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Novo Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
 
 
 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
Página 1 
 
 
 
Equipe Professor Rômulo Passos | 2015 
 
CURSO COMPLETO DE ENFERMAGEM 
P/ CONCURSO - 2015 
AULA Nº 36 – EPIDEMIOLOGIA E 
INDICADORES DE SAÚDE 
 
sandra luiza - 565.067.591-00
Novo Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
 
 
 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
Página 2 
 
Amigo (a)! 
 
Com muita disciplina e determinação chegamos a mais uma aula do nosso curso. 
 Nessa aula, iremos abordar os conteúdos referentes ao tema Epidemiologia e 
Indicadores de Saúde. 
Primeiramente, faremos uma abordagem teórica do tema proposto e, em seguida 
as questões cobradas em concursos anteriores com os comentários. 
As questões utilizadas nessa aula foram colocadas ao final do arquivo, de modo 
que vocês possam, se preferir, tentar resolvê-las antes de ler os comentários a elas 
referentes. 
 
Boa aula! 
 
Profª. Raiane Bezerra 
Profº. Rômulo Passos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
sandra luiza - 565.067.591-00
Novo Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
 
 
 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 
 
Página 3 
Epidemiologia 
 
A Associação Internacional de Epidemiologia (IEA), em seu “Guia de Métodos de 
Ensino” (1973), define epidemiologia como “o estudo dos fatores que determinam a 
frequência e a distribuição das doenças nas coletividades humanas. Enquanto a clínica 
dedica-se ao estudo da doença no indivíduo, analisando caso a caso, a epidemiologia 
debruça-se sobre os problemas de saúde em grupos de pessoas, às vezes grupos 
pequenos, na maioria das vezes envolvendo populações numerosas”. 
De acordo com a IEA, são três os principais objetivos da epidemiologia: 
I. descrever a distribuição e a magnitude dos problemas de saúde das populações 
humanas; 
II. proporcionar dados essenciais para o planejamento, execução e avaliação das ações de 
prevenção, controle e tratamento das doenças, bem como para estabelecer prioridades; 
III. identificar fatores etiológicos na gênese das enfermidades. 
A partir de seus objetivos, a Epidemiologia pode ser conceituada como: 
Ciência que estuda o processo saúde-doença na sociedade, analisando a 
distribuição e os fatores determinantes das doenças, danos à saúde e eventos 
associados à saúde coletiva, propondo medidas específicas de prevenção, controle 
ou erradicação de doenças e fornecendo indicadores que sirvam de suporte ao 
planejamento, administração e avaliação das ações de saúde. 
 
Por algum tempo prevaleceu a ideia de que a epidemiologia restringia-se ao 
estudo de epidemias de doenças transmissíveis. Hoje, é reconhecido que a 
epidemiologia trata de qualquer evento relacionado à saúde (ou doença) da população. 
Suas aplicações variam desde a descrição das condições de saúde da população, da 
investigação dos fatores determinantes de doenças, da avaliação do impacto das ações 
para alterar a situação de saúde até a avaliação da utilização dos serviços de saúde, 
incluindo custos de assistência. Dessa forma, a epidemiologia contribui para o melhor 
entendimento da saúde da população - partindo do conhecimento dos fatores que a 
determinam e provendo, consequentemente, subsídios para a prevenção das doenças. 
 
 
 
 
 
sandra luiza - 565.067.591-00
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Página 4 
 Vamos visualizar na tabela abaixo alguns conceitos de Epidemiologia: 
Conceitos de Epidemiologia 
Epidemiologia 
A Associação Internacional de Epidemiologia (IEA) define 
epidemiologia como “o estudo dos fatores que determinam a 
frequência e a distribuição das doenças nas coletividades humanas. 
Enquanto a clínica dedica-se ao estudo da doença no indivíduo, 
analisando caso a caso, a epidemiologia debruça-se sobre os 
problemas de saúde em grupos de pessoas, às vezes grupos 
pequenos, na maioria das vezes envolvendo populações 
numerosas”. 
Epidemia 
É a ocorrência em uma comunidade ou região de casos de 
natureza semelhante, claramente excessiva em relação ao 
esperado. O conceito operativo usado na epidemiologia é: uma 
alteração, espacial e cronologicamente delimitada, do estado de 
saúde-doença de uma população, caracterizada por uma elevação 
inesperada e descontrolada dos coeficientes de incidência de 
determinada doença, ultrapassando valores do limiar 
epidêmico preestabelecido para aquela circunstância e doença. 
Ex.: epidemia da dengue ocorrida na cidade do Rio de Janeiro em 
2008. 
Endemia 
É a ocorrência de determinada doença que acomete 
sistematicamente populações em espaços característicos e 
determinados, no decorrer de um longo período, (temporalmente 
ilimitada), e que mantém uma de incidência relativamente 
constante, permitindo variações cíclicas e sazonais. Ex.: A 
Doença de Chagas é uma endemia em várias regiões brasileiras. 
Pandemia 
Caracterizada por uma epidemia com larga distribuição 
geográfica, atingindo mais de um país ou de um continente. Ex.: 
A pandemia da gripe A (suína), ocorrida em 2009. 
Surto Epidêmico 
É a ocorrência de dois ou mais casos epidemiologicamente 
relacionados. 
 
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Página 5 
Caso 
É quando uma pessoa ou animal infectado ou doente apresentam 
características clínicas, laboratoriais e epidemiológicas específicas 
de uma doença. 
Caso suspeito 
É a pessoa cuja história clínica, sintomas e possível exposição a 
uma fonte de infecção sugerem que o mesmo possa estar ou vir a 
desenvolver alguma doença infecciosa. 
Caso 
confirmado 
Pessoa de quem foi isolado e identificado o agente etiológico, ou 
de quem foram obtidas outras evidências epidemiológicas e/ou 
laboratoriais da presença do agente etiológico, como, por exemplo, 
a conversão sorológica em amostras de sangue colhidas nas fases 
aguda e de convalescência. 
Caso autóctone 
É o caso confirmado que foi detectado no mesmo local onde 
ocorreu a transmissão. 
Caso alóctone 
É o caso confirmado que foi detectado em um local diferente 
daquele onde ocorreu a transmissão. 
Epidemia por 
fonte comum 
Sinônimos: epidemia maciça ou epidemia por veículo comum. É a 
epidemia em que aparecem muitos casos clínicos dentro de um 
intervalo de tempo igual ao período de incubação clínica da 
doença, o que sugere a exposição simultânea (ou quase 
simultânea) de muitas pessoas ao agente etiológico. O exemplo 
típico é o das epidemias de origem hídrica. 
 
