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APRESENTACAO DA AULA 1

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os espaços; 
• Permite a interação e o contato entre as 
células; 
• Permite a migração de células; 
• Permite a difusão de substâncias como 
nutrientes ou outras; 
• Em muitos tecidos confere resistência à 
tensão e pressão. 
 
Histologia e Embriologia 
Histologia 
AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
As células são microscópicas: 
• O pequeno tamanho das 
células e da matriz torna o 
estudo dependente de 
microscópio. 
Células vermelhas 
do sangue (10,000 nm) 
0 75 150 225 300 
nm 
2500 
nm 
0 
750 
nm 
0 375 
E. coli (1000 nm x 3000 nm) 
Poliovírus 
(30 nm) Pox Vírus 
(200 nm x 300 nm) 
Bacteriófago T4 
(50 nm x 225 nm) 
Vírus mosaico do tabaco 
(15 nm x 300 nm) 
BACTERIÓFAGO 
MS2 (24 nm) 
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AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
Microscópio óptico ou de luz ou fotônico. 
• A imagem é formada após um feixe de luz atravessar alguma estrutura: camada 
delgada de tecido; células vivas; 
• Material sofre preparação para melhor observação – maior parte dos tecidos são 
espessos. 
 
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AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
Processo de preparo do material para microscopia: 
• Fixação – retirada do tecido do corpo (fragmentos) – química ou física. 
• Desidratação – banhos sucessivos em soluções de diferentes concentrações de etanol. 
• Clareamento – banho em xilol – torna o material transparente ou translúcido. Retira os 
lipídeos. 
• Inclusão – material é embebido em parafina – confere consistência rígida ao material. 
• Coloração – uso de corantes para marcar as estruturas celulares. Corantes basófilos e 
acidófilos. 
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AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
• A amostra do tecido depois de fixada é colocada em parafina, formando um bloquete. Esse 
pequeno bloco de parafina com a amostra será “fatiada” no aparelho chamado de 
micrótomo. 
• O micrótomo faz cortes de tecidos muito finos o que permite a passagem da luz através da 
amostra. 
 
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Depois de cortado, o material será corado – cada corante possui afinidade por estruturas 
determinadas. 
A afinidade, na maioria dos casos, é dada pelo pH do corante e das estruturas celulares: 
 
• Corantes basófilos – pH básico – coram estruturas ácidas como: ácidos nucleicos; 
glicosaminoglicanos; glicoproteínas ácidas. 
• Corantes acidófilos – pH ácido – coram estruturas básicas como: mitocôndrias, 
grânulos de secreção; proteínas citoplasmáticas e colágeno. 
 
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Hematoxilina e eosina (HE): 
• Hematoxilina – azul ou 
violeta. É um corante 
basófilo. 
• Eosina – cor-de-rosa. É um 
corante acidófilo. 
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Núcleos – roxos (hematoxilina) 
Citoplasma – cor-de-rosa (eosina) 
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Aplicação médica: 
Diagnósticos laboratoriais são realizados a partir de procedimentos histoquímicos: 
• Reação de Perls para ferro: diagnóstico de hemocromatose. 
• Reação de PAS-amilase para glicogênio: glicogenoses. 
• Reação de Alcian blue para glicosaminoglicanos: esfingolipidoses. 
 
 
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AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
Método de visualização – Poder de resolução: 
• É a distância mínima que deve existir entre dois pontos para que consigamos visualizá-
los de forma discriminada; 
• Interfere na qualidade da imagem, no que diz respeito à claridade e à riqueza de 
detalhes; 
• O olho humano tem poder de resolução de 0,1 mm (100µm); 
• O poder de resolução dos microscópios variam conforme o tipo de microscópio. 
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AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
Microscópio óptico: 
• Foi o primeiro microscópio desenvolvido, que permitiu o conhecimento da célula a 
partir da sua visualização; 
• Também chamado de microscópio de luz, uma vez que esta é fundamental para a 
formação de uma imagem ampliada do objeto examinado; 
• Possui um conjunto de lentes que aumenta o objeto 1.000 a 1.500 vezes e permite sua 
visualização com um poder de resolução de 0,2µm. 
 
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AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
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AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
Microscopia eletrônica: 
• Diferente dos microscópios de luz, esta não é fundamental para a formação de uma 
imagem ampliada do objeto examinado, e sim um feixe de elétrons; 
• Permite a observação de subestruturas celulares e até de macromoléculas, com 
poder de resolução muito maior; 
• Podem ser de transmissão ou de varredura, de acordo com a forma que o feixe de 
elétrons incide sobre o material examinado. 
Tipos: 
• Transmissão 
• Varredura 
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AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
Transmissão: 
Um feixe de elétrons atravessa as estruturas e a imagem se forma a partir da dispersão dos elétrons; 
Possui poder de resolução de 3ƞm, o que permite a visualização de estruturas com aumento de até 
500.000 vezes, como a membrana plasmática e as organelas celulares. 
 
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AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
Varredura: 
Neste tipo de microscópio, o feixe de elétrons não 
atravessa a estrutura, apenas incide sobre sua 
superfície e é refletido, formando uma imagem 
tridimensional de sua superfície; 
Possui poder de resolução de 10ƞm, o que permite 
a visualização da superfície das células e tecidos 
com alta fidelidade e riqueza de detalhes. 
Bibliografia 
AULA 1: Introdução à embriologia e histologia 
Histologia e Embriologia 
Moore K L., Persaud T. V. N. Embriologia Clínica. 9. 
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. 
 
Moore, K. Embriologia Básica. 8. ed. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2013. 
 
Sadler, T. W. Langman: Embriologia Médica. 11. ed. 
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 
 
Junqueira, L. C.; Carneiro, J. Histologia Básica. 11. ed. 
Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan., 2008. 
 
Assuntos da próxima aula: 
1. Aparelho reprodutor masculino. 
2. Aparelho reprodutor feminino. 
3. Gametogênese masculina e 
feminina.

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