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Memoria e biografia PIRRO de Élis

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�	 ou0de\n a!llo proerou~men h@ paraithso/meqa tou\j a0naginw&skontaj, e0a_n mh_ pa&nta mhde\ kaq 0 e3kaston e0ceirgasme/nwj ti tw~n periboh&twn a)pagge/llwmen, a)lla_ e0pite/mnountej ta_ plei=sta, mh_ sukofantei=n. ou1te ga_r i9stori/aj gra&fomen, a)lla_ bi/ouj, ou1 te tai=j epifanesta&taij pra&cesi pa&ntwj e1nesti dh&lwsij a)reth~j h2 kaki/aj, a)lla_ pra~gma braxu\ polla&kij kai\ rh=ma kai\ paidia& tij e1mfasin h1qouj e0poi/hse ma~llon h2 ma&xai murio/nekroi kai_ parata&ceij ai9 me/gistai kai\ poliorki/ai po/lewn. (...) w#sper ou}n oi9 zw&grafoi ta_j o(moio/thtaj a)po\ tou= prosw&pou kai\ tw&n peri\ th_n o1yin ei0dw~n, oi9j e0mfai/netai to_ h]qoj, a)nalamba&nousin, e0la&xista tw~n loipw~n merw~n fronti/zontej. ou#twj h(mi=n dote/on ei0j ta_ th~j yuxh~j shmei=a ma~llon e0ndu&esqai kai\ dia_ tou&twn ei0dopoiei=n to_n e9ka&stou bi/on. (PLUTARCO, Alexandre 1.2)
�	 A admiração de Pirro por Demócrito marcará todo o pirronismo. Timão, Enesidemo e Sexto Empírico também a expressam, o que vem favorecer a legitimidade de tal construto.
�	 Cf. Clemente de Alexandria, Strom. I XIV, 64, 24, Eusébio, Praep. ev. XIV 17, 10, Galeno, Histo. philos. 3 (apud DECLEVA, CAIZZI, Pirrone Testimonianze, fr. 25a, 25b, 25c), Diógenes Laércio, livros IX-X das Vidas dos Filósofos Ilustres.
�	 Pitágoras - Telauge - Xenofanes - Parmênides - Leucipo - Demócrito - Nessa – Metrodoro de Quios - Diógenes de Smirna – Anaxarco – Pirro – Timão - Eufranor de Seleucia – Eubulo de Alexandria – Heraclides - Enesidemo – Xeuxipo – Zeuxis Gonicpus - Antioco de Laodicéia – Menódoto de Nicomédia – Heródoto de Tarso - Sexto Empírico – Saturnino.
�	 Pirro em meio a uma tempestade no mar, aconselha os companheiros aflitos a imitarem os porquinhos da nau, que continuavam a comer imperturbáveis (Diógenes Laércio 9.68).
�	 Pirro nem franze o cenho quando lhe aplicam remédio cáustico a uma ferida (Diógenes Laércio 9.67).
�	 Embora a reunião e sistematização dos modos céticos sejam de autoria de Enesidemo (cf. Diógenes Laércio 9.79-88; Eusébio, Praeparatio evangelica XIV 18, 11; Fílon de Alexandria, De ebrietate 171-202), é plausível supor que alguns desses modos tenham tido uma formulação inicial por Pirro, Timão e outros filósofos que inspiraram o pirronismo. Com efeito, Aristóteles apresenta uma série de argumentos que pretendem resolver o desacordo de opiniões descrito nos modos céticos (Metafísica K 6, 1062 12-24, 1062 b 35-1063 a 10; G 5, 1009 a 6-39).
�	 Para uma discussão mais detalhada, cf. WARREN, 2002, p. 106-115, p. 129-149.
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