Epidemia 
progressiva 
Sinônimo: epidemia por fonte propagada. É a epidemia na qual as 
infecções são transmitidas de pessoa a pessoa ou de animal a 
animal, de modo que os casos identificados não podem ser 
atribuídos a agentes transmitidos a partir de uma única fonte. 
Doença 
Significa uma enfermidade ou estado clínico, independentemente 
de origem ou fonte, que represente ou possa representar um dano 
significativo para os seres humanos. 
Agravo 
Significa qualquer dano à integridade física, mental e social dos 
indivíduos provocado por circunstâncias nocivas, como acidentes, 
intoxicações, abuso de drogas, e lesões auto ou heteroinfligidas. 
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Evento 
É a manifestação de doença ou umaocorrência que apresente 
potencial para causar doença. 
Contatos 
São todos aqueles (pessoa ou animal) que estiveram em contato 
com um reservatório (pessoa - caso clínico ou doente e portadores 
ou animal infectado) ou com ambiente contaminado, de forma a 
ter oportunidade eliminando o agente etiológico de uma doença. 
Coeficiente 
É a relação entre o número de casos de um evento e uma 
determinada população, num dado local e época. É a medida que 
informa quanto ao “risco” de ocorrência de um evento. 
Emergência de 
Saúde Pública 
de Importância 
Nacional - 
ESPIN 
É um evento que apresente risco de propagação ou disseminação 
de doenças para mais de uma Unidade Federada (Estados e 
Distrito Federal) com priorização das doenças de notificação 
imediata e outros eventos de saúde pública, independentemente da 
natureza ou origem, depois de avaliação de risco, e que possa 
necessitar de resposta nacional imediata. 
Emergência de 
Saúde Pública 
de Importância 
Internacional - 
ESPII 
É evento extraordinário que constitui risco para a saúde pública de 
outros países por meio da propagação internacional de doenças e 
que potencialmente requerem uma resposta internacional 
coordenada. 
 
A epidemiologia estuda a frequência, a distribuição e os determinantes dos 
eventos de saúde nas populações humanas. Os princípios para o estudo da distribuição 
dos eventos de saúde se referem ao uso das três variáveis clássicas da epidemiologia: 
tempo, lugar e pessoa. Quando? Onde? e Quem? São três perguntas básicas que o 
epidemiologista tem que se fazer sistematicamente para poder organizar as 
características e comportamentos das doenças e outros eventos de saúde em função das 
dimensões temporal, espacial e populacional que orientam o enfoque epidemiológico. 
No enfoque epidemiológico, não só interessa a descrição dos eventos em saúde e a 
quem atinge, onde e quando, senão, também, está orientado para procurar explicações 
do porquê acontecem esses eventos. É o processo de busca da causalidade que permite 
essas aproximações, com a finalidade de orientar as medidas de intervenção adequadas 
e a posterior avaliação de sua efetividade. 
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O enfoque epidemiológico considera que a doença na população: I) não ocorre por 
acaso; II) não está distribuída de forma homogênea; III) têm fatores associados que, 
para serem causais, cumprem com os seguintes critérios: a temporalidade (toda causa 
precede a seu efeito, o chamado princípio do determinismo causal), a força de 
associação, a consistência da observação, a especifidade da causa, o gradiente biológico 
(efeito dose-resposta) e a plausibilidade biológica (Hill, 1965). 
O enfoque epidemiológico também considera que a doença na população é um 
fenômeno dinâmico e sua propagação depende da interação entre a exposição e a 
suscetibilidade dos indivíduos e grupos constituintes da dita população aos fatores 
determinantes da presença da doença. De acordo com esse foco, existem dois modelos 
de causalidade em epidemiologia amplamente aceitos: a Tríade Epidemiológica e o 
modelo de Causas Componentes. A Tríade Epidemiológica é o modelo tradicional de 
causalidade das doenças transmissíveis; nesse, a doença é o resultado da interação entre 
o agente, o hospedeiro suscetível e o ambiente (Figura 2.2). 
 
A saúde pública tem na epidemiologia o mais útil instrumento para o 
cumprimento de sua missão de proteger a saúde das populações. A compreensão dos 
usos da epidemiologia nos permite identificar os seus objetivos, entre os quais podemos 
destacar os seguintes
1
: 
 
1
 http://portalses.saude.sc.gov.br/arquivos/sala_de_leitura/saude_e_cidadania/ed_07/01_04.html 
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 identificar o agente causal ou fatores relacionados à causa dos agravos à 
saúde; 
 entender a causação dos agravos à saúde; 
 definir os modos de transmissão; 
 definir e determinar os fatores contribuintes aos agravos à saúde; 
 identificar e explicar os padrões de distribuição geográfica das doenças; 
 estabelecer os métodos e estratégias de controle dos agravos à saúde; 
 estabelecer medidas preventivas; 
 auxiliar o planejamento e desenvolvimento de serviços de saúde; 
 prover dados para a administração e avaliação de serviços de saúde. 
Um dos objetivos da epidemiologia é explicar os padrões e as estratégias de 
monitoramento descentralizado. As ações de epidemiologia são realizadas por todos os 
entes federativos. 
 
Passemos para a resolução de algumas questões: 
1. (Prefeitura de Apiacá-ES/IDECAN/2014) Relacione corretamente as colunas. 
1. Epidemia. 
2. Endemia. 
3. Pandemia. 
( ) É a ocorrência em larga distribuição geográfica de casos de natureza semelhante, 
claramente excessiva em relação ao esperado, atingindo mais de um país ou de um 
continente simultaneamente. 
( ) É a ocorrência em uma comunidade ou região de casos de natureza semelhante, 
claramente excessiva em relação ao esperado. 
( ) É a ocorrência de determinada doença que acomete sistematicamente populações 
em espaços característicos e determinados, no decorrer de um longo período, e que 
mantém uma incidência relativamente constante, permitindo variações cíclicas e 
sazonais. 
A sequência está correta em 
a) 1, 2, 3. 
b) 2, 1, 3. 
c) 2, 3, 1. 
d) 3, 1, 2. 
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e) 3, 2, 1. 
COMENTÁRIOS: 
 Vamos rever os conceitos: 
 - Epidemia: É a ocorrência em uma comunidade ou região de casos de 
natureza semelhante, claramente excessiva em relação ao esperado. O conceito 
operativo usado na epidemiologia é: uma alteração, espacial e cronologicamente 
delimitada, do estado de saúde-doença de uma população, caracterizada por uma 
elevação inesperada e descontrolada dos coeficientes de incidência de determinada 
doença, ultrapassando valores do limiar epidêmico preestabelecido para aquela 
circunstância e doença. Ex.: epidemia da dengue ocorrida na cidade do Rio de Janeiro 
em 2008. 
 - Endemia: É a ocorrência de determinada doença que acomete 
sistematicamente populações em espaços característicos e determinados, no 
decorrer de um longo período, (temporalmente ilimitada), e que mantém uma de 
incidência relativamente constante, permitindo variações cíclicas e sazonais. Ex.: A 
Doença de Chagas é uma endemia em várias regiões brasileiras. 
 - Pandemia: Caracterizada por uma epidemia com larga distribuição 
geográfica, atingindo mais de um país ou de um continente. 
 Visto isto, concluímos que a sequência correta é 3, 1, 2. Portanto, gabarito letra 
D. 
 
