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Que stão 1/ 5 - Comuni cação Organi zacio nal
Lei a o tre cho ab aix o :
“A comuni cação é mui to importante p ara o bom f unci o name nto dos proce ssos de ntro de
todos os de partamentos de uma organi zação . Ela é fundame ntal para as re l õe s i nte rpe sso ai s
ge ran do assim um cli ma f avoráve l na organi zação. Quanto mai s be m inf ormado s, mais os
f unci o nári os te nde m a e star e nvolvidos de forma posi tiv a com a organi zação. No entanto,
quando e xi s te m b arre i ras ( ru ído s) na comuni cação de u ma organi zação pode m ocorre r
si tuaçõe s que são mu i tos dif ícei s de sere m resol vi das” (ABREU; BAZONI, 2016, p . 75) .
Fonte : ABREU, T. M. B.; BA ZONIA , M. C. Como supe rar barrei ras na comuni cação nas
organi zaçõe s. Revi sta Di to Efe i to, v. 7, n. 11, p .74- 94, j ul / de z 2016.
Consi de rando o contex to de que o proces s o de comu ni cação nas organi zaçõe s pode e nf re ntar
barre i ras ( in terfe rênci as) que ge ram ruíd os, i nse gu ranças, de smotivação e comprome timen to
ao cl i ma organi zaci onal , ve rifica- se que uma organi zação q ue in tenci one e li mi nar as b arrei ras
de comuni cação de ve inves ti r e m:
I Anú nci os imedi atos das mudanças o rgani zacionai s aos co l abo radore s . Assim e s te s o
te o tempo de ap res entarem re si stê n ci a às me smas ou ge rare m boatos s obre as novas
pe rspe cti vas da o rgani zação.
II Trab alh o com o ex ce sso de i nf ormação p ara q ue os col aboradore s apre ndam a f il trar
aquil o que é ne ce ssári o para a re ali zação d as suas ati vi dades de roti na.
II I Escol ha do canal ad equado para cada comuni cão. De ve - se e vi tar o fo co em um tipo
de canal ape n as para re du zi r os custos da e mpre sa, poi s cada si tuação que precis a se r
comuni cad a na e mpre sa poss ui as s uas p rópri as e spe ci fi ci dades.
É corre to o qu e se afirma em:
No ta: 0.0
A
I, apenas.
.
B
II , ape nas.
C
II I, ape nas.

Jus ti fi cativ a:
A alte rnativ a correta é a le traC”. A travé s d a compree n o do conte údo do tema 01 da rota
da aul a 02 ( páginas 10 a 16) obse rva- se que :
I - INCORRETO: To da comuni cação de mudanças nas organ i zaçõe s de ve se r fe i ta com pre paro e
cal ma, compartilh ando com os col aboradore s os obje ti vo s q ue se p re te nd e ati ngi r com a
mudança e os ce nários que in fl ue n ci aram os gestores a tomarem e sta de cis ão.
II IN CORRETO: O ex ce sso de in fo rmação f ará co m que os col aboradore s não consi gam
aten de r as de mandas da o rganização. Um exemplo po de se r o re cebi me n to de gran de
quanti dade de e -mails por di a o s quai s não se o respondidos com quali dade .
III CORRETO: A organi zação dev e e scol he r o canal mai s i ndi cado para cada ti po de
comuni cação qu e ne cessi tar re ali zar. N es ta pe rspe cti v a te mai s f acil idade e m prop orci on ar a
compree ns ão po r p arte do re ceptor de suas me ns age ns.
D
I e II I, apenas.
E II e III, ape nas
Que stão 2/ 5 - Si ste mas de I nf ormaçõe s Ge re n ci ai s
As i nf ormaçõe s organi zaci onai s são mani pul adas em um p roces so cícl i co que e n volve,
pri me i ramente, a i de nti fi cação de sua ne ce ssi dade , p ass ando por sua aq ui si ção, organi z ação,
armaze namento, di stri bui ção e util i zação. Des ta f orma, e m cada e tapa on de o mani pul adas,
as i n formaçõe s ci rcu l am e ntre pe ssoas e si ste mas.
A e ste pro ce sso dá- se o nome de:
No ta: 0.0
A
Ge s o da inf ormação ;

B
Si ste mas de in formação;
C
Control e de acesso à i nf ormação;
D
Fl ux os i n formacionais;
Re spos ta: d
Jus ti fi cativ a: “As inf ormaçõe s organizaci onai s o manipul adas em um proce sso cli co que
e nvolve, pri mei rame nte , a i de nti fi cação de sua ne ce ssi dade, p assando por sua aqui si ção,
organi zação, armaz ename nto, di stri bu i ção e utili zação ( Choo, 2003) . Em cada e tapa na q ual as
i nfo rmaçõe s são mani pul adas, estas ci rcul am en tre pe ssoas e si ste mas, se guindo fl ux o s
e spe ficos, de nominados f lux os inf ormaci onai s” ( ELEURIO , 2015, p . 19) .
E Re de s de comuni cação.
Que stão 3/ 5 - Comuni cação Organi zaci on al
An ali se o texto a se gui r, a q ual aborda sobre ge stão de crise.
Ge re nci ar crise é trabalhá-l a e m se u conj unto . O pon to p rin ci p al da ge stão de crise é a
pre ve nção, por mei o da i de n ti fi cação d e si nai s i nte rnos ou e x te rnos q ue an unci am a sua
che gada e da pre parão de e strutura para e nf re ntá -la. A ge stão de crise o é a p orta de
saíd a, mas de e ntrada para [ .. .] a re con qui sta da confiança n a i nsti tui ção para mante r a
ativi d ade p re sente e pe rpetu á-l a no futuro"
( Fonte : SA LUSTINO, J ussara C. Manual de ge s o de crise . ABRAPP , 2015 p . 13,
http:/ /www . abrapp.org.br/Trabal hosComi ss ao/Manual % 20de% 20ge st%C3%A3o% 20de % 20cri s
e %20e%20i magem.pdf)
Consi de rando o te x to acima e o l iv ro base , pode - se consi de rar que é p re ci so pe nsar n a
si tuação de crise ante s que aconte ça. A partir de ste pon to de vis ta, anali se as afi rmati vas a
se gui r e i de nti fi que as corre tas e m rel ação aos pl anos que d evem se r traçados para li dar com
as i n stabil id ade s e o s confli to s:
I - El aboração de um manual de crise .
II - Pe squi sas de o pi ni ão i nte rnas e e xte rnas.
III - A e qui pe de comuni cação deve trab al h ar com as inf ormaçõe s p ara ante ve r proble mas.