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PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL
Presidenta
DILMA VANA ROUSSEFF 
Vice Presidente
MICHEL MIGUEL ELIAS TEMER LULIA
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
Ministra
IZABELLA MÔNICA VIEIRA TEIXEIRA
SECRETARIA ExECuTIVA
Secretário
FRANCISCO GAETANI
SECRETARIA DE BIODIVERSIDADE E FLORESTAS
Secretário
BRAULIO FERREIRA DE SOUZA DIAS
DEPARTAMENTO DE CONSERVAçãO DA BIODIVERSIDADE
Diretora
DANIELA AMÉRICA SUAREZ DE OLIVEIRA
DEPARTAMENTO DE FLORESTAS
Diretor
JOÃO DE DEUS MEDEIROS
GERÊNCIA DE CONSERVAçãO DA BIODIVERSIDADE
Gerente
ADRIANA PANHOL BAYMA
NÚCLEO MATA ATLâNTICA E PAMPA
Coordenadora
FÁTIMA BECKER GUEDES
Introdução
1
Áreas de Preservação Permanente e Unidades de Conservação & Áreas de Risco. O que uma coisa 
tem a ver com a outra? Relatório de Inspeção da área atingida pela tragédia das chuvas na Região 
Serrana do Rio de Janeiro / Wigold Bertoldo Schäffer... [et al.]. – Brasília: MMA, 2011.
96 p. : il. color. ; 29 cm. + mapas. (Série Biodiversidade, 41)
ISBN 978-85-7738-155-5
1. Área de Preservação Permanente. 2. Unidade de Conservação. 3. Áreas de Risco. 4. Serviços 
ambientais. 5. Deslizamentos. 6. Enchentes. 7. Mata Atlântica. I. Schäffer, Wigold Bertoldo. II. Rosa, 
Marcos Reis. III. Aquino, Luiz Carlos Servulo de. IV. Medeiros, João de Deus. V. Ministério do Meio 
Ambiente – Secretaria de Biodiversidade e Florestas. VI. Título. V. Série.
CDU(2.ed.)502.62
A678
Catalogação na Fonte
Instituto Brasileiro do Meio ambiente e dos Recursos naturais Renováveis
A reprodução desta obra é permitida para fins não comerciais, desde que citada a fonte. 
Esta obra não pode ser comercializada.
Ministério do Meio ambiente 
Centro de Informação e Documentação Luís Eduardo Magalhães – CID Ambiental
Esplanada dos Ministérios – Bloco B – térreo – CEP – 70068-900
Tel.: 5561 3317-1235 Fax: 5561 3317-1980 – E-mail:cid@mma.gov.br
Autores dos textos 
Wigold Bertoldo Schäffer 
Consultor Núcleo Mata Atlântica (MMA)
Marcos Reis Rosa
Geógrafo, consultor Núcleo Mata Atlântica (MMA)
luiz Carlos Servulo de aquino 
Departamento de Florestas (MMA)
João de Deus Medeiros
Diretor do Departamento de Florestas (MMA)
Apoio logístico 
Instituto Chico Mendes de Conservação da 
Biodiversidade (ICMBio)
Marcelo Pessanha
Coordenador do ICMBio nos estados de SP, RJ e sul de MG.
ernesto Viveiros de Castro
Chefe do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. 
ana elisa Bacellar Schittini
Analista Ambiental do Parque Nacional da Serra dos Órgãos.
Walace da Silva
Motorista do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. 
Sérgio Bertoche
Chefe da Apa Petrópolis. 
Ministério da aeronáutica - esquadrão Pelicano de 
Campo grande (MS)
ten Márcia Regina laffatta Cardoso, Piloto 
ten Brimo olímpio de Morais Strafalli, Co-piloto
1º Sgt Ronaldo edson de Brito
3º Sgt andré Pitassi Sales
colAborAdores
Ricardo gamen
Instituto Estadual do Ambiente
Paulo estevão graça generoso 
Conselheiro da Apa Petrópolis 
luiz eduardo Peixoto
Presidente do Comitê de Ações Emergenciais de Petrópolis
Yara Valverde de Pagani
Pesquisadora da UFRJ e Instituto Superior do Ministério Público 
Fotos
Fotos da tragédia da região serrana do Rio de Janeiro: Luiz 
Carlos Servulo de Aquino, Marcos Reis Rosa, Paulo Estevão 
Graça Generoso e Wigold Bertoldo Schäffer. Fotos da tragé-
dia de Blumenau (SC): Fabio Fáraco e Eraldo Schnaider, ce-
didas pelo Comitê Itajaí.