2. (SESACRE/FUNCAB/2013) A tríade epidemiológica das doenças é composta por: 
a) determinante, vetor e suscetível. 
b) hospedeiro, agente e ambiente. 
c) suscetível, vetor e agente. 
d) vetor, hospedeiro e ambiente. 
e) agente, hospedeiro e suscetível. 
COMENTÁRIOS: 
A Tríade Epidemiológica é o modelo tradicional de causalidade das doenças 
transmissíveis; nesse, a doença é o resultado da interação entre o agente, o hospedeiro 
suscetível e o ambiente (Figura 2.2). 
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 Dessa forma, o gabarito da questão é a letra B. 
 
3. (Hospital Estadual de Presidente Prudente (HEPP) /IBFC/2014) “A saúde 
pública tem na epidemiologia o mais útil instrumento para o cumprimento de sua 
missão de proteger a saúde da população.” São objetivos da epidemiologia, EXCETO. 
a) Estabelecer medidas preventivas. 
b) Definir os modos de transmissão. 
c) Identificar o agente causal de fatores relacionados à causa dos agravos à saúde. 
d) Excluir a causação dos agravos à saúde. 
e) Prover dados para a administração e avaliação de serviços de saúde. 
COMENTÁRIOS: 
A saúde pública tem na epidemiologia o mais útil instrumento para o 
cumprimento de sua missão de proteger a saúde das populações. A compreensão dos 
usos da epidemiologia nos permite identificar os seus objetivos, entre os quais 
podemos destacar os seguintes: 
 identificar o agente causal ou fatores relacionados à causa dos agravos 
à saúde; 
 entender a causação dos agravos à saúde; 
 definir os modos de transmissão; 
 definir e determinar os fatores contribuintes aos agravos à saúde; 
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 identificar e explicar os padrões de distribuição geográfica das doenças; 
 estabelecer os métodos e estratégias de controle dos agravos à saúde; 
 estabelecer medidas preventivas; 
 auxiliar o planejamento e desenvolvimento de serviços de saúde; 
 prover dados para a administração e avaliação de serviços de saúde. 
Nesses termos, o gabarito da questão é a letra D. 
 
4. (Prefeitura de Cacoal-RO/FUNCAB/2013) A ocorrência epidêmica de uma 
doença, em que todos os casos estão relacionados entre si, atingindo uma área 
geográfica pequena e delimitada, corresponde à definição de: 
a) epidemia. 
b) incidência. 
c) endemia. 
d) surto. 
e) pandemia. 
COMENTÁRIOS: 
Vamos analisar cada item da questão: 
Item A. Epidemia: é a ocorrência em uma comunidade ou região de casos de 
natureza semelhante, claramente excessiva em relação ao esperado. O conceito 
operativo usado na epidemiologia é: uma alteração, espacial e cronologicamente 
delimitada, do estado de saúde-doença de uma população, caracterizada por uma 
elevação inesperada e descontrolada dos coeficientes de incidência de determinada 
doença, ultrapassando valores do limiar epidêmico preestabelecido para aquela 
circunstância e doença. 
Item B. Incidência: expressa o número de casos novos de uma determinada 
doença durante um período definido, numa população sob o risco de desenvolver uma 
doença. 
Item C. Endemia: é a ocorrência de determinada doença que acomete 
sistematicamente populações em espaços característicos e determinados, no decorrer de 
um longo período, (temporalmente ilimitada), e que mantém uma de incidência 
relativamente constante, permitindo variações cíclicas e sazonais. 
Item D. Surto: é a ocorrência de dois ou mais casos epidemiologicamente 
relacionados. 
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Item E. Pandemia: Caracterizada por uma epidemia com larga distribuição 
geográfica, atingindo mais de um país ou de um continente. 
Visto isto, concluímos que o gabarito da questão é a letra D. 
 
5. (HUAC-UFCG/UFCG-COMPROV/2014) Em Epidemiologia, o uso 
indiscriminado de diferentes termos tem origem na confluência de métodos, práticas e 
tradições de múltiplas profissões e disciplinas. Sobre esse assunto, assinale a 
alternativa INCORRETA: 
a) Doença emergente é uma doença transmissível cuja incidência em humanos vem 
aumentado nos últimos 25 anos do Século XX ou que ameaça aumentar em um futuro 
próximo 
b) Incidência e prevalência são medidas de morbidade, porém diferem em que a 
prevalência mede os casos novos que se apresentam em um período determinado de 
tempo e a incidência mede o número de pessoas que estão doentes em um 
momento específico 
c) Epidemia é a elevação brusca, temporária e significativamente acima do espero para 
uma incidência de uma determinada doença 
d) Endemia é a presença constante de uma doença ou agente infeccioso dentro de uma 
área geográfica ou grupo populacional determinados; refere-se também à prevalência 
esperada de uma determinada doença dentro dessa área ou grupo 
e) Surto é o aumento incomum no número de casos, dois ou mais casos relacionados 
epidemiologicamente, de surgimento súbito e disseminação localizada em um espaço 
específico 
COMENTÁRIOS: 
O item incorreto é a letra B, pois as definições estão distorcidas, vejamos: 
- Incidência mede os casos novos que se apresentam em um período 
determinado de tempo. 
- Prevalência mede o número de pessoas que estão doentes em um 
momento específico. 
Nesses termos, o gabarito da questão é a letra B. 
 
 
 
 
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6. (EBSERH/HUPAA-UFAL/IDECAN/2014) A ocorrência simultânea de número 
constante de casos, sem ultrapassar a média e dentro de uma área geográfica e em certo 
período de tempo, pode ser definida, dentro das dinâmicas de ocorrências de doenças, 
como um(a) 
a) surto. 
b) endemia. 
c) pandemia. 
d) epidemia explosiva. 
e) epidemia progressiva. 
COMENTÁRIOS: 
Endemia: É a ocorrência de determinada doença que acomete 
sistematicamente populações em espaços característicos e determinados, no 
decorrer de um longo período, (temporalmente ilimitada), e que mantém uma de 
incidência relativamente constante, permitindo variações cíclicas e sazonais. 
Portanto, o gabarito da questão é a letra B. 
 
