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Nas palavras de Mailson da Nóbrega, publicadas na revista Veja de 07/10/15, p22, está mais do que provada a estreita correlação entre educação e desenvolvimento. O Brasil não será uma nação rica sem que seus escassos recursos sejam bem aplicados em:
	
	a.
	Educação fundamental de qualidade para todos
	
	b.
	Tecnologia e equipamentos de informática aplicados na escola
	
	c.
	Equipamentos tecnológicos de suporte à performance do professor
	
	d.
	Trabalhos científicos aplicáveis à produção
	
	e.
	Cursos de pós graduação Lato sensu
“A força da alienação vem dessa fragilidade dos indivíduos, quando apenas conseguem identificar o que os separa e não o que os une.” Milton Santos.
Essa expressão de Milton Santos, um dos mais importantes geógrafos do mundo, induz que aquilo que nos une:
	
	a.
	É a xenofobia, estranhamento dos estrangeiros
	
	b.
	São as características de raça, idade, gênero
	
	c.
	É a diversidade de crenças religiosas
	
	d.
	São os hábitos e costumes culturais diferenciados
	
	e.
	É a nossa condição humana
(ENADE, 2005)
Está em discussão, na sociedade brasileira, a possibilidade de uma reforma política e eleitoral. Fala-se, entre outras propostas, em financiamento público de campanhas, fidelidade partidária, lista eleitoral fechada e voto distrital. Os dispositivos ligados à obrigatoriedade de os candidatos fazerem declaração pública de bens e prestarem contas dos gastos devem ser aperfeiçoados, os órgãos públicos de fiscalização e controle podem ser equipados e reforçados.
Com base no exposto, mudanças na legislação eleitoral poderão representar, como principal aspecto, um reforço da:
	
	a.
	economia, porque incentivarão gastos das empresas públicas e privadas.
	
	b.
	cidadania, porque permitirão a ampliação do número de cidadãos com direito ao voto.
	
	c.
	moralidade, porque inviabilizarão candidaturas despreparadas intelectualmente.
	
	d.
	política, porque garantirão a seleção de políticos experientes e idôneos.
	
	e.
	ética, porque facilitarão o combate à corrupção e o estímulo à transparência.
O químico e industrial sueco Alfred Nobel (1833-1896) inventou a dinamite e quando já não andava muito satisfeito com o uso militar do seu invento, teve a triste surpresa de ler em um jornal o anúncio de sua morte (na verdade, o irmão dele era quem tinha morrido), que o qualificava como “mercador da morte”. Querendo mudar essa imagem, Nobel, que tinha ficado muito rico com sua invenção, deixou testamento determinando que sua herança fosse destinada a criar um instituto – a Fundação Nobel – que, todos os anos, premiaria aqueles que servissem ao bem da humanidade. Ele definiu cinco categorias para o prêmio: Paz, Literatura, Física, Química e Medicina. Em 1901, cinco anos depois de sua morte, os prêmios começaram a ser concedidos, e assim ocorre até hoje. Diferentes instituições participam da escolha dos premiados, a partir de indicações que são enviadas por organizações científicas de vários países. A Academia Real de Ciências escolhