÕES COMENTADAS 
 
1. (Prefeitura de Paranavaí-PR/AOCP/2012) No que se refere à assistência de Enfermagem 
ao paciente que sente dor, assinale a alternativa correta. 
a) As estratégias de tratamento da dor no campo da Enfermagem são muito restritas, uma vez 
que as medidas para alívio da dor são estritamente farmacológicas. 
b) Os placebos devem ser usados para testar a verdade da pessoa em relação à dor, sendo 
considerado a primeira linha de tratamento. 
c) As prostaglandinas são substâncias que diminuem a sensibilidade à dor, sendo indicada a 
administração deste medicamento no tratamento da dor crônica. 
d) Como a dor é considerada uma reação fisiológica subjetiva, o uso de escalas de avaliação 
para identificar sua intensidade é contra indicado. 
e) O enfermeiro deve ensinar estratégias adicionais ao paciente para aliviar a dor e o 
desconforto como a distração, o relaxamento e a estimulação cutânea. 
COMENTÁRIOS: 
Os enfermeiros administram e monitoram intervenções prescritas pelos médicos, bem 
como usam medidas independentes para o alívio da dor: 
 Medidas não farmacológicas para o alívio da dor: incluem abordagens 
cognitivo-comportamentais e físicas, como biofeedback, relaxamento, imagem 
guiada, distração, estimulação cutânea [massagem, banho quente, bolsa de gelo e 
estimulação elétrica transcutânea (TENS)] (POTTER; PERRY, 2010). 
Logo, a resposta correta é a letra E. 
 
 
 
 
 
 
 
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2. (Prefeitura de Ibiporã-PR/AOCP/2011) Sobre a Dor é correto afirmar que 
a) a dor referida acontece quando o paciente já não apresenta mais um membro, por ocasião 
de amputação, e o mesmo percebe um estímulo em uma região que já não existe. 
b) endorfinas são substâncias químicas que aumentam a sensibilidade dos receptores de dor 
por estimular o efeito de geração da dor das catecolaminas. 
c) como não existem instrumentos para avaliação da dor, o enfermeiro deve ter habilidade de 
tirar suas próprias conclusões de acordo com os sinais apresentados pelos pacientes. 
d) o uso de medicamentos placebos é indicado para pacientes que referem quadros dolorosos 
para o enfermeiro ter certeza de que o mesmo está sentindo dor. 
e) a experiência dolorosa de uma pessoa é influenciada por inúmeros fatores, incluindo 
experiências pregressas com a dor, ansiedade, idade e expectativas a respeito do alívio da dor. 
COMENTÁRIOS: 
A dor é considerada o 5º SINAL VITAL, isto é, sua avaliação e registro deve ser 
sempre de maneira sistemática com o mesmo rigor dos demais sinais vitais (FC, FR, PA e T) 
(SOUSA, 2002). Por se tratar de um fenômeno complexoe multidimensional, diversos fatores 
estão implicados na gênese da experiência dolorosa, tornando-a um evento genuinamente 
único. Logo, “não há duas pessoas que sintam a dor da mesma maneira, e não há dois eventos 
dolorosos que gerem sentimentos ou respostas idênticos em uma pessoa” (POTTER; PERRY, 
2010). Dentre os fatores que influenciam a dor, temos: 
 Sensoriais; 
 Cognitivos; 
 Motivacionais; 
 Afetivos; 
 Culturais; 
 Comportamentais; 
 Avaliativos; 
 Emocionais; 
 Sociais; 
 Espirituais. 
Diante do exposto, a o gabarito da questão é a letra E. 
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3. (Prefeitura de Piripiri-PI/LUDUS/2012) Nas UTIs são comuns os tratamentos de dor. A 
dor pode ser classificada em aguda, crônica, neuropática e nociceptiva e a sua avaliação 
compreende: o exame clínico, a caracterização da dor , sua repercussão nas atividades de vida 
diária e a investigação de elementos psíquicos e socioculturais significativos. Com 
sustentáculo neste âmbito, analise as alternativas a seguir e identifique a CORRETA: 
a) A avaliação do doente compreende a realização do exame físico geral, com atenção aos 
sistemas neurológico e músculo-esquelético. A inspeção deve identificar áreas e pontos 
dolorosos, contraturas, atrofias, flacidez e limitações de movimento articular. 
b) Alterações de sensibilidade dificilmente acompanham as dores neuropáticas. 
c) A descrição das características da dor não é essencial como o local, início, intensidade, 
qualidade, assim como os comportamentos de dor como a vocalização, expressão facial e 
movimento corporal. 
d) A mensuração de parâmetros biológicos é mais utilizada para a dor aguda, devido à 
adaptação das respostas neurovegetativas que ocorre na dor crônica. 
e) Importante avaliar as inabilidades, incapacidades e prejuízo social advindos da síndrome 
dolorosa, bem como o humor que pode ficar comprometido pela dor; as alterações do humor 
podem interferir na interpretação e no relato da dor. A emoção mais comumente associada 
à dor crônica é a ansiedade e a dor aguda, é a depressão 
COMENTÁRIOS: 
Prezados concurseiros, após o estímulo álgico, o sistema nervoso simpático é ativado 
gerando uma resposta ao estresse do tipo “luta ou fuga” da síndrome geral de adaptação. Tal 
estimulação resulta em resposta fisiológicas com alterações vegetativas como (SALLUM; 
GARCIA; SANCHES, 2012): 
 Taquicardia, arritmias, aumento do trabalho cardíaco e aumento da pressão 
arterial; 
 Diminuição da saturação de oxigênio e da oferta de oxigênio aos tecidos 
 Agitação, ansiedade e medo; 
 Sudorese; 
 Risco de sangramento; 
 Aumento da contração muscular. 
 