7. (Prefeitura de Campo Belo do Sul-SC/FCJ/2014) Relacione as alternativas: 
I. Surto 
II. Epidemia 
III. Pandemia 
IV. Endemia 
( ) Aumento do número de casos de uma determinada doença ou agravo, em um lugar e 
período de tempo. 
( ) Epidemia de uma doença que afeta diferentes pessoas, países e continentes. 
( ) Tipo de epidemia em uma área geográfica pequena e bem delimitada ou a uma 
população institucionalizada. 
( ) Presença contínua de uma enfermidade, em uma zona geográfica determinada; 
podendo também expressar a prevalência de uma doença particular de uma zona 
geográfica. 
A alternativa abaixo que apresenta a ordem correta é: 
a) II, III, IV, I. 
b) II, III, I, IV. 
c) I, IV, II, III. 
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d) IV, III, I, II. 
COMENTÁRIOS: 
Vamos relacionar os itens para chegarmos à sequência correta: 
II. Epidemia: Aumento do número de casos de uma determinada doença ou 
agravo, em um lugar e período de tempo. 
III. Pandemia: Epidemia de uma doença que afeta diferentes pessoas, países e 
continentes. 
I. Surto: Tipo de epidemia em uma área geográfica pequena e bem delimitada 
ou a uma população institucionalizada. 
IV. Endemia: Presença contínua de uma enfermidade, em uma zona geográfica 
determinada; podendo também expressar a prevalência de uma doença particular de 
uma zona geográfica. 
Nesses termos, sequência correta é II, III, I, IV. Portanto, gabarito letra B. 
 
8. (Prefeitura de Ituporanga - SC/IOBV/2014) A capacidade de certos organismos 
(agentes) de penetrar, se desenvolver e/ou se multiplicar em um outro (hospedeiro) 
ocasionando uma infecção. Este conceito refere-se a:a) Virulência. 
b) Imunogenicidade. 
c) Infectividade. 
d) Patogenicidade. 
COMENTÁRIOS: 
Item A. Virulência: grau de patogenicidade de um agente infeccioso que se 
expressa pela gravidade da doença, especialmente pela letalidade e proporção de casos 
com sequelas. 
Item B. Poder imunogênico (ou imunogenicidade): capacidade do agente 
biológico de estimular a resposta imune no hospedeiro; conforme as características 
desse agente, a imunidade obtida pode ser de curta ou longa duração e de grau elevado 
ou baixo. Dependendo também das características do agente, a imunidade conferida 
pode ser: 
a) tipo específica: quando a imunidade produzida protege somente 
contra um dos tipos do agente. Por exemplo, a imunidade conferida pela 
infecção pelo poliovírus tipo 1, selvagem ou vacinal, não nos protege contra os 
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poliovírus tipos 2 e 3. 
b) grupo específica: quando a imunidade produzida protege somente 
contra um dos grupos do agente. Por exemplo, a imunidade conferida pelo 
meningococo A não protege contra as infecções causadas pelos meningococos 
B, C, X, Y, etc. 
Item C. Infectividade: capacidade de o agente etiológico alojar-se e 
multiplicar-se no organismo do hospedeiro e transmitir-se deste para um novo 
hospedeiro. 
Item D. Patogenicidade: capacidade de um agente biológico causar doença em 
um hospedeiro suscetível. 
O gabarito, portanto, é a letra C. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Indicadores de Saúde 
 
Para que a saúde seja quantificada e para permitir comparações na população, 
utilizam-se os indicadores de saúde. Estes devem refletir, com fidedignidade, o 
panorama da saúde populacional. É interessante observar que, apesar desses indicadores 
serem chamados Indicadores de Saúde, muitos deles medem doenças, mortes, gravidade 
de doenças, o que denota ser mais fácil, às vezes, medir doença do que medir saúde. 
Esses indicadores podem ser expressos em termos de frequência absoluta ou 
como frequência relativa, onde se incluem os coeficientes e índices. Os valores 
absolutos são os dados mais prontamente disponíveis e, frequentemente, usados na 
monitoração da ocorrência de doenças infecciosas; especialmente em situações de 
epidemia, quando as populações envolvidas estão restritas ao tempo e a um determinado 
local, pode assumir-se que a estrutura populacional é estável e, assim, usar valores 
absolutos. Entretanto, para comparar a frequência de uma doença entre diferentes 
grupos, deve-se ter em conta o tamanho das populações a serem comparadas com sua 
estrutura de idade e sexo, expressando os dados em forma de taxas ou coeficientes. 
O uso de indicadores para o diagnóstico e acompanhamento de condições sociais, 
ambientais e de saúde parte de um processo de simplificação dos objetos estudados. Os 
indicadores têm um caráter instantâneo e simplificado, mas devem representar 
processos dinâmicos e complexos. 
Os indicadores que permitem a análise de situação de saúde e a avaliação de 
tendências devem ser produzidos com periodicidade definida e baseados em critérios 
constantes e padronizados (para permitir a comparação). São requisitos para a 
formulação de indicadores: 
• disponibilidade de dados; 
• simplicidade técnica; 
• uniformidade; 
• sinteticidade; e 
• poder discriminatório. 
Os indicadores de saúde são medidas diretas que devem refletir o estado de saúde da 
população de um território. A OMS divide os indicadores de saúde em cinco grandes 
grupos: 
• Indicadores de política de saúde; 
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• Indicadores socioeconômicos; 
• Indicadores de provisão de serviços de saúde; 
• Indicadores de provisão/cobertura de serviços de atenção básica de saúde; 
• Indicadores básicos de saúde. 
Em geral, a mensuração do estado de saúde de uma população se faz 
negativamente, por meio da frequência de eventos que expressam a ‘não-saúde’: morte 
(mortalidade) e doença (morbidade). Assim, a quantidade de pessoas que morrem e a 
quantidade de pessoas que adoecem em uma determinada população, durante um 
determinado período, são usadas como medida da saúde daquela população naquele 
período. 
O número absoluto de pessoas que morrem e adoecem são medidas cujo 
significado está limitado ao tempo e à população considerada. A comparação de 
medidas de mortalidade ou de morbidade de diferentes populações (ou da mesma 
população em diferentes momentos) requer sua transformação em valores relativos (sua 
ponderação). Os indicadores de saúde são medidas relativas de mortalidade e de 
morbidade, estão sempre referidos a uma população específica e a um intervalo de 
tempo determinado; correspondem a quocientes (frações) que assumem dois formatos 
genéricos, os coeficientes e proporções. 
Coeficientes são quocientes em que o número absoluto de eventos ocorridos em 
uma população específica durante um período determinado, o numerador, é ponderado 
pelo total de eventos da mesma espécie teoricamente possíveis, o denominador. 
Proporções são quocientes que expressam a parcela dos eventos que possui um 
certo atributo ou característica específica, o numerador, em relação ao total de eventos 
da mesma natureza ocorridos na população e no período considerados, o denominador. 
 
 MORTALIDADE 
O número absoluto de óbitos ocorridos em uma determinada população durante 
um certo período, ponderado pelo tamanho da população no meio do período, é o 
coeficiente geral de mortalidade dessa população no período considerado. 
 
