KELSEN, Hans. Teoria geral do Direito e do Estado
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KELSEN, Hans. Teoria geral do Direito e do Estado


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TEORIA GERAL 
DO DIREITO E DO ESTADO 
Hans Kelsen 
Tradução 
L u í s CARLOS BORGES 
Martins Fontes 
São Paulo 2000 
TEORIA GERAL 
DO DIREITO E DO ESTADO 
Hans Kelsen 
Tradução 
L u í s CARLOS BORGES 
Martins Fontes 
São Paulo 2000 
Título originai; GENERAL THEORY OF LAW AND STATE. 
Copyright © Hans Kelsen Institute, Viena. 
Copyright © 1945 The President and Fellows of Har\<ard College, 
publicado em 1961 por Russell and Russell, Inc 
Copyright © Livraria Martins Fontes Editora Ltda., 
São Paulo, 1990, para a presente edição. 
I1 edição 
março de 1990 
3* edição 
setembro de 1998 
28 tiragem 
abril de 2000 
lYaduçào 
LUÍS CARLOS BORGES 
Revisão técnica 
Dr. Péricles Prade 
Preparação do original 
Pier Luigi Cabra 
Revisão gráfica 
Sandra Rodrigues Garcia 
Produção gráfica 
Geraldo Alves 
Paginação/Fotolitos 
Studio 3 Desenvolvimento Editorial (6957-7653) 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (C1P) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) 
Kelsen, Hans, 1881-1973. 
Teoria geral do direito e do estado / Hans Kelsen ; tradução de 
Luís Carlos Borges. - 3* ed. - São Paulo : Martins Fontes, 1998 -
(Ensino superior) 
Título original: General theory of law and state. 
ISBN 85-336-0950-7 
1. Direito - Filosofia 2. Direito internacional 3. Direito natural 
4. O Estado I. Título. II. Série. 
98-3723 CDU-340.12 
índices para catálogo sistemático: 
1. Direito : Filosofia 340.12 
2. Direito natural 340.12 
Todos os direitos para a língua portuguesa reservados à 
Livraria Martins Fontes Editora Ltda. 
Rua Conselheiro Ramalho, 330/340 
01325-000 São Paulo SP Brasil 
Tel. (11)239-3677 Fax (11)3105-6867 
e-mail: info@martinsfontes.com 
http://www.martinsfontes.com 
w 
índice 
Prefácio XXVII 
PRIMEIRA PARTE: O DIREITO 
Estática jurídica 
I. O CONCEITO DE DIREITO 5 
A. Direito e j ustiça 5 
a. A conduta humana como objeto de regras 5 
b. Definição científica e definição política de 
Direito 7 
c. O conceito de Direito e a idéia de justiça 8 
1. A justiça como um julgamento subjetivo 
de valor 9 
2. Direito natural 12 
3. O dualismo de Direito positivo e Direito 
natural 17 
4. Justiça e paz 19 
5. Justiça e legalidade 20 
B. O critério de Direito (o Direito como uma 
técnica social específica) 21 
a. Motivação direta e indireta 21 
b. Sanções transcendentais e socialmente orga-
nizadas 23 
c. Punição e recompensa 25 
Título originai; GENERAL THEORY OF LAW AND STATE. 
Copyright © Hans Kelsen Institute, Viena. 
Copyright © 1945 The President and Fellows of Har\<ard College, 
publicado em 1961 por Russell and Russell, Inc 
Copyright © Livraria Martins Fontes Editora Ltda., 
São Paulo, 1990, para a presente edição. 
I1 edição 
março de 1990 
3* edição 
setembro de 1998 
28 tiragem 
abril de 2000 
lYaduçào 
LUÍS CARLOS BORGES 
Revisão técnica 
Dr. Péricles Prade 
Preparação do original 
Pier Luigi Cabra 
Revisão gráfica 
Sandra Rodrigues Garcia 
Produção gráfica 
Geraldo Alves 
Paginação/Fotolitos 
Studio 3 Desenvolvimento Editorial (6957-7653) 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (C1P) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) 
Kelsen, Hans, 1881-1973. 
Teoria geral do direito e do estado / Hans Kelsen ; tradução de 
Luís Carlos Borges. - 3* ed. - São Paulo : Martins Fontes, 1998 -
(Ensino superior) 
Título original: General theory of law and state. 
ISBN 85-336-0950-7 
1. Direito - Filosofia 2. Direito internacional 3. Direito natural 
4. O Estado I. Título. II. Série. 
98-3723 CDU-340.12 
índices para catálogo sistemático: 
1. Direito : Filosofia 340.12 
2. Direito natural 340.12 
Todos os direitos para a língua portuguesa reservados à 
Livraria Martins Fontes Editora Ltda. 
