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AV2 CONSUMIDOR

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20/11/2017 BDQ Prova
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UBIRATÃ COSTA LIMA SANTOS
201307060943 C O STA A ZUL
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Disciplina: DIREITO DO CONSUMIDOR
Avaliação: CCJ0023_AV2_201307060943 Data: 10/06/2017 11:28:44 (F) Critério: AV2
Aluno: 201307060943 - UBIRATÃ COSTA LIMA SANTOS
Nota Prova: 10,0 de 10,0 Nota Partic.: 0 Nota SIA: 10,0 pts
 
 
DIREITO DO CONSUMIDOR 
 
 1a Questão (Ref.: 152338) Pontos: 1,0 / 1,0
Lucimar Batista ajuizou ação em face da Caixa de Assistência à Saúde Caberj, com a qual tem um plano de
saúde há mais de 20 anos, pleiteando que seja a ré compelida, liminarmente, a autorizar a sua internação
imediata no Hospital X e condenada a custear a cirurgia de que necessita com urgência (transplante de
pâncreas). A ré sustenta não haver no caso relação de consumo por ser uma entidade filantrópica, sem
finalidade lucrativa (entidade fechada e de autogestão), e que o plano de saúde da autora não cobre
transplante. Dando os fatos como comprovados, indique se há relação de consumo no caso. Resposta
fundamentada.
 
Resposta: Há sim uma relação de consumo, e Lucimar terá seu direito amparado pelo plano de saúde e o
hospital deverá fazer a cirurgia que necessita(obrigação de fazer).
 
 
Gabarito: Não basta ser uma entidade filantrópica, sem finalidade lucrativa, para estar fora da incidência do
CDC. É preciso também que o serviço que presta não seja remunerado, direta ou indiretamente, que seja
inteiramente gratuito, consoante art. 3º, § 2º do CDC. Ora, não há plano de saúde gratuito; todos são
remunerados por algum agente do mercado, pelo que os beneficiários do plano, destinatários final do serviço,
são consumidores. Não é por outra razão que a Lei 9656/98 manda aplicar subsidiariamente o CDC às
associações sem fins lucrativos e de autogestão que prestam assistência à saúde. Conseqüentemente, há
relação de consumo no caso em exame, aplicável o CDC, não obstante seja a ré uma entidade sem fins
lucrativos. O serviço que presta é remunerado.(Ver ementa do REsp nº 519310).
 
 2a Questão (Ref.: 140709) Pontos: 1,0 / 1,0
O Ministério Público Federal moveu Ação Civil Pública contra os Municípios A, B e C, visando compeli-los
(obrigação de fazer) a tomar providencias necessárias e urgentes em face da epidemia de DENGUE que se
alastrava nos três municípios. Além de uma campanha de esclarecimento do publico, sustenta ser necessário
que equipes da saúde publica percorram terrenos baldios e as próprias casas, destruindo objetos e coisas que
contenham água parada que propicia foco para a proliferação de mosquitos. Em face dessa realidade fática,
responda: a. Que tipo de interesse ou direito há no caso? b. O MP tem legitimidade para propor ação?
Responda de maneira fundamentada.
 
Resposta: Direito a saúde e interesse controlar e sanar a epidemia do mosquito transmissor de várias doenças,
sim o MP tem legitimidade para propor Ação Civil Pública.
 
 
Gabarito:
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GABARITO Ver REsp 703.471/RN Recurso especial. Ação civil publica. Ministério Público. Legitimidade.
Interesses transindividuais. Epidemia de dengue. Dano coletivo e abstrato. Responsabilidade civil por omissão.
Serviço deficiente não configurado. Indenização indevida. 1. O art.127 da Constituição Federal estabelece a
competência do Ministério Público para promover a defesa dos interesses sociais e individuais indisponíveis por
meio da ação civil publica, na forma do art.129 da Carta Magna e do art.1, IV, da Lei n.7.347/85, abarcando
quaisquer direitos transindividuais, sejam eles difusos ou coletivos, ou mesmo individuais homogêneos, não
havendo taxatividade de objeto para a defesa judicial de tais interesses.
 