CGM = Total de óbitos ocorridos na população durante o período (x 1.000) 
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 População total no meio período 
 
A informação fornecida pelo coeficiente geral de mortalidade é limitada, a 
análise da mortalidade de uma população requer a construção de indicadores 
específicos, que forneçam informação a respeito de quem morre, e sobre as causas dos 
óbitos. 
Os indicadores específicos de mortalidade, segundo as características das 
pessoas que morrem (idade, sexo, raça, ocupação, renda etc.) assumem os formatos 
genéricos já descritos: 
Coeficiente de mortalidade específico das pessoas com o atributo ‘X’, em uma 
população específica, durante um determinado período: 
 
CMEa = n. óbitos de pessoas com o atributo ‘X’ na população e no período (x 1.000) 
 Total de pessoas com o atributo ‘X’ na população no meio período 
 
 
 
Mortalidade proporcional das pessoas com o atributo ‘X’, em uma população 
específica, durante um determinado período: 
MPa = n. óbitos de pessoas com o atributo ‘X’ na população e no período (x 100) 
 Total de óbitos na população durante o período 
 
 
 Mortalidade segundo a idade 
A idade das pessoas que morrem constitui informação de grande relevância na 
análise da mortalidade. A mortalidade infantil é um indicador tradicional da qualidade 
de vida e das condições de saúde de uma população; diz respeito aos óbitos de crianças 
menores de 1 ano e admite dois componentes: mortalidade neonatal (crianças até 28 
dias) e mortalidadeinfantil tardia (crianças entre 28 dias e 1 ano). Os coeficientes de 
mortalidade infantil empregam como denominador (ponderador) o número de nascidos 
vivos na população durante o período considerado. 
Coeficiente de mortalidade infantil de uma população específica, durante um 
período determinado: 
CMI = óbitos de menores de 1 ano ocorridos na população e no período (x 1000) 
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Total de nascidos vivos na população durante o período 
 
Mortalidade segundo a causa 
Assim como na análise das características das pessoas que morrem, o estudo da 
mortalidade segundo a causa se faz através da construção de coeficientes e de 
proporções. 
Coeficiente específico de mortalidade pela causa ‘C’ em uma determinada 
população em um certo período: 
 
CMc = Total de óbitos devidos a C ocorridos na população e no período (x 10n) 
 População sob risco de morrer devido a C durante o período 
 
 
Mortalidade proporcional pela causa (ou grupo de causas) ‘C’ em uma 
população em um certo período: 
 
MPc = Óbitos devidos à causa C ocorridos na população e no período (x 100) 
 
Total de óbitos (todas as causas) ocorridos na população e no período 
 
 
MORBIDADE 
Assim como a mortalidade, a morbidade está sempre referida a uma população e 
a um período de tempo determinado. Os indicadores habituais de morbidade referem-se 
sempre a uma doença (ou grupo de doenças) específica. 
 
A frequência da doença 
A quantidade de casos existentes de uma doença em uma determinada população 
em um certo momento é a prevalência da doença. Teoricamente o ‘momento’ 
corresponde a um ‘ponto’ no tempo (prevalência instantânea). Em circunstâncias 
operacionais, o ‘momento’ pode ser estabelecido tomando-se diferentes unidades de 
tempo (semana, mês, ano). A prevalência sugere ‘volume’. O coeficiente de prevalência 
corresponde à quantidade de pessoas afetadas pela doença em questão no ‘momento’ 
especificado, em relação à população total. 
 
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Coeficiente de prevalência da doença D em uma população específica em um certo 
momento: 
 
CPD = Total de casos da doença ‘D’ existentes na população no momento (x10n) 
 População total no momento considerado 
 
 
Uma segunda medida da frequência de uma doença é dada pela incidência, que 
corresponde à quantidade de casos novos, ocorridos em uma determinada população 
durante um certo período. Sugere ‘velocidade’ ou ‘intensidade’. 
O número absoluto de casos novos de uma doença, ocorridos durante um certo 
período, em uma população sob risco de adquirir a doença, é o coeficiente de incidência 
da doença na população, no período considerado. 
Coeficiente de incidência da doença D em uma população específica em um 
certo período: 
 
Cid = n. de casos novos da doença ‘D’ na população e no período (x 10n) 
 População exposta ao risco de contrair a doença ‘D’ durante o período 
 
 
Tomado como uma relação entre a quantidade de eventos ocorridos (casos 
novos) e o universo de eventos possíveis (a população sob risco) o coeficiente de 
incidência pode ser interpretado como medida geral e simplificada de risco (de 
probabilidade). 
A interpretação e o uso das medidas de prevalência e de incidência pede que se 
leve em conta a duração média da doença, definida como período médio entre o 
diagnóstico e o desfecho do processo (cura, morte etc.). Enfermidades de curta duração 
(agudas) tendem a apresentar baixa prevalência mesmo quando a incidência é alta. 
Enfermidades de longa duração (crônicas) podem apresentar alta prevalência mesmo 
quando a incidência é baixa. 
 
 
 
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A gravidade da doença 
A gravidade de uma doença é a função matemática da magnitude dos eventos 
indesejáveis que ela provoca. A maneira tradicional de medir a gravidade de uma 
doença é a letalidade, expressa pela proporção de doentes que morrem em 
consequência do processo mórbido, em relação ao total de doentes observados. 
 
Taxa de letalidade: Total de óbitos devidos a ‘D’ (x100) 
 Total de doentes com ‘D’ 
 
 
 
A letalidade é uma característica própria de cada doença, há doenças com alta 
letalidade (raiva, tétano, infarto cardíaco, certos tipos de câncer), outras cuja letalidade é 
muito baixa (gripe, hepatite A). Um segundo fator que tem forte influência sobre a 
letalidade é a qualidade da atenção prestada aos doentes, uma letalidade particularmente 
alta e localizada é sugestiva de atenção de má qualidade. Observe-se que, de modo 
geral, os indicadores da gravidade das doenças (a proporção de eventos ‘indesejáveis’) 
podem ser ao mesmo tempo indicadores da qualidade da atenção médico-sanitária 
oferecida. 
 
Passemos para a resolução de questões: 
9. (SESACRE/FUNCAB/2013) O indicador de mortalidade infantil está relacionado ao 
óbito de crianças: 
a) menores de 5 anos. 
b) maiores de 5 anos. 
c) de 7 a 27 dias. 
d) de 28 a 364 dias. 
e) menores de 1 ano. 
COMENTÁRIOS: 
Reduzir a mortalidade de crianças é uma das principais metas das políticas para 
a infância em todos os países. A atenção se concentra principalmente no primeiro ano 
de vida, faixa em que ocorre a maior parte dos óbitos. Usadas como indicadores básicos 
de desenvolvimento humano, a taxa de mortalidade infantil, número de crianças que 
morrem antes de completar 1 ano de vida para cada mil nascidos vivos, e a taxa de 
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mortalidade de menores de 5 anos, também chamada de taxa de mortalidade na infância, 
revelam muito sobre as condições de vida e a assistência de saúde em um país. 
Portanto, gabarito letra E. 
 