 
 
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Todavia, alterações de sinais vitais, frequentemente são mais indicativas de outros 
problemas do que de dor (drogas vasoativas e doenças de base). Logo, os clientes com dor 
nem sempre evidenciarão mudanças nos sinais vitais, sobretudo pacientes com dor crônica, 
nos quais dificilmente tais alterações podem não existir devido à adaptação às respostas 
neurovegetativas (POTTER; PERRY, 2012). 
Diante do exposto, a resposta correta é a letra D. 
 
4. (Secretaria de Saúde do Distrito Federal-DF/UNIVERSA/2011) A Organização 
Mundial de Saúde (OMS) conceitua cuidados paliativos como uma abordagem que tem por 
objetivo melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares, que enfrentam 
problemas associados a doenças que põem em risco a vida. A respeito desse assunto, assinale 
a alternativa correta. 
a) A assistência paliativa é voltada ao controle dos sintomas e à busca da cura, com vistas a 
preservar a qualidade de vida até o final. 
b) A fadiga é um sinal muito prevalente em cuidados paliativos e, por se limitar a questões 
físicas, devem ser instituídas medidas exclusivamente farmacológicas para o alívio do 
cansaço e da dispneia. 
c) Os quadros de delírio, demência, ansiedade e depressão são reflexos de alterações 
emocionais e afetivas no paciente com câncer, devendo ser detectados precocemente, a fim de 
se intervir rápida e adequadamente. 
d) Efeitos adversos de algumas medicações para o tratamento do câncer, como os opioides e 
antidepressivos tricíclicos, bem como as mudanças orgânicas decorrentes do câncer 
avançado, provocam a sintomatologia gastrintestinal mais frequente em cuidados paliativos, 
que é a diarreia. 
e) A hipodermóclise representa uma via alternativa para suporte clínico de pacientes em 
cuidados paliativos, em que há infusão de fluidos isotônicos e (ou) medicamentos por via 
subcutânea. Tem como vantagens o baixo custo, a possibilidade de alta precoce e o risco 
mínimo de complicações locais ou sistêmicas. 
COMENTÁRIOS: 
De acordo com o INCA (2009), a infusão de fluidos isotônicos e/ou medicamentos por 
via subcutânea é denominada hipodermóclise ou terapia subcutânea e tem como objetivo a 
reposição hidroeletrolítica e/ou terapia medicamentosa. 
 
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As principais indicações para o uso da hipodermóclise são: 
1. Impossibilidade de ingestão por via oral; 
2. Impossibilidade de acesso venoso; 
 3. Possibilidade de permanência do paciente em domicílio. 
 
