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Estruturas de Concreto Armado I -Apostila de UFBA

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4.11); 
- Lajes (Figura 4.13); 
- Vigas (Figura 4.14); 
- Reservatórios; 
- Escadas (Figura 4.11), etc. 
· Detalhes Estruturais. 
4.2.3. Projeto de Fôrmas (escoramento) 
4.2.4. Projetos de Instalações 
· Hidráulicas (água e esgoto); 
· Elétricas; 
· Telefônicas; 
· Ar condicionado; 
· Incêndio; 
· Especiais (hospitais, fábricas, bancos, etc.). 
4.2.5. Projeto de Revestimento de Fachada 
4.2.6. Informações do Projeto Estrutural 
· Memória de cálculo; 
· Desenhos (plantas): - Legendas; 
- Escalas, cotas e dimensões; 
- Quadros de armadura, etc. 
· Especificações: - Cobrimentos; 
- Aço; 
- Concreto; 
- Cargas; 
- Fator A/C; 
- Módulo de Elasticidade, etc. 
 
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Figura 4.4 – Exemplo de planta de localização. 
 
Figura 4.5 – Exemplo de planta de situação. 
 
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Figura 4.6a – Exemplos de planta baixa de arquitetura. 
 
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Figura 4.6b – Exemplo de planta baixa de arquitetura. 
 
 
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Figura 4.7 – Exemplo de planta de cortes arquitetônicos. 
 
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Figura 4.8 – Exemplo de planta de fachada. 
 
 
Figura 4.9 – Exemplo de planta de detalhes arquitetônicos. 
 
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Figura 4.10a – Exemplo de planta de locação de pilares, cortinas e paredes de rampa (1a parte). 
 
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Figura 4.10b – Exemplo de planta de locação de pilares, cortinas e paredes de rampa (2a parte). 
 
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Figura 4.11 – Exemplo de planta de fundações e pilares - detalhamento. 
 
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Figura 4.12 – Exemplo de planta de forma de baldrames e lajes. 
 
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Figura 4.13 – Exemplo de planta de armadura de lajes. 
 
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Figura 4.14 – Exemplo de planta de armaduras de vigas. 
 
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4.3. SEQÜÊNCIA DE UM PROJETO ESTRUTURAL 
a) Estudo do projeto arquitetônico (formas e utilização); 
b) Verificação e compatibilização das cotas e dimensões; 
c) Lançamento da fôrma; 
d) Compatibilização com os projetos de instalações; 
e) Carregamento da estrutura; 
f) Cálculo dos esforços; 
g) Dimensionamento dos elementos e/ ou da estrutura; 
h) Detalhamento. 
As atividades entre os itens c) e g) representam um processo iterativo, onde se busca a 
otimização da estrutura, garantindo segurança e funcionalidade. Um dos grandes problemas 
dos projetistas é que a ordem de cálculo de uma estrutura é inversa à da sua construção, ou 
seja, ela é calculada de cima para baixo, e é construída de baixo para cima. Por isso, muitas 
vezes as fundações e pilares apresentam desperdício de material, pois são determinados a 
partir de um pré-dimensionamento que deve ser sempre a favor da segurança. 
Uma construção bem planejada é meio caminho andado para o sucesso do empreendimento. 
4.4. APRESENTAÇÃO DO PROJETO DO CURSO 
O projeto arquitetônico apresentado nas plantas das Figuras 4.15 a 4.20 será usado para os 
exemplos de carregamento, dimensionamento e detalhamento dos elementos estruturais de 
interesse no decorrer deste curso. 
4.5. PRESCRIÇÕES NORMATIVAS 
As prescrições normativas, de maneira geral, estabelecem as condições mínimas exigíveis 
para garantir segurança e “construtibilidade” às estruturas. 
O CEB-FIP MC 90 (1993), por exemplo, é um documento que, segundo ele próprio, sintetiza 
o progresso técnico e científico desde sua publicação anterior (cerca de uma década) no que 
diz respeito à segurança, a análise e o projeto de estruturas de concreto. Ele foi desenvolvido 
para servir como base de cálculo para as edificações e obras que utilizam concreto de peso 
normal. 
Ainda segundo o CEB-FIP MC 90 (1993), os critérios de aquiescência com os requisitos 
mínimos compreendem duas categorias de medidas: 
• Procedimentos de cálculo apropriados, incluindo medidas que facilitem a inspeção e a 
manutenção de elementos vitais da estrutura, durante toda a sua vida útil; 
• Medidas que garantam a qualidade, para prevenir ou eliminar erros humanos. 
 