10. (SESACRE/FUNCAB/2013) Considerando as características desejáveis de um 
indicador de saúde, preencha a Segunda Coluna de acordo com a opção correspondente 
na Primeira. 
Primeira Coluna 
(1) Disponibilidade 
(2) Adaptabilidade 
(3) Estabilidade 
(4) Rastreabilidade 
Segunda Coluna 
( ) capacidade de resposta às mudanças. 
( ) permanência no tempo, permitindo a formação de série histórica. 
( ) facilidade de identificação da origem dos dados, seu registro e manutenção. 
( ) facilidade de acesso para coleta, estando disponível a tempo. 
A sequência correta é: 
a) 1, 2, 3 e 4. 
b) 4, 3, 1 e 2. 
c) 1, 4, 2 e 3. 
d) 3, 2, 4 e 1. 
e) 2, 3, 4 e 1. 
COMENTÁRIOS: 
Vamos relacionar os termos com as definições: 
(2) Adaptabilidade: capacidade de resposta às mudanças. 
(3) Estabilidade: permanência no tempo, permitindo a formação de série 
histórica. 
(4) Rastreabilidade: facilidade de identificação da origem dos dados, seu registro 
e manutenção. 
(1) Disponibilidade: facilidade de acesso para coleta, estando disponível a 
tempo. 
Nesses ermos, a sequência correta é 2, 3, 4 e 1. Portanto, gabarito letra E. 
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11. (Prefeitura de Vassouras-RJ/FUNCAB/2014) Os indicadores de saúde são 
parâmetros utilizados com o objetivo deavaliar, sob o ponto de vista sanitário, as 
diversas situações de saúde da população e suas variáveis. Dentre os indicadores 
acompanhados pelo Ministério da Saúde, está a Taxa de Mortalidade na Infância, que 
por 1.000 nascidos vivos, considera: 
a) o número de óbitos de menores de 1 ano. 
b) o número de óbitos de menores de 5 anos. 
c) o número de óbitos na idade de 7 a 27 dias. 
d) o número de óbitos na idade de 0 a 6 dias. 
d) o número de óbitos no período perinatal. 
COMENTÁRIOS: 
Reduzir a mortalidade de crianças é uma das principais metas das políticas para 
a infância em todos os países. A atenção se concentra principalmente no primeiro ano 
de vida, faixa em que ocorre a maior parte dos óbitos. Usadas como indicadores básicos 
de desenvolvimento humano, a taxa de mortalidade infantil, número de crianças que 
morrem antes de completar 1 ano de vida para cada mil nascidos vivos, e a taxa de 
mortalidade de menores de 5 anos, também chamada de taxa de mortalidade na 
infância, revelam muito sobre as condições de vida e a assistência de saúde em um país. 
Nesses termos, o gabarito da questão é a letra B. 
 
12. (CNEN /IDECAN/2014) “Índice que mede o número de casos novos de uma 
doença, episódios ou eventos na população dentro de um período definido de tempo.” 
Trata-se de 
a) surto 
b) letalidade 
c) incidência 
d) prevalência 
e) mortalidade 
COMENTÁRIOS: 
A incidência mede o número de casos novos de uma doença, episódios ou 
eventos na população dentro de um período definido de tempo (dia, semana, mês, 
ano); é um dos melhores indicadores para avaliar se uma condição está diminuindo, 
aumentando ou permanecendo estável, pois indica o número de pessoas da população 
que passou de um estado de não-doente para doente. 
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Dessa forma, o gabarito da questão é a letra C. 
 
13. (EBSERH/HUPAA-UFAL/IDECAN/2014) A mortalidade materna é um bom 
indicador de saúde. A partir das análises das condições de óbitos de mulheres, pode-se 
avaliar o grau de desenvolvimento de uma determinada sociedade. Para elaborar o 
cálculo desse indicador de saúde, o número de óbitos de mulheres em decorrência de 
situações associadas à gravidez deve ser dividido pelo (a) 
a) total de óbitos. 
b) população local. 
c) número de nascidos vivos. 
d) total de óbitos de população adulta. 
e) número de habitantes da macrorregião de saúde 
COMENTÁRIOS: 
Em 1994, a Organização Mundial de Saúde (OMS), na 10ª revisão da 
Classificação Internacional de Doenças (CID-10), definiu morte materna como “a morte 
de mulheres durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término da 
gravidez, devida a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por 
medidas tomadas em relação a ela, porém não devida a causas acidentais ou 
incidentais”. Esta definição é aceita pelas associações de ginecologia e obstetrícia, 
internacionais e nacionais, entre elas, a International Federation of Gynecology and 
Obstetrics (FIGO) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e 
Obstetrícia (FEBRASGO). 
Razão de Mortalidade Materna (RMM) - relaciona apenas as mortes maternas 
obstétricas diretas e indiretas com o número de nascidos vivos e é expressa por 100.000 
nascidos vivos. 
Nesses termos, o gabarito da questão é a letra C. 
 
14. (EBSERH/HUPAA-UFAL/IDECAN/2014) Para a efetivação do cálculo da 
mortalidade infantil e da mortalidade materna, é correto afirmar que a divisão 
do número de óbitos em específico seria pelo número 
a) de nascidos vivos. 
b) total de habitantes. 
c) de menores de 5 anos. 
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d) de menores de 18 anos. 
e) de mulheres em idade fértil. 
COMENTÁRIOS: 
Coeficiente de mortalidade infantil de uma população específica, durante um 
período determinado: 
CMI = óbitos de menores de 1 ano ocorridos na população e no período (x 1000) 
 
Total de nascidos vivos na população durante o período 
 
Razão de Mortalidade Materna (RMM) - relaciona apenas as mortes maternas 
obstétricas diretas e indiretas com o número de nascidos vivos e é expressa por 100.000 
nascidos vivos. 
Visto isto, concluímos que o gabarito é a letra A. 
 
