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Pteridófitas

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Criptógamas/Pteridófitas 
Plantas vasculares sem flores, frutos e sementes
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Importância econômica das Pteridófitas 
 Alimentação  báculos de Ostrich são comercializado nos Estados Unidos e Pteridium (tóxicos os brotos, câncer de estômago) consumido pelos brasileiros (MG) e japoneses;
 Substrato para cultivo (xaxim) de outras plantas (orquídeas);
 Ornamental e paisagismo  as folhas de samambaia ou avencas (Adiantum);
 Uso medicinal  produção de metabólitos secundários  (selaginela) diarréia, dor de estômago. 
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Importância ecológica das Pteridófitas 
 Pteridófitas epífitas contribuem para manutenção do equilíbrio e diversidade biológica servindo de microambientes e recurso alimentar para fauna do dossel (retenção de água e detritos orgânicos);
 Associação com Cianobactéria  fixação de nitrogênio atmosférico;
 Interação com a fauna alimento, uso de escamas
para construção de ninhos.
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► Filos extintos: final do devoniano (360 milhões de anos atrás): 
- Rhyniophyta;
- Zosterophyllophyta;
- Trymerophyta.
►Filos atuais (terrestre, epífitas e aquáticas):
- Lycopodiophyta;
- Pteridophyta.
Pteridófitas 
 plantas dominantes de grandes tamanhos
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 Filos extintos
 Ramos dicotómicos, lisos ou denteados ou com espinhos, fotossintetizantes com esporângios terminais axiais ou em ramos laterais, abrindo-se longitudinalmente.
 Rhynia
Zosterophyllum
Trymerophyta
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► Embriófitas: Briófitas, Pteridófitas até as angiospermas  grupo de plantas com embriões multicelulares
► Tecidos condutores – xilema e floema
► Redução da fase gametofítica com fase ESPOROFÍTICA DOMINANTE
► Gametófito e esporófito independentes e fotossintetizantes
EXCETO: em algumas espécies de Psilotum e Lycopodiaceae são heterotróficas dependentes de fungos micorrízicos para sua nutrição
PTERIDÓFITAS: tendências evolutivas
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► Colonização do ambiente terrestre pelas Briófitas produção de gametas móveis (anterozóides) dependente de água tamanho reduzido e forma rasteira
► A evolução de Tecidos condutores (xilema e floema) eficientes  problema de transporte de água e nutrientes
► Síntese e deposição de lignina às paredes das células (sustentação e condução de água) possibilitou ESPORÓFITOS vascularizados alcançarem grandes estaturas
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►Briófitas: produção de um esporângio
 Pteridófitas: produção de esporângios múltiplos. 
Pteridófita
Lycopodium
Briófita
Musgo
Estróbilos
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► Sistema radicular: fixação e absorção de água e sais minerais e sistema caulinar: folhas e caules fotossintetizantes;
► Organização em sistemas de tecidos: Dérmico, Vascular e Fundamental.
Pteridófitas: organização do corpo do esporófito
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Pteridófitas: Reprodução
► Assexuada: Fragmentação (propagação vegetativa)
► Sexuada: Alternância de gerações heteromórficas;
Plantas: 
► Homosporadas: 1 tipo de esporo  gametófito bissexuado
- Lycopodiophyta (Lycopodiaceae)
- Pteridophyta 
► Heterosporadas: 2 tipos de esporos gametófitos unissexuais
- Lycopodiophyta (Selaginellaceae, Isoetaceae)
- Pteridophyta (Marsileales e Salvinales)
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Pteridófitas 
►Filos com representantes atuais:
	-Lycopodiophyta
 Lycopodiaceae; Selaginellaceae; Isoetaceae
	- Pteridophyta 
 Filicales-Samambaias; Marsiales, Salviniales; Psilotales; Equisetales
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Lycopodiophyta
►Lycopodiaceae (licopódios)
 Selaginellaceae (selaginelas)
 Isoetaceae (Isoetes)
► Rizomas: caules aéreos e raízes
 Folhas: microfilos espiralados, opostos ou verticilados
► esporângios: Homosporada (Licopodio) 
 Heterosporada (Selaginela)
	* nas axilas foliares, embebido na face adaxial (esporófilos - micrófilos férteis)
	* em estróbilos apicais
Em selaginela: megasporófilos e microsporófilos
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Homosporada (Licopodio) 
Heterosporada (Selaginela)
Selaginella sp. 
Huperzia lucidula 
Lycopodium clavatum
esporângio difuso entre os micrófilos
esporângio em estróbilos apicais
megasporófilo
microsporófilo
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► Samambaias, maior diversidade nos trópicos, na Reserva Ducke ocorrem 19 famílias;
► hábito variado: epífitas e terrestres;
► Raiz adventícia e fibrosa 
 Caule subterrâneo ou aéreo, micro ou desenvolvido
 Folhas (frondes): megáfilos, simples ou compostas (raque e pinas).
 Baculo  protege as folhas embrionárias.
 Apêndices epidérmicos (escamas e tricomas)
Pteridophyta
Filicales
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Hábito
Terrestre decumbente
Terrestre ereta
Epífita
Hemiepífita: trepadeira ou escandente
Raque
Pina
Pecíolo
HOMOSPORADA
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Epífita: Ophioglossum vulgatum
Aquática: Azola filiculoides
Associação com cianobactéria (fixação de nitrogênio) usada como fonte de nitrato em cultura de arroz de alagado
DIVERSIDADE DE AMBIENTES
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Salvinia sp.
Marsilea vestuta
AQUÁTICAS E HETEROSPORADAS
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Botrychium lunaria
Lygodium venustum
Folhas compostas
TERRESTRES
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► esporângio inserido na lâmina foliar soros
			→ soros: 
				* indúsio 
				* esporângios
			
