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psicologia jurídica forence judiciária e criminal apos.4

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Psicologia Jurídica, Forense, 
Judiciária e Criminal 
 
A Psicologia Jurídica corresponde a toda 
aplicação do saber psicológico às questões 
relacionadas ao saber do Direito 
 
É uma denominação genérica das aplicações da 
Psicologia relacionadas às práticas jurídicas 
 
Psicologia Criminal, Psicologia Forense e 
Psicologia Judiciária 
 
 
• A Psicologia Criminal é um subconjunto 
da Psicologia Forense 
• Estuda as condições psíquicas do 
criminoso e o modo pelo qual nele se 
origina e se processa a ação criminosa. 
• Seu campo de atuação abrange a 
Psicologia do delinqüente, a Psicologia do 
delito e a Psicologia das testemunhas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• A Psicologia Forense é o subconjunto em 
que se incluem as práticas psicológicas 
relacionadas aos procedimentos forenses. 
(É aqui que se encontra o assistente 
técnico) 
 
 
 
• A Psicologia Forense corresponde a toda 
aplicação do saber psicológico realizada 
sobre uma situação que se sabe estar (ou 
estará) sob apreciação judicial, ou seja, 
• a toda a Psicologia aplicada no âmbito de 
um processo ou procedimento em 
andamento no Foro (ou realizada 
vislumbrando tal objetivo). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• À Psicologia Forense incluem as 
intervenções exercidas pelo psicólogo 
criminal, pelo psicólogo judiciário, 
acrescidas daquelas realizadas pelo 
psicólogo assistente técnico. 
 
 
 
 
 
 
 
• A Psicologia Judiciária é um subconjunto 
da Psicologia Forense e corresponde a toda 
prática psicológica realizada a mando e a 
serviço da justiça. 
• É aqui que se exerce a função pericial. 
 
 
 
• A Psicologia Judiciária está contida na 
Psicologia Forense, que está contida na 
Psicologia Jurídica. 
• A Psicologia Judiciária corresponde à 
prática profissional do psicólogo judiciário, 
sendo que toda ela ocorre sob imediata 
subordinação à autoridade judiciária. 
 
A Psicologia Jurídica abrange as seguintes áreas 
de atuação: 
• Psicologia Jurídica e as Questões da Infância e 
Juventude (adoção, conselho tutelar, criança e 
adolescente em situação de risco, intervenção 
junto a crianças abrigadas, infração e medidas 
socioeducativas); 
• Psicologia Jurídica e o Direito de Família 
(separação, paternidade, disputa de guarda, 
acompanhamento de visitas); 
 
 
 
• Psicologia Jurídica e Direito Civil (interdições, 
indenizações, dano psíquico); 
• Psicologia Jurídica do Trabalho (acidente de 
trabalho, indenizações, dano psíquico); 
• Psicologia Jurídica e o Direito Penal (perícia, 
insanidade mental e crime, delinquência); 
• Psicologia Judicial ou do Testemunho (estudo do 
testemunho, falsas memórias); 
• Psicologia Penitenciária (penas alternativas, 
intervenção junto ao recluso, egressos, 
trabalho com agentes de segurança); 
• Psicologia Policial e das Forças Armadas 
(seleção e formação da polícia civil e militar, 
atendimento psicológico); 
• Mediação (mediador nas questões de Direito 
de Família e Penal); 
• Psicologia Jurídica e Direitos Humanos 
(defesa e promoção dos Direitos Humanos); 
• Proteção a Testemunhas (existem no Brasil 
programas de Apoio e Proteção a Testemunhas); 
• Formação e Atendimento aos Juízes e 
Promotores (avaliação psicológica na seleção de 
juízes e promotores, consultoria e atendimento 
psicológico aos juízes e promotores); 
• Vitimologia (violência doméstica, atendimento a 
vítimas de violência e seus familiares) e 
• Autópsia Psicológica (avaliação de 
características psicológicas mediante informações 
de terceiros). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Há uma grande concentração de 
psicólogos jurídicos atuando na Psicologia 
penitenciária e nas questões relacionadas 
à família, à infância e à juventude 
No entanto.... 
• Há uma carência de Psicólogos jurídicos 
atuando na Psicologia do testemunho, na 
Psicologia policial e militar, na Psicologia e 
o Direito Civil, na proteção de 
testemunhas, na Psicologia e o 
atendimento aos juízes e promotores, na 
Psicologia e os Direitos Humanos e na 
autópsia psíquica 
Motivos pelos quais as pessoas recorrem ao 
judiciário: 
1. Pais que disputam a guarda de seus filhos ou 
que reivindicam direito de visitação, pois não 
conseguem fazer um acordo amigável com o 
pai ou a mãe de seu filho; 
2. Maus-trato e violência sexual contra criança, 
praticado por um dos pais ou pelo(a) 
companheiro(a) deste; 
3. Casais que anseiam adotar uma criança por 
terem dificuldades de gerar filhos; 
 
 
4. Pais que adotam e não ficam satisfeitos com 
o comportamento da criança e a devolvem 
ao Juizado; 
5. Jovens que se envolvem com drogas/tráfico, 
ou, passam a ter outros comportamentos 
que transgridem a lei, e seus pais não sabem 
como fazer para ajudá-los uma vez que não 
contam com o apoio de outras instituições 
do Estado (de educação e de saúde, por 
exemplo). 
O psicólogo jurídico deve: 
• estar apto para atuar no âmbito da Justiça 
considerando a perspectiva psicológica dos 
fatos jurídicos; 
• colaborar no planejamento e execução de 
políticas de cidadania, Direitos Humanos e 
prevenção da violência; 
• fornecer subsídios ao processo judicial; 
• além de contribuir para a formulação, revisão 
e interpretação das leis 
 
 
 
 
 
Criticas a Psicologia Jurídica: 
• A eficácia do psicólogo é discutível, mas não é 
ilusória, é mal fundada; 
• Ramificações da psicologia (experimental X 
Humanista); 
• Falta homogeneidade entre método e 
objetivo; 
 
Cabe a partir do séc XIX: 
• Não só PUNIR; 
• Mas, a REFORMA PSICOLÓGICA e a CORREÇÃO 
MORAL dos indivíduos 
• Porém nos enganamos quando achamos que a 
VERDADE VEM A LUZ, e que FAZEMOS JUSTIÇA 
no processo (ex: guarda de filhos) 
• A psicologia vem auxiliar na aproximação da 
verdade... 
 
 
 
 
 
 
 
Práticas dos Laudos, Pareceres e Relatórios 
Técnicos: 
• Predominância da atuação do psicólogo no 
âmbito jurídico