15. (Prefeitura de Heliodora-MG/IDECAN/2014) Relacione adequadamente as 
colunas. 
1. Medida de prevalência. 
2. Medida de incidência. 
3. Incidência cumulativa. 
( ) Mede o número de casos novos de uma doença, episódios ou eventos na população 
dentro de um período definido de tempo. 
( ) Representa uma estimativa do risco de desenvolvimento de uma doença ou agravo 
em uma população, durante um intervalo de tempo determinado. 
( ) Mede o número total de casos, episódios ou eventos existentes em um determinado 
ponto no tempo. 
A sequência está correta em: 
a) 1, 3, 2. 
b) 2, 1, 3. 
c) 2, 3, 1. 
d) 3, 1, 2. 
e) 3, 2, 1. 
COMENTÁRIOS: 
Vejamos os conceitos: 
2. Medida da incidência: a incidência mede o número de casos novos de uma 
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doença, episódios ou eventos na população dentro de um período definido de tempo 
(dia, semana, mês, ano); é um dos melhores indicadores para avaliar se uma condição 
está diminuindo, aumentando ou permanecendo estável, pois indica o número de 
pessoas da população que passou de um estado de não-doente para doente. 
O coeficiente de incidência é a razão entre o número de casos novos de uma 
doença que ocorre em uma comunidade, em um intervalo de tempo determinado, e 
a população exposta ao risco de adquirir essa doença no mesmo período. A 
multiplicação por uma constante tem a mesma finalidade descrita acima para o 
coeficiente de prevalência. A incidência é útil para medir a frequência de doenças com 
uma duração média curta, como, por exemplo, a pneumonia, ou doença de duração 
longa. A incidência pode ser cumulativa (acumulada) ou densidade de incidência. 
3. Incidência Cumulativa (IC). Refere-se à população fixa, onde não há 
entrada de novos casos naquele determinando período. Por exemplo: em um grupo de 
trabalhadores expostos ao asbesto, alguns desenvolveram câncer de pulmão em um 
período de tempo especificado. No denominador do cálculo da incidência cumulativa, 
estão incluídos aqueles que, no início do período, não tinham a doença. 
1. Medida de prevalência: a prevalência (P) mede o número total de casos, 
episódios ou eventos existentes em um determinado ponto no tempo. O coeficiente de 
prevalência, portanto, é a relação entre o número de casos existentes de uma 
determinada doença e o número de pessoas na população, em um determinado período. 
Nesses termos, a sequência correta é 2, 3, 1. Portanto, gabarito letra C. 
 
16. (Prefeitura de Florianópolis-SC/FEPESE/2014) Em epidemiologia clínica, a 
análise na grande Florianópolis, do número de casos de pacientes portadores de 
Tuberculose, tanto pacientes com diagnóstico em tratamento quanto casos novos da 
doença, é feita com um indicador de saúde do tipo: 
a) Coeficiente de letalidade. 
b) Coeficiente de incidência. 
c) Coeficiente de mortalidade. 
d) Coeficiente de morbidade. 
e) Coeficiente de prevalência. 
COMENTÁRIOS: 
O coeficiente de prevalência é mais utilizado para doenças crônicas de longa 
duração, como hanseníase, tuberculose, AIDS, tracoma oudiabetes. Casos prevalentes 
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são os anteriormente diagnosticados (casos antigos) mais aqueles que foram 
descobertos posteriormente (casos novos). Portanto, a prevalência é o número total de 
casos de uma doença, novos e antigos, existentes num determinado local e período. A 
prevalência, como ideia de acúmulo, de estoque, indica a força com que subsiste a 
doença na população. 
Dessa forma, o gabarito da questão é a letra E. 
 
 
 
 
Amigo (a)! 
Chegamos ao final de mais uma aula do nosso curso. 
Mantenha o foco e a disciplina! 
Boa aula! 
 
Profª. Raiane Bezerra 
Prof°. Rômulo Passos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
http://www.epsjv.fiocruz.br/pdtsp/index.php?s_livro_id=6&area_id=4&autor_id=&capi
tulo_id=23&sub_capitulo_id=65&arquivo=ver_conteudo_2 
 
http://www.mpto.mp.br/static/caops/patrimonio-publico/files/files/nocoes-de-
epidemiologia.pdf 
 
http://www.unicef.org/brazil/pt/Pags_008_019_Mortalidade.pdf 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Lista de Questões 
 
1. (Prefeitura de Apiacá-ES/IDECAN/2014) Relacione corretamente as colunas. 
1. Epidemia. 
2. Endemia. 
3. Pandemia. 
( ) É a ocorrência em larga distribuição geográfica de casos de natureza semelhante, 
claramente excessiva em relação ao esperado, atingindo mais de um país ou de um 
continente simultaneamente. 
( ) É a ocorrência em uma comunidade ou região de casos de natureza semelhante, 
claramente excessiva em relação ao esperado. 
( ) É a ocorrência de determinada doença que acomete sistematicamente populações 
em espaços característicos e determinados, no decorrer de um longo período, e que 
mantém uma incidência relativamente constante, permitindo variações cíclicas e 
sazonais. 
A sequência está correta em 
a) 1, 2, 3. 
b) 2, 1, 3. 
c) 2, 3, 1. 
d) 3, 1, 2. 
e) 3, 2, 1. 
 
2. (SESACRE/FUNCAB/2013) A tríade epidemiológica das doenças é composta por: 
a) determinante, vetor e suscetível. 
b) hospedeiro, agente e ambiente. 
c) suscetível, vetor e agente. 
d) vetor, hospedeiro e ambiente. 
e) agente, hospedeiro e suscetível. 
 
3. (Hospital Estadual de Presidente Prudente (HEPP) /IBFC/2014) “A saúde pública 
tem na epidemiologia o mais útil instrumento para o cumprimento de sua missão de 
proteger a saúde da população.” São objetivos da epidemiologia, EXCETO. 
a) Estabelecer medidas preventivas. 
b) Definir os modos de transmissão. 
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c) Identificar o agente causal de fatores relacionados à causa dos agravos à saúde. 
d) Excluir a causação dos agravos à saúde. 
e) Prover dados para a administração e avaliação de serviços de saúde. 
 
4. (Prefeitura de Cacoal-RO/FUNCAB/2013) A ocorrência epidêmica de uma doença, 
em que todos os casos estão relacionados entre si, atingindo uma área geográfica 
pequena e delimitada, corresponde à definição de: 
a) epidemia. 
b) incidência. 
c) endemia. 
d) surto. 
e) pandemia. 
 
