Linha do Tempo da Literatura
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Revolução Francesa 
Independência do Brasil 
 
Parnasianismo (poesia) 
 
2ª Revolução Industrial 
 
Racionalismo 
Positivismo 
Determinismo 
Darwinismo 
 
Machado de Assis 
Aluísio Azevedo 
 
Gonçalves Dias 
Álvares de Azevedo 
Castro Alves 
José de Alencar 
 
Subjetivismo 
Idealização 
Religiosidade 
Escapismo 
Frustração, 
Melancolia 
Individualismo 
Cor local 
Língua coloquial 
Liberdade Formal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RAZÃO 
EMOÇÃO 
Séc. XVI 
Séc. XVII 
Séc. XVIII 
Séc. XIX 
(1ª metade) 
Séc. XIX 
(2ª metade) 
Séc. XIX 
(2ª metade) 
Séc. XX 
Pré-Modernismo 
Renascimento 
ou 
Classicismo 
Grandes Navegações 
 
Racionalismo 
Empirismo 
Mitologia greco-romana 
Formas fixas 
Medida nova 
Soneto 
Neoplatonismo 
Antropocentrismo 
 
Luís Vaz de Camões 
Barroco 
Contrarreforma 
Conflito 
Antropocentrismo x 
teocentrismo 
Dualidades 
Cultismo 
 (Antíteses, Hipérbole, 
Hipérbato, Metáfora) 
Conceptismo 
(Paradoxos 
Silogismo 
Sofisma) 
Gregório de Matos 
Pe. Antônio Vieira 
Arcadismo 
ou 
Neoclassicismo 
Iluminismo 
Inconfidência Mineira 
Racionalismo 
Mitologia greco-romana 
Pastoralismo 
Bucolismo 
Pseudônimos pastoris 
Equilíbrio 
Comedimento no uso de 
figuras de linguagem 
Formas fixas (soneto) 
 
Cláudio Manuel 
da Costa 
Tomás A. 
Gonzaga 
Romantismo 
 
Poesia: 
1ª Geração: 
Nacionalista ou 
Indianista 
2ª Geração: 
Mal-do-Século, 
Ultrarromântica, 
Byroniana 
3ª geração: 
Social, 
Condoreira ou Hugoana 
Prosa: 
Surgimento do romance 
Folhetim 
Didática e Moralizante 
Preceitos burgueses 
 
Realismo 
Naturalismo (prosa) 
Retomada dos princípios 
clássicos 
Rigor formal 
Impassibilidade 
Rimas ricas 
Descritivismo 
Alienação 
\u201carte pela arte\u201d 
 
Olavo Bilac 
 
 
Simbolismo 
Apelo à sugestão 
Sinestesia 
Musicalidade 
Efêmero 
Etéreo 
Sobrenatural 
Metafísica 
Alma 
Espiritualidade 
Mistério 
 
Cruz e Souza 
Alphonsus de Guimaraens 
Quinhentismo 
Literatura Informativa 
Literatura Jesuítica 
Pero Vaz de Caminha 
(\u201cA Carta\u201d) 
Pe. José de Anchieta 
Fugere urbem 
Aurea mediocritas 
Inutila truncat 
Carpe Diem 
Locus Amoenus 
 
Crítica à realidade 
Crítica às instituições 
burguesas (casamento, 
família, igreja) 
Homem animalizado 
 
Euclides de Cunha: Os Sertões 
Monteiro Lobato 
Lima Barreto: Triste Fim de 
Policarpo Quaresma 
Augusto dos Anjos: Eu 
Modernismo 
1ª FASE: 1922 \u2013 1930 
 
Semana de Arte Moderna 
Verso livre 
Ironia / Paródia 
Deboche, Antropofagia 
Crítica / Cotidiano 
Sublevação 
Iconoclastia 
Flashes cinematográficos 
 
Oswald de Andrade 
Mário de Andrade 
Manuel Bandeira 
 
Macunaíma 
(O herói sem nenhum caráter) 
 
2ª FASE 
POESIA 
Consolidação das conquistas de 22 
Denúncia da realidade social do país 
Caminho para o Universal 
Questionamento em torno da existência humana, 
do sentimento de \u201cestar no mundo\u201d 
Inquietação: social, religiosa, filosófica, amorosa. 
 
Carlos Drummond de Andrade 
Cecília Meireles 
Murilo Mendes 
Jorge de Lima 
Mário Quintana 
Vinícius de Moraes 
 
2ª FASE 
PROSA 
\u201cRegionalismo de 30\u201d 
Temas: seca, sertão, cangaço, ciclo da cana-de-
açúcar, do cacau, do café. 
 
Graciliano Ramos 
Jorge Amado 
Rachel de Queiroz 
José Lins do Rego 
 
3ª FASE 
Guimarães Rosa 
Linguagem, regionalismo, universalismo. 
Clarice Lispector 
Fluxo de consciência, epifania, intimismo, mulher. 
João Cabral de Melo Neto 
Neoparnasianismo, poesia social. 
Professores: Charles Dias Gonçalves e Luiz R. Júnior.