Agradecemos gentilmente a todos os fotógrafos e instituições 
que cederam fotos para compor esta publicação.
projeto gráFico e diAgrAmAção
Ct. Comunicação Ltda.
reAlizAção
Ministério do Meio ambiente (MMa)
Relatório de Inspeção da área atingida pela tragédia das chuvas 
na Região Serrana do Rio de Janeiro, ocorridas no dia 11 de ja-
neiro de 2011. Os levantamentos de campo que subsidiaram a 
elaboração deste relatório foram realizados no período de 24 a 
26 de janeiro de 2011, duas semanas após a tragédia. A realiza-
ção dos levantamentos de campo contou com o apoio logístico 
do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade 
(ICMBio) e do Ministério da Aeronáutica, através do Esquadrão 
Pelicano sediado em Campo Grande (MS), que cedeu helicóptero 
para sobrevôo da área atingida.
Apoio
Esta publicação foi apoiada por:
Projeto “Proteção da Mata atlântica II” 
O projeto visa contribuir com os esforços brasileiros para a prote-
ção, o uso sustentável e a recuperação da Mata Atlântica, consi-
derada um sumidouro de carbono de significância global para o 
clima. O projeto trabalha nos seguintes componentes: a) ampliação 
e consolidação do Sistema Nacional de Unidades de Conserva-
ção da Natureza, b) fortalecimento de sistemas de transferência e 
mecanismos de pagamento de serviços ambientais, c) disponibili-
zação de informações relevantes para decisões sobre a biodiversi-
dade na Mata Atlântica e proteção do clima e d) desenvolvimento 
de capacidades e competências.
O Projeto Proteção da Mata Atlântica II, financiado a partir de 
Decisão do Parlamento da Alemanha, conta com recursos da Ini-
ciativa Internacional de Proteção ao Clima por meio do Ministério 
do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear 
(BMU).
A execução do Projeto Proteção da Mata Atlântica II é coorde-
nada pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA e conta com o 
acompanhamento da Deustsche Gesellschaft für Internationale 
Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e com a intermediação financeira 
do KfW Entwicklungsbank, que disponibiliza os recursos do BMU 
ao Atlantic Forest Conservation Fund (AFCoF II), administrado 
pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – Funbio.
 
o WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira 
dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmo-
nizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e 
promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos 
cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado 
em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o 
país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de con-
servação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o 
apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e 
voluntários.
Sumário
apresentação 05
Introdução 07
Áreas de Preservação Permanente 09
as funções ambientais das Áreas de Preservação Permanente 13
Áreas “consolidadas” de ocupação urbana e agropecuária 31
efeito das chuvas na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro 35
Áreas rurais afetadas 35
Localidade de Bonsucesso – Teresópolis 35
Localidade de Vieira – Teresópolis 39
Campo Grande – Teresópolis 44
Cascata do Imbuí – Teresópolis 50
Bairro Granja Florestal – Teresópolis 52
Vale do Cuiabá – Petrópolis 54
Nova Friburgo 64
Cidade de Nova Friburgo 74
Canalização de rios 78 
análise dos deslizamentos na Região Serrana do Rio de Janeiro 79
o Papel das Unidades de Conservação 84
o Código Florestal e a prevenção da ocupação de áreas de risco 88
Conclusões 89
Metodologia 91
Bibliografia 94
relatórIo de Inspeção da Área atIngIda pela tragédIa das chuvas na regIão serrana do rIo de JaneIro
4
Apresentação
Apresentação
A presente publicação apresenta uma análise das consequências das chuvas torrenciais que ocor-
reram em janeiro de 2011, na Região Serrana do Rio de Janeiro, trazendo para o centro da dis-
cussão os fatores potencializadores de tais efeitos. Infelizmente, eventos trágicos dessa natureza 
repetem-se a cada ano, com maior frequência e intensidade, acarretando enormes prejuízos eco-
nômicos, deixando milhares de desabrigados e, sobretudo, vítimas fatais. 
O Relatório Áreas de Preservação Permanente e Unidades de Conservação x Áreas de Risco – O 
que uma coisa tem a ver com a outra apresenta a relação entre as áreas de risco sujeitas a enchen-
tes e deslizamento de terra e rochas e aquelas formalmente protegidas pela legislação brasileira, 
em especial as Áreas de

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