5. (HUAC-UFCG/UFCG-COMPROV/2014) Em Epidemiologia, o uso 
indiscriminado de diferentes termos tem origem na confluência de métodos, práticas e 
tradições de múltiplas profissões e disciplinas. Sobre esse assunto, assinale a alternativa 
INCORRETA: 
a) Doença emergente é uma doença transmissível cuja incidência em humanos vem 
aumentado nos últimos 25 anos do Século XX ou que ameaça aumentar em um futuro 
próximo 
b) Incidência e prevalência são medidas de morbidade, porém diferem em que a 
prevalência mede os casos novos que se apresentam em um período determinado de 
tempo e a incidência mede o número de pessoas que estão doentes em um 
momento específico 
c) Epidemia é a elevação brusca, temporária e significativamente acima do espero para 
uma incidência de uma determinada doença 
d) Endemia é a presença constante de uma doença ou agente infeccioso dentro de uma 
área geográfica ou grupo populacional determinados; refere-se também à prevalência 
esperada de uma determinada doença dentro dessa área ou grupo 
e) Surto é o aumento incomum no número de casos, dois ou mais casos relacionados 
epidemiologicamente, de surgimento súbito e disseminação localizada em um espaço 
específico 
 
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6. (EBSERH/HUPAA-UFAL/IDECAN/2014) A ocorrência simultânea de número 
constante de casos, sem ultrapassar a média e dentro de uma área geográfica e em certo 
período de tempo, pode ser definida, dentro das dinâmicas de ocorrências de doenças, 
como um(a) 
a) surto. 
b) endemia. 
c) pandemia. 
d) epidemia explosiva. 
e) epidemia progressiva. 
 
7. (Prefeitura de Campo Belo do Sul-SC/FCJ/2014) Relacione as alternativas: 
I. Surto 
II. Epidemia 
III. Pandemia 
IV. Endemia 
( ) Aumento do número de casos de uma determinada doença ou agravo, em um lugar e 
período de tempo. 
( ) Epidemia de uma doença que afeta diferentes pessoas, países e continentes. 
( ) Tipo de epidemia em uma área geográfica pequena e bem delimitada ou a uma 
população institucionalizada. 
( ) Presença contínua de uma enfermidade, em uma zona geográfica determinada; 
podendo também expressar a prevalência de uma doença particular de uma zona 
geográfica. 
A alternativa abaixo que apresenta a ordem correta é: 
a) II, III, IV, I. 
b) II, III, I, IV. 
c) I, IV, II, III. 
d) IV, III, I, II. 
 
 
 
 
 
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8. (Prefeitura de Ituporanga - SC/IOBV/2014) A capacidade de certos organismos 
(agentes) de penetrar, se desenvolver e/ou se multiplicar em um outro (hospedeiro) 
ocasionando uma infecção. Este conceito refere-se a: 
a) Virulência. 
b) Imunogenicidade. 
c) Infectividade. 
d) Patogenicidade. 
 
9. (SESACRE/FUNCAB/2013) O indicador de mortalidade infantil está relacionado ao 
óbito de crianças: 
a) menores de 5 anos. 
b) maiores de 5 anos. 
c) de 7 a 27 dias. 
d) de 28 a 364 dias. 
e) menores de 1 ano. 
 
10. (SESACRE/FUNCAB/2013) Considerando as características desejáveis de um 
indicador de saúde, preencha a Segunda Coluna de acordo com a opção correspondente 
na Primeira. 
Primeira Coluna 
(1) Disponibilidade 
(2) Adaptabilidade 
(3) Estabilidade 
(4) Rastreabilidade 
 
Segunda Coluna 
( ) capacidade de resposta às mudanças. 
( ) permanência no tempo, permitindo a formação de série histórica. 
( ) facilidade de identificação da origem dos dados, seu registro e manutenção. 
( ) facilidade de acesso para coleta, estando disponível a tempo. 
A sequência correta é: 
a) 1, 2, 3 e 4. 
b) 4, 3, 1 e 2. 
c) 1, 4, 2 e 3. 
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d) 3, 2, 4 e 1. 
e) 2, 3, 4 e 1. 
 
11. (Prefeitura de Vassouras-RJ/FUNCAB/2014) Os indicadores de saúde são 
parâmetros utilizados com o objetivo de avaliar, sob o ponto de vista sanitário, as 
diversas situações de saúde da população e suas variáveis. Dentre os indicadores 
acompanhados pelo Ministério da Saúde, está a Taxa de Mortalidade na Infância, que 
por 1.000 nascidos vivos, considera: 
a) o número de óbitos de menores de 1 ano. 
b) o número de óbitos de menores de 5 anos. 
c) o número de óbitos na idade de 7 a 27 dias. 
d) o número de óbitos na idade de 0 a 6 dias. 
d) o número de óbitos no período perinatal. 
 
12. (CNEN /IDECAN/2014) “Índice que mede o número de casos novos de uma 
doença, episódios ou eventos na população dentro de um período definido de tempo.” 
Trata-se de 
a) surto 
b) letalidade 
c) incidência 
d) prevalência 
e) mortalidade 
 
13. (EBSERH/HUPAA-UFAL/IDECAN/2014) A mortalidade materna é um bom 
indicador de saúde. A partir das análises das condições de óbitos de mulheres, pode-se 
avaliar o grau de desenvolvimento de uma determinada sociedade. Para elaborar o 
cálculo desse indicador de saúde, o número de óbitos de mulheres em decorrência de 
situações associadas à gravidez deve ser dividido pelo (a) 
a) total de óbitos. 
b) população local. 
c) número de nascidos vivos. 
d) total de óbitos de população adulta. 
e) número de habitantes da macrorregião de saúde 
 
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14. (EBSERH/HUPAA-UFAL/IDECAN/2014) Para a efetivação do cálculo da 
mortalidade infantil e da mortalidade materna, é correto afirmar que a divisão 
do número de óbitos em específico seria pelo número 
a) de nascidos vivos. 
b) total de habitantes. 
c) de menores de 5 anos. 
d) de menores de 18 anos. 
e) de mulheres em idade fértil. 
 
15. (Prefeitura de Heliodora-MG/IDECAN/2014) Relacione adequadamente as 
colunas. 
1. Medida de prevalência. 
2. Medida de incidência. 
3. Incidência cumulativa. 
( ) Mede o número de casos novos de uma doença, episódios ou eventos na população 
dentro de um período definido de tempo. 
( ) Representa uma estimativa do risco de desenvolvimento de uma doença ou agravo 
em uma população, durante um intervalo de tempo determinado. 
( ) Mede o número total de casos, episódios ou eventos existentes em um determinado 
ponto no tempo. 
A sequência está correta em: 
a) 1, 3, 2. 
b) 2, 1, 3. 
c) 2, 3, 1. 
d) 3, 1, 2. 
e) 3, 2, 1. 
 
16. (Prefeitura de Florianópolis-SC/FEPESE/2014) Em epidemiologia clínica, a 
análise na grande Florianópolis, do número de casos de pacientes portadores de 
Tuberculose, tanto pacientes com diagnóstico em tratamento quanto casos novos da 
doença, é feita com um indicador de saúde do tipo: 
a) Coeficiente de letalidade. 
b) Coeficiente de incidência. 
c) Coeficiente de mortalidade. 
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d) Coeficiente de morbidade. 
e) Coeficiente de prevalência. 
 
 
Gabarito 
1. D 2. B 3. D 4. D 5. B 6. B 7. B 8. C 
9. E 10. E 11. B 12. C 13. C 14. A 15. C 16. E 
 
 
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