Suas principais vantagens são: 
1. Baixo custo; 
2. Possibilidade de alta hospitalar precoce; 
3. Risco mínimo de desconforto ou complicação local; 
4. Risco mínimo de complicações sistêmicas. 
Portanto, a resposta correta é a letra E. 
 
5. (Secretaria de Saúde do Distrito Federal/IADES/SES-DFA/2014) Assinale a alternativa 
relacionada à assistência de enfermagem nos cuidados paliativos. 
a) Hospitalização. 
b) Reanimação a qualquer custo. 
c) Assistência exclusivamente médica. 
d) Assistência domiciliar com equipe multidisciplinar. 
e) Uso de materiais e equipamentos de ponta. 
COMENTÁRIOS: 
Prezados concurseiros, vejamos o conceito de CUIDADOS PALIATIVOS Gegundo a 
definição da OMS (2002): “é uma abordagem que promove a qualidade de vida de pacientes e 
seus familiares, que enfrentam doenças que ameacem a continuidade da vida, através da 
prevenção e alívio do sofrimento. Requer a identificação precoce, avaliação e tratamento da 
dor e outros problemas de natureza física, psicossocial e espiritual”. 
Diante do exposto, podemos perceber que a única alternativa que vai ao encontro do 
conceito elucidado é a alternativa D. 
 
 
 
 
 
 
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6. (Prefeitura de Carandaí-MG/REIS & REIS/2014) Hipodermóclise é uma técnica antiga, 
que teve seu primeiro relato em 1913, mas deixou de ser utilizada devido à maneira incorreta 
de uso. Hoje, essa técnica esta sendo novamente utilizada em pacientes que estão em cuidados 
paliativos, marque a alternativa correta em relação a via de administração desta técnica: 
a) Intramuscular 
b) Subcutânea 
c) Endovenosa 
d) Oral 
COMENTÁRIOS: 
De acordo com o INCA (2009), a infusão de fluidos isotônicos e/ou medicamentos por 
via subcutânea é denominada hipodermóclise ou terapia subcutânea e tem como objetivo a 
reposição hidroeletrolítica e/ou terapia medicamentosa. 
 As principais indicaçõespara o uso da hipodermóclise são: 
1. Impossibilidade de ingestão por via oral: pacientes em cuidados paliativos que 
apresentem embotamento cognitivo, náuseas e vômitos incoercíveis, obstrução do trato 
gastrintestinal por neoplasia. 
2. Impossibilidade de acesso venoso: pacientes com difícil acesso venoso e que tenham 
o seu sofrimento aumentado pelas constantes tentativas de punção; pacientes cujo acesso 
venoso represente impossibilidade ou limitação para a administração de medicamentos e 
fluidos decorrentes de flebites, trombose venosa e sinais flogísticos. 
3. Possibilidade de permanência do paciente em domicílio: por ser um método seguro, 
sem graves complicações e facilmente manipulado pelo paciente ou familiar/cuidador, está 
indicada a terapia subcutânea para o uso em domicílio. 
 Portanto, a resposta correta é a letra B. 
 
7. (Prefeitura de Parnaíba-PI/COPESE/ 2010) Durante o exame físico, a dor é avaliada, 
sendo importante que o enfermeiro considere que: 
a) dor é apenas um fenômeno subjetivo. 
b) dor crônica e dor aguda são frequentemente expressas da mesma forma. 
c) ocorre um desvio característico nos sinais vitais para todos os clientes sentindo dor. 
d) dor crônica pode ser expressa de forma muito diferente da dor aguda. 
e) a dor deve ser avaliada apenas uma vez. 
 
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COMENTÁRIOS: 
A dor é definida como “uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada 
a dano tissular real ou potencial, ou descrita em termos de tal dano” e é considerada o quinto 
sinal vital (POTTER; PERRY, 2010). Vejamos abaixo as principais diferenças entre dor 
aguda e crônica: 
Dor aguda: tem uma causa detectável, curta duração (< 3 meses), resposta limitada de 
dano tecidual e emocional e eventualmente passa com ou sem tratamento após a cura da lesão 
(POTTER; PERRY, 2010); 
Dor crônica: não está relacionada com a permanência ou aparecimento de alterações 
neurovegetativas (sinais de alerta). É considerada como uma doença que persiste e não como 
sintoma; não desaparece após a cura da lesão ou está relacionada a processos patológicos 
crônicos um tempo igual ou superior a três meses da vigência de dor (SALLUM; GARCIA; 
SANCHES, 2012). 
Logo, a resposta correta é a letra D. 
 
