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Quadro comparativo CPC

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pedir que o juiz, ao despachar a petição 
inicial e sem audiência do requerido, Ihe arbitre desde logo uma mensalidade para 
mantença. 
 Seção VIII 
 Do Arrolamento de Bens 
 Art. 855. Procede-se ao arrolamento sempre que há fundado receio de extravio ou 
de dissipação de bens. 
 Art. 856. Pode requerer o arrolamento todo aquele que tem interesse na 
conservação dos bens. 
 § 1o O interesse do requerente pode resultar de direito já constituído ou que deva ser 
declarado em ação própria. 
 § 2o Aos credores só é permitido requerer arrolamento nos casos em que tenha lugar 
a arrecadação de herança. 
 Art. 857. Na petição inicial exporá o requerente: 
 I - o seu direito aos bens; 
 II - os fatos em que funda o receio de extravio ou de dissipação dos bens. 
 Art. 858. Produzidas as provas em justificação prévia, o juiz, convencendo-se de que 
o interesse do requerente corre sério risco, deferirá a medida, nomeando depositário 
dos bens. 
 Parágrafo único. O possuidor ou detentor dos bens será ouvido se a audiência não 
comprometer a finalidade da medida. 
 Art. 859. O depositário lavrará auto, descrevendo minuciosamente todos os bens e 
registrando quaisquer ocorrências que tenham interesse para sua conservação. 
 Art. 860. Não sendo possível efetuar desde logo o arrolamento ou concluí-lo no dia 
em que foi iniciado, apor-se-ão selos nas portas da casa ou nos móveis em que 
estejam os bens, continuando-se a diligência no dia que for designado. 
LIVRO VI TÍTULO VI 
DA FORMAÇÃO, DA SUSPENSÃO E DA EXTINÇÃO DO PROCESSO DA FORMAÇÃO, DA SUSPENSÃO E DA EXTINÇÃO DO PROCESSO 
TÍTULO I CAPÍTULO I 
DA FORMAÇÃO DO PROCESSO DA FORMAÇÃO DO PROCESSO 
Art. 312. Considera-se proposta a ação quando a petição inicial for protocolada, 
todavia, a propositura da ação só produz quanto ao réu os efeitos mencionados no 
art. 240 depois que for validamente citado. 
Art. 263. Considera-se proposta a ação, tanto que a petição inicial seja despachada 
pelo juiz, ou simplesmente distribuída, onde houver mais de uma vara. A propositura 
da ação, todavia, só produz, quanto ao réu, os efeitos mencionados no art. 219 
depois que for validamente citado. 
TÍTULO II CAPÍTULO II 
DA SUSPENSÃO DO PROCESSO DA SUSPENSÃO DO PROCESSO 
Art. 313. Suspende-se o processo: Art. 265. Suspende-se o processo: 
I – pela morte ou pela perda da capacidade processual de qualquer das partes, de 
seu representante legal ou de seu procurador; 
I - pela morte ou perda da capacidade processual de qualquer das partes, de seu 
representante legal ou de seu procurador; 
 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. 4.a versão (10.04.2015). É permitida a distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente 
trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos 
disponíveis no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões poderão ser enviadas para novocpc@medina.adv.br. 
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CPC/2015 CPC/1973 
II – pela convenção das partes; II - pela convenção das partes; 
III – pela arguição de impedimento ou de suspeição; III - quando for oposta exceção de incompetência do juízo, da câmara ou do 
tribunal, bem como de suspeição ou impedimento do juiz; 
IV– pela admissão de incidente de resolução de demandas repetitivas; 
V – quando a sentença de mérito: IV - quando a sentença de mérito: 
a) depender do julgamento de outra causa ou da declaração de existência ou de 
inexistência de relação jurídica que constitua o objeto principal de outro processo 
pendente; 
a) depender do julgamento de outra causa, ou da declaração da existência ou 
inexistência da relação jurídica, que constitua o objeto principal de outro processo 
pendente; 
b) tiver de ser proferida somente após a verificação de determinado fato ou a 
produção de certa prova, requisitada a outro juízo; 
b) não puder ser proferida senão depois de verificado determinado fato, ou de 
produzida certa prova, requisitada a outro juízo; 
 c) tiver por pressuposto o julgamento de questão de estado, requerido como 
declaração incidente; 
VI – por motivo de força maior; V - por motivo de força maior; 
VII – quando se discutir em juízo questão decorrente de acidentes e fatos da 
navegação de competência do Tribunal Marítimo; 
 
VIII – nos demais casos que este Código regula. VI - nos demais casos, que este Código regula. 
§ 1º Na hipótese do inciso I, o juiz suspenderá o processo, nos termos do art. 689. § 1o No caso de morte ou perda da capacidade processual de qualquer das partes, 
ou de seu representante legal, provado o falecimento ou a incapacidade, o juiz 
suspenderá o processo, salvo se já tiver iniciado a audiência de instrução e 
julgamento; caso em que: 
 a) o advogado continuará no processo até o encerramento da audiência; 
 b) o processo só se suspenderá a partir da publicação da sentença ou do acórdão. 
§ 2º Não ajuizada ação de habilitação, ao tomar conhecimento da morte, o juiz 
determinará a suspensão do processo e observará o seguinte: 
 
I – falecido o réu, ordenará a intimação do autor para que promova a citação do 
respectivo espólio, de quem for o sucessor ou, se for o caso, dos herdeiros, no prazo 
que designar, de no mínimo 2 (dois) e no máximo 6 (seis) meses; 
 
II – falecido o autor e sendo transmissível o direito em litígio, determinará a intimação 
de seu espólio, de quem for o sucessor ou, se for o caso, dos herdeiros, pelos meios 
de divulgação que reputar mais adequados, para que manifestem interesse na 
sucessão processual e promovam a respectiva habilitação no prazo designado, sob 
pena de extinção do processo sem resolução de mérito. 
 
§ 3º No caso de morte do procurador de qualquer das partes, ainda que iniciada a 
audiência de instrução e julgamento, o juiz determinará que a parte constitua novo 
mandatário, no prazo de 15 (quinze) dias, ao final do qual extinguirá o processo sem 
resolução de mérito, se o autor não nomear novo mandatário, ou ordenará o 
prosseguimento do processo à revelia do réu, se falecido o procurador deste. 
§ 2o No caso de morte do procurador de qualquer das partes, ainda que iniciada a 
audiência de instrução e julgamento, o juiz marcará, a fim de que a parte constitua 
novo mandatário, o prazo de 20 (vinte) dias, findo o qual extinguirá o processo sem 
julgamento do mérito, se o autor não nomear novo mandatário, ou mandará 
prosseguir no processo, à revelia do réu, tendo falecido o advogado deste. 
§ 4º O prazo de suspensão do processo nunca poderá exceder 1 (um) ano nas 
hipóteses do inciso V e 6 (seis) meses naquela prevista no inciso II. 
§ 3o A suspensão do processo por convenção das partes, de que trata o no Il, nunca 
poderá exceder 6 (seis) meses; findo o prazo, o escrivão fará os autos conclusos ao 
juiz, que ordenará o prosseguimento do processo. 
§ 5o Nos casos enumerados nas letras a, b e c do no IV, o período de suspensão 
nunca poderá exceder 1 (um) ano. Findo este prazo, o juiz mandará prosseguir no 
processo. 
 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. 4.a versão (10.04.2015). É permitida a distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente 
trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos 
disponíveis no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões poderão ser enviadas para novocpc@medina.adv.br. 
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