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PESSOAS NATURAIS exercícios

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Código Civil, a menoridade cessa aos dezoito anos 
completos, quando a pessoa fica habilitada à prática de todos os atos da vida civil. A 
idade de 21 anos era o limite da menoridade existente no Código Civil de 1916. 
 
77. Errado. Se não há acordo entre os pais, o filho só pode ser emancipado por 
sentença judicial. 
 
78. Errado. Se não há acordo entre os pais, o filho só pode ser emancipado por 
sentença judicial. 
 
79. Correto. De acordo com o art. 5º, parágrafo único, I do Código Civil, cessará, para 
os menores, a incapacidade por sentença do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver 
dezesseis anos completos. 
 
80. Errado. A ausência não gera incapacidade, ou seja, o ausente pode celebrar 
negócios jurídicos normalmente. Apenas os seus bens é que ficam sob cuidados de 
outra pessoa. 
 
81. Correto. O art. 7º do Código Civil estabelece expressamente que pode ser 
declarada a morte presumida sem decretação de ausência, nos casos em que: for 
extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida; e, se alguém, 
desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos 
após o término da guerra. 
 
82. Correto. Trata-se de morte presumida, sem decretação de ausência (art. 7º, inciso 
I do CC), em que ela pode ser declarada se for extremamente provável a morte de 
quem estava em perigo de vida. 
 
83. Errado. A ausência não acarreta incapacidade, assim, o ausente não precisa de 
curador. Quem passa a ter curador nesse caso são os bens do ausente, e não o 
ausente em si. 
 
84. Errado. Qualquer interessado ou o Ministério Público podem requerer a ausência 
(art. 22 do CC). O fato de o cônjuge ser não-separado implica apenas que ele será o 
legítimo curador dos bens do ausente (art. 25 do CC). 
 
85. Errado. O art. 7º do Código Civil estabelece expressamente que pode ser 
declarada a morte presumida sem decretação de ausência, nos casos em que: for 
extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida; e, se alguém, 
desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos 
após o término da guerra. 
 
86. Errado. A ausência não gera incapacidade, não sendo necessário, portanto, 
nomeação de curador ao ausente. O que ocorre é a nomeação de um curador para os 
bens do ausente (art. 23 do CC). Basta verificar que, no capítulo sobre ausência, a 
Seção I denomina-se ―Da Curadoria dos Bens do Ausente‖. 
 
87. Errado. Trata-se de morte presumida, sem decretação de ausência (art. 7º, inciso I 
do CC). A morte civil é um instituto que não existe mais em nosso ordenamento 
jurídico e consistia na perda da capacidade civil em vida, ou seja, a pessoa 
permanecia viva de fato, mas morta juridicamente (os escravos eram um exemplo 
desse instituto). Apesar disso, hoje ainda existem alguns resquícios (aplicados em 
situações específicas), como o direito de representação por indignidade, em que o 
filho herda do avô como se o pai estivesse morto (art. 1816 do CC), mesmo ele 
estando vivo. 
 Prof. Flávio Louzada 
 
88. Errado. O art. 7º do Código Civil estabelece expressamente que pode ser 
declarada a morte presumida sem decretação de ausência, nos casos em que: for 
extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida; e, se alguém, 
desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos 
após o término da guerra. 
 
89. Errado. O art. 7º do Código Civil estabelece expressamente que pode ser 
declarada a morte presumida sem decretação de ausência, nos casos em que: for 
extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida; e, se alguém, 
desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos 
após o término da guerra. Porém, o parágrafo único do art. 7º prevê que a declaração 
da morte presumida, nesses casos, somente poderá ser requerida depois de 
esgotadas as buscas e averiguações, devendo a sentença fixar a data provável do 
falecimento. Assim, é insuficiente se valer apenas da notícia do desaparecimento para 
se declarar a morte presumida. 
 
90. Errado. Se Fernando não tiver deixado procurador ou, caso tenha deixado, este 
não queria continuar exercendo sua obrigação, pode-se declarar a ausência (art. 22 
do CC). 
 
91. Errado. Nesse caso, de acordo com o parágrafo único do art. 7º do Código Civil, 
pode ser declarada a morte presumida sem a decretação de ausência. 
 
92. Errado. Os casos indicados não fazem parte daqueles que autorizam a declaração 
de morte presumida. O art. 7º do Código Civil estabelece expressamente que pode ser 
declarada a morte presumida sem decretação de ausência, nos casos em que: for 
extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida; e, se alguém, 
desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos 
após o término da guerra. 
 
93. Errado. Essa não é a única hipótese. O art. 7º do Código Civil estabelece 
expressamente que pode ser declarada a morte presumida sem decretação de 
ausência, nos casos em que: for extremamente provável a morte de quem estava em 
perigo de vida; e, se alguém, desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for 
encontrado até dois anos após o término da guerra. Além disso, o parágrafo único do 
art. 7º prevê que a declaração da morte presumida, nesses casos, somente poderá ser 
requerida depois de esgotadas as buscas e averiguações, devendo a sentença fixar a 
data provável do falecimento. 
 
94. Errado. A comoriência está prevista no art. 8º do Código Civil, que prevê que se 
dois ou mais indivíduos falecerem na mesma ocasião, não se podendo averiguar se 
algum dos comorientes precedeu aos outros, presumir-se-ão simultaneamente mortos. 
 
95. Errado. A comoriência não é vedada, ela está expressamente prevista no art. 8º do 
Código Civil, e se aplica exatamente a situações como essa, em que não é possível 
averiguar quem morreu antes. 
 
96. Errado. De acordo com o art. 8º do CC, se dois ou mais indivíduos falecerem na 
mesma ocasião, não se podendo averiguar se algum dos comorientes precedeu aos 
outros, presumir-se-ão simultaneamente mortos. É possível que exista comoriência 
sendo uma das mortes real e outra presumida. Tome-se como exemplo um acidente 
aéreo em que um casal estivesse presente. Um dos corpos é identificado, mas o do 
outro não. Pode-se declarar a morte presumida desse outro (art. 7º, I do CC), e o juiz 
 Prof. Flávio Louzada 
pode fixar a data provável do falecimento no momento do acidente aéreo (art. 7º, 
parágrafo único do CC), que foi o momento em houve a morte real do outro cônjuge. 
 
97. Errado. Questão que contém um erro sutil. O art. 5º, parágrafo único, I do CC 
prevê essa espécie de emancipação. Porém, de acordo como art. 9º, II, a 
emancipação por outorga dos pais deve ser registrada em registro público, e não 
averbada. 
 
98. Correto. De acordo com o art. 9º, II do Código Civil, será registrada em registro 
público a emancipação por outorga dos pais ou por sentença do juiz. 
 
99. Errado. A regra é a invalidade dos atos praticados após a interdição. Porém, pode-
se invalidar atos realizados ante da interdição provando-se que existia a incapacidade 
no momento de realização do ato, uma vez que a sentença de interdição é constitutiva 
com eficácia declaratória, ou seja, o que causa a incapacidade é o problema de saúde 
e não a sentença. Existe entendimento do STJ nesse sentido. 
 
100. Errado. A sentença de interdição tem natureza declaratória, ou seja, apenas 
declara que a insanidade já existia. Assim, o STJ entende que é possível invalidar o 
negócio jurídico se for provado que no momento da celebração, a pessoa já padecia 
desse mal. 
 
101. Errado. Como disse a questão, o pródigo apenas está limitado quanto aos atos 
relativos ao seu patrimônio. Nos demais, ele não precisa ser representado ou 
assistido, sendo plenamente capaz. 
 
102. Errado. A personalidade é o conjunto de características