 
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REFERÊNCIAS 
ANCP. Manual de Cuidados Paliativos ANCP. 2. ed. Rio de Janeiro: Diagraphic, 2012. 
BUDÓ et al. A cultura permeando os sentimentos e as reações frente à dor. Rev Esc 
Enferm USP. 2007;41(1):36–43. 
POTTER; PERRY. Fundamentos de enfermagem. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 
RIGOTTI; FERREIRA. Intervenções de enfermagem ao paciente com dor. Arq Ciênc 
Saúde 2005 jan-mar;12(1):50-4 
SALLUM; GARCIA; SANCHES. Dor aguda e crônica: revisão narrativa da literatura. 
Acta Paul Enferm. 2012;25(Número Especial 1):150-4. 
SILVA; DELIBERATO. Análise das escalas de dor: revisão de literatura. Revista 
Brasileira de Ciências da Saúde, ano VII, nº 19, jan/mar 2009. 
SOUSA. Dor: o quinto sinal vital. Rev Latino-am Enfermagem, 2002 maio-junho; 
10(3):446-7. 
OLIVEIRA et al. Measurement of pain in clinical nursing practice: integrative review. 
Rev enferm UFPE Online. 2014;8(8):2872–82. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LISTA DE QUESTÕES 
 
1. (Prefeitura de Paranavaí-PR/AOCP/2012) No que se refere à assistência de Enfermagem 
ao paciente que sente dor, assinale a alternativa correta. 
a) As estratégias de tratamento da dor no campo da Enfermagem são muito restritas, uma vez 
que as medidas para alívio da dor são estritamente farmacológicas. 
b) Os placebos devem ser usados para testar a verdade da pessoa em relação à dor, sendo 
considerado a primeira linha de tratamento. 
c) As prostaglandinas são substâncias que diminuem a sensibilidade à dor, sendo indicada a 
administração deste medicamento no tratamento da dor crônica. 
d) Como a dor é considerada uma reação fisiológica subjetiva, o uso de escalas de avaliação 
para identificar sua intensidade é contra indicado. 
e) O enfermeiro deve ensinar estratégias adicionais ao paciente para aliviar a dor e o 
desconforto como a distração, o relaxamento e a estimulação cutânea. 
 
2. (Prefeitura de Ibiporã-PR/AOCP/2011) Sobre a Dor é correto afirmar que: 
a) a dor referida acontece quando o paciente já não apresenta mais um membro, por ocasião 
de amputação, e o mesmo percebe um estímulo em uma região que já não existe. 
b) endorfinas são substâncias químicas que aumentam a sensibilidade dos receptores de dor 
por estimular o efeito de geração da dor das catecolaminas. 
c) como não existem instrumentos para avaliação da dor, o enfermeiro deve ter habilidade de 
tirar suas próprias conclusões de acordo com os sinais apresentados pelos pacientes. 
d) o uso de medicamentos placebos é indicado para pacientes que referem quadros dolorosos 
para o enfermeiro ter certeza de que o mesmo está sentindo dor. 
e) a experiência dolorosa de uma pessoa é influenciada por inúmeros fatores, incluindo 
experiências pregressas com a dor, ansiedade, idade e expectativas a respeito do alívio da dor. 
 