 3a Questão (Ref.: 153147) Pontos: 1,0 / 1,0
Em relação aos princípios previstos no Código de Defesa do Consumidor, assinale a alternativa correta.
O CDC é uma norma tipificadora de condutas, prevendo expressamente o comportamento dos
consumidores e dos fornecedores.
O princípio da vulnerabilidade, que presume ser o consumidor o elo mais fraco da relação de consumo,
diz respeito apenas à vulnerabilidade técnica.
 O princípio da transparência impõe um dever comissivo e um omissivo, ou seja, não pode o fornecedor
deixar de apresentar o produto tal como ele se encontra nem pode dizer mais do que ele faz; não pode,
portanto, mais existir o dolus bonus.
A boa-fé prevista no CDC é a boa-fé subjetiva.
 
 4a Questão (Ref.: 153192) Pontos: 1,0 / 1,0
Não podem ser considerados consumidores, ou equiparados a consumidores, nos termos do CDC
 A pessoa física que desenvolve atividade de montagem de produtos para venda no comércio
A pessoa exposta à prática comercial de publicidade abusiva, mesmo que não haja efetivamente
adquirido o produto anunciado.
A pessoa jurídica que utiliza serviço como destinatário final.
A coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo.
 
 5a Questão (Ref.: 82680) Pontos: 1,0 / 1,0
Com relação à publicidade, pode-se dizer:
a) Publicidade tem objetivo comercial, enquanto que propaganda visa a um fim ideológico.
b) Nem toda informação é publicidade, como também nem toda a publicidade é informação.
c) No regime contratual consumerista a publicidade obriga o fornecedor e integra o contrato que vier a ser
celebrado, e nisso consiste o princípio da veracidade da publicidade.
d) Ao vedar a publicidade enganosa, o CDC consagrou o princípio da vinculação da publicidade.
e) O elemento fundamental para a caracterização da publicidade enganosa será a sua capacidade de induzir em
erro o consumidor. Assinale a opção correta:
Todas as afirmativas são corretas.
Apenas a afirmativa da letra A está correta
Todas as afirmativas estão incorretas.
Apenas a letra E está correta.
 Estão incorretas as afirmativas das letras C e D
 
 6a Questão (Ref.: 150021) Pontos: 1,0 / 1,0
Assinale a opção que não está de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.
É direito do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos, incluindo-se a inversão do ônus da
prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando ele
for hipossuficiente.
 O consumidor tem direito à modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações
desproporcionais, mas não à revisão delas em razão de fatos supervenientes que as tornem
excessivamente onerosas.
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É direito do consumidor a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, o que
inclui a especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço e a
explicitação dos riscos relacionados a produtos e serviços.
O consumidor tem direito à efetiva reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e
difusos.
 
 7a Questão (Ref.: 190811) Pontos: 1,0 / 1,0
VI Exame de Ordem A empresa Cristal Ltda., atendendo à solicitação da cliente Ruth, realizou orçamento para
prestação de serviço, discriminando material, equipamentos, mão de obra, condições de pagamento e datas
para início e término do serviço de instalação de oito janelas e quatro portas em alumínio na residência da
consumidora. Com base no narrado acima, é correto afirmar que
o orçamento terá validade de trinta dias, independentemente da data do recebimento e aprovação pela
consumidora Ruth.
Ruth não responderá por eventuais acréscimos não previstos no orçamento prévio, exceto se decorrente
da contratação de serviço de terceiro.
 o valor orçado terá validade de dez dias, contados do recebimento pela consumidora; aprovado, obriga
os contraentes, que poderão alterá-lo mediante livre negociação.
uma vez aprovado, o orçamento obriga os contraentes e não