 
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► Equisetum sp., cavalinha, comum em locais encharcados, úmidos próximo a córregos;
► Ramos férteis e vegetativos fotossintéticos
► Caule: cilíndrico, com nó e entrenó
►Folhas: microfilos em forma de escama verticiladas nos nós
►Esporos: Homosporado
		* esporos esféricos, verdes – fotossíntese; 
Pteridophyta
Equisetales
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Equisetum sp.
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Equisetum sp.
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► Psilotum
► Raízes ausentes, com rizoma subterrâneo com muitos rizóides; Possui associação simbiótica com fungo endomicorrízico
 Caule: achatado com ramificação dicotômica;
 Folhas ausentes com apêndice em forma de escama;
► Esporos: Homosporado, com esporângio lobado (2-3) nas terminações de ramos laterais curtos;
► Gametófito subterrâneo, também possui associação simbiótica com fungo, e os anterozóides deste gênero são multiflagelados. 		
Pteridophyta
Psilotales
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esporângios imaturos
esporângios
apêndices em forma de escama
esporófito maduro (2n)
caule
rizoma
Psilotum
Esporângios lobados (3)
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Psilotum: fungo simbiôntico presente no gametófito
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Avascular.
Fase esporófito (2N) monoesporangio: cada embrião produz um esporângio;
3. Fase esporófito (2N) efêmera e dependente fisiologicamente do gametófito;
 
4. Fase gametófito (N) domina o ciclo de vida.
Vascular.
Fase esporófito (2N) múltiplos esporangios: cada embrião produz vários esporângios;
3. Fase gametófito (N) efêmera e independente fisiologicamente do esporófito;
 
4. Fase esporófito (2N) domina o ciclo de vida e independente fisiologicamente do gametófito.
BRIÓFITA
PTERIDÓFITA
DIFERENÇAS
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Antóceros
Hepáticas
Musgos
Charales 
(alga)
terra
Embriófitas
CLADOGRAMA - MOSTRANDO CARACTERES COMPARTILHADOS PELAS ALGAS VERDES E PRINCIPAIS GRUPOS DE PLANTAS
PLASMODESMOS
FRAGMOPLASTO
ANTERÍDIOS E ARQUEGÔNIOS
ESPOROPOLENINA
EMBRIÃO
ESTÔMATOS
GAMETÓFITO DOMINANTE
HADROMA E LEPTOMA
Células condutoras não lignificadas
PLANTAS VASCULARES
Pteridofitas
Traqueófitas
ELEMENTOS TRAQUEAIS
ESPORÓFITO DOMINANTE
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