 
 
 
 
 
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3. (Prefeitura de Piripiri-PI/LUDUS/2012) Nas UTIs são comuns os tratamentos de dor. A 
dor pode ser classificada em aguda, crônica, neuropática e nociceptiva e a sua avaliação 
compreende: o exame clínico, a caracterização da dor , sua repercussão nas atividades de vida 
diária e a investigação de elementos psíquicos e socioculturais significativos. Com 
sustentáculo neste âmbito, analise as alternativas a seguir e identifique a CORRETA: 
a) A avaliação do doente compreende a realização do exame físico geral, com atenção aos 
sistemas neurológico e músculo-esquelético. A inspeção deve identificar áreas e pontos 
dolorosos, contraturas, atrofias, flacidez e limitações de movimento articular. 
b) Alterações de sensibilidade dificilmente acompanham as dores neuropáticas. 
c) A descrição das características da dor não é essencial como o local, início, intensidade, 
qualidade, assim como os comportamentos de dor como a vocalização, expressão facial e 
movimento corporal. 
d) A mensuração de parâmetros biológicos é mais utilizada para a dor aguda, devido à 
adaptação das respostas neurovegetativas que ocorre na dor crônica. 
e) Importante avaliar as inabilidades, incapacidades e prejuízo social advindos da síndrome 
dolorosa, bem como o humor que pode ficar comprometido pela dor; as alterações do humor 
podem interferir na interpretação e no relato da dor. A emoção mais comumente associada 
à dor crônica é a ansiedade e a dor aguda, é a depressão 
 
4. (Secretaria de Saúde do Distrito Federal-DF/UNIVERSA/2011) A Organização 
Mundial de Saúde (OMS) conceitua cuidados paliativos como uma abordagem que tem por 
objetivo melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares, que enfrentam 
problemas associados a doenças que põem em risco a vida. A respeito desse assunto, assinale 
a alternativa correta. 
a) A assistência paliativa é voltadaao controle dos sintomas e à busca da cura, com vistas a 
preservar a qualidade de vida até o final. 
b) A fadiga é um sinal muito prevalente em cuidados paliativos e, por se limitar a questões 
físicas, devem ser instituídas medidas exclusivamente farmacológicas para o alívio do 
cansaço e da dispneia. 
c) Os quadros de delírio, demência, ansiedade e depressão são reflexos de alterações 
emocionais e afetivas no paciente com câncer, devendo ser detectados precocemente, a fim de 
se intervir rápida e adequadamente. 
 
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d) Efeitos adversos de algumas medicações para o tratamento do câncer, como os opioides e 
antidepressivos tricíclicos, bem como as mudanças orgânicas decorrentes do câncer 
avançado, provocam a sintomatologia gastrintestinal mais frequente em cuidados paliativos, 
que é a diarreia. 
e) A hipodermóclise representa uma via alternativa para suporte clínico de pacientes em 
cuidados paliativos, em que há infusão de fluidos isotônicos e (ou) medicamentos por via 
subcutânea. Tem como vantagens o baixo custo, a possibilidade de alta precoce e o risco 
mínimo de complicações locais ou sistêmicas. 
 
5. (Secretaria de Saúde do Distrito Federal/IADES/SES-DFA/2014) Assinale a alternativa 
relacionada à assistência de enfermagem nos cuidados paliativos. 
a) Hospitalização. 
b) Reanimação a qualquer custo. 
c) Assistência exclusivamente médica. 
d) Assistência domiciliar com equipe multidisciplinar. 
e) Uso de materiais e equipamentos de ponta. 
 
6. (Prefeitura de Carandaí-MG/REIS & REIS/2014) Hipodermóclise é uma técnica antiga, 
que teve seu primeiro relato em 1913, mas deixou de ser utilizada devido à maneira incorreta 
de uso. Hoje, essa técnica esta sendo novamente utilizada em pacientes que estão em cuidados 
paliativos, marque a alternativa correta em relação a via de administração desta técnica: 
a) Intramuscular 
b) Subcutânea 
c) Endovenosa 
d) Oral 
 
7. (Prefeitura de Parnaíba-PI/COPESE/ 2010) Durante o exame físico, a dor é avaliada, 
sendo importante que o enfermeiro considere que: 
a) dor é apenas um fenômeno subjetivo. 
b) dor crônica e dor aguda são frequentemente expressas da mesma forma. 
c) ocorre um desvio característico nos sinais vitais para todos os clientes sentindo dor. 
d) dor crônica pode ser expressa de forma muito diferente da dor aguda. 
e) a dor deve ser avaliada apenas uma vez. 
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GABARITO 
 
1. E 
2. E 
3. D 
4. E 
5. D 
6. B 
7. D 
 
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