Rua Conselheiro Ramalho, 330/340 
01325-000 São Paulo SP Brasil 
Tel. (11)239-3677 Fax (11)3105-6867 
e-mail: info@martinsfontes.com 
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w 
índice 
Prefácio XXVII 
PRIMEIRA PARTE: O DIREITO 
Estática jurídica 
I. O CONCEITO DE DIREITO 5 
A. Direito e j ustiça 5 
a. A conduta humana como objeto de regras 5 
b. Definição científica e definição política de 
Direito 7 
c. O conceito de Direito e a idéia de justiça 8 
1. A justiça como um julgamento subjetivo 
de valor 9 
2. Direito natural 12 
3. O dualismo de Direito positivo e Direito 
natural 17 
4. Justiça e paz 19 
5. Justiça e legalidade 20 
B. O critério de Direito (o Direito como uma 
técnica social específica) 21 
a. Motivação direta e indireta 21 
b. Sanções transcendentais e socialmente orga-
nizadas 23 
c. Punição e recompensa 25 
d. O Direito como ordem coercitiva 26 
e. Direito, moralidade, religião 28 
f. A monopolização do uso da força 29 
g. Direito e paz 31 
h. Compulsão psíquica 32 
i. As motivações do comportamento lícito 33 
j. Argumentos contra a definição do Direito 
como ordem coercitiva 34 
1. A teoria de Eugen Ehrlich 34 
2. A série infinita de sanções 40 
C. Validade e eficácia 42 
a. A &quot;norma&quot; 42 
1. O Direito como comando, i.e., expressão 
de uma vontade 43 
2. A &quot;vontade&quot; das partes em uma transação 
jurídica 45 
3. A &quot;vontade&quot; do legislador 46 
4. O Direito consuetudinário como comando 48 
5. O &quot;dever ser&quot; 49 
b. Normas individuais e gerais 52 
c. Normas condicionais e incondicionais 54 
d. Norma e ato 54 
e. A eficácia como conformidade da conduta à 
norma 55 
f. A conduta &quot;oposta&quot; à norma 56 
g. A eficácia como condição de validade 58 
h. A esfera de validade das normas 59 
i. Leis retroativas e ignorantia júris 61 
D. A norma jurídica 62 
a. Norma jurídica e regra de Direito num senti-
do descritivo 62 
b. Regra de Direito e lei da natureza 64 
c. A norma jurídica como padrão de avaliação.. 66 
II. A SANÇÃO 7 1 
III. O DELITO 7 3 
A. Mala in se e malaprohibita 73 
B. O delito como condição da sanção 75 
C. O delito como conduta do indivíduo contra 
o qual é dirigida a sanção 76 
D. Identificação do delinqüente com os mem-
bros de seu grupo 80 
E. Delito de pessoas jurídicas 81 
IV O DEVER JURÍDICO 83 
A. Dever e norma 83 
B. Dever e &quot;dever ser&quot; 84 
C. Norma secundária 86 
D. Obedecer e aplicar a norma jurídica 87 
E. A distinção de Austin entre deveres primá-
rios e secundários 88 
V A RESPONSABILIDADE JURÍDICA 93 
A. Culpabilidade e responsabilidade absoluta... 93 
B. Dever e responsabilidade - responsabilidade 
individual e coletiva 97 
C. O conceito de dever de Austin 101 
a. Nenhuma distinção entre dever (obrigação) 
e responsabilidade 101 
b. O dever jurídico não é um vínculo psicológico 102 
c. O dever como temor da sanção 103 
d. O conceito psicológico de dever e a jurispru-
dência analítica 105 
VI. O DIREITO JURÍDICO 107 
A. Direito e dever 107 
B. Permissão 110 
C. O direito jurídico em um sentido restrito 110 
a. Um direito é mais do que o correlativo de 
um dever 110 
d. O Direito como ordem coercitiva 26 
e. Direito, moralidade, religião 28 
f. A monopolização do uso da força 29 
g. Direito e paz 31 
h. Compulsão psíquica 32 
i. As motivações do comportamento lícito 33 
j. Argumentos contra a definição do Direito 
como ordem coercitiva 34 
1. A teoria de Eugen Ehrlich 34 
2. A série infinita de sanções 40 
C. Validade e eficácia 42 
a. A &quot;norma&quot; 42 
1. O Direito como comando, i.e., expressão 
de uma vontade 43 
2. A &quot;vontade&quot; das partes em uma transação 
jurídica 45 
3. A &quot;vontade&quot; do legislador 46 
4. O Direito consuetudinário como comando 48 
5. O &quot;dever ser&quot; 49 
b. Normas individuais e gerais 52 
c. Normas condicionais e incondicionais 54 
d. Norma e ato 54 
e. A eficácia como conformidade da conduta à 
norma 55 
f. A conduta &quot;oposta&quot; à norma 56 
g. A eficácia como condição de validade 58 
h. A esfera de validade
Leonardo
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