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Figura 4.15 – Planta baixa do pavimento térreo. 
 
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Figura 4.16 – Planta baixa do pavimento tipo. 
 
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Figura 4.17 – Planta baixa da cobertura. 
 
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Figura 4.18 – Detalhes da casa de máquina e reservatório elevado. 
 
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Figura 4.19 – Corte longitudinal 1-1. 
 
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Figura 4.20 – Corte transversal 2-2. 
 
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No Brasil, para as estruturas de concreto, pode-se citar, entre outras, as seguintes normas 
técnicas: 
• Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) - NBR 6118 (2004) – Projeto de 
estruturas de concreto – Procedimento. Rio de Janeiro, Março/ 2004; 
• ABNT - NBR 6120 (1980) – Cargas para o cálculo de estruturas de edificações – 
Procedimento. Rio de Janeiro, Novembro/ 1980; 
• ABNT - NBR 6123 (1988) – Forças devidas ao vento em edificações – 
Procedimento. Rio de Janeiro, 1988; 
• ABNT - NBR 8681 (2004) – Ações e segurança nas estruturas – Procedimento. Rio 
de Janeiro, Março/ 2004; 
• ABNT - NBR 14931 (2004) – Execução de estruturas de concreto – Procedimento. 
Rio de Janeiro, Março/ 2004. 
Além dessas, outras normas também contêm disposições que constituem prescrições 
relacionadas aos projetos em concreto. Entre elas, pode-se citar: 
• ABNT - NBR 5738 (1994) – Moldagem e cura de corpos-de-prova cilíndricos ou 
prismáticos de concreto – Procedimento; 
• ABNT - NBR 5739 (1994) – Concreto – Ensaio de compressão de corpos-de-prova 
cilíndricos – Método de ensaio; 
• ABNT - NBR 7187 (2004) – Projeto de pontes de concreto armado e de concreto 
protendido – Procedimento; 
• ABNT - NBR 7222 (1994) – Argamassa e concreto – Determinação da resistência 
à tração por compressão diametral de corpos-de-prova cilíndricos – Método de 
ensaio; 
• ABNT - NBR 7480 (1996) – Barras e fios de aço destinados a armaduras para 
concreto armado – Especificação; 
• ABNT - NBR 7481 (1990) – Tela de aço soldada – Armadura para concreto – 
Especificação; 
• ABNT - NBR 8522 (1984) – Concreto – Determinação do módulo de deformação 
estática e diagrama tensão-deformação – Método de ensaio; 
• ABNT - NBR 8953 (1992) – Concreto para fins estruturais – Classificação por 
grupos de resistência – Classificação; 
• ABNT - NBR 9062 (2001) – Projeto e execução de estruturas de concreto pré-
moldado – Procedimento; 
• ABNT - NBR 10839 (1989) – Execução de obras de arte especiais em concreto 
armado e concreto protendido – Procedimento; 
 
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· ABNT - NBR 12142 (1991) – Concreto – Determinação da resistência à tração na 
flexão em corpos-de-prova prismáticos – Método de ensaio; 
· ABNT - NBR 12654 (1992) – Controle tecnológico de materiais componentes do 
concreto – Procedimento; 
· ABNT - NBR 12655 (1996) – Concreto – Preparo, controle e recebimento. 
Entre as prescrições internacionais, as mais consultadas no Brasil são: 
· ACI – American Concrete Institute. ACI-318 R-02 – Building code requirements 
for reinforced concrete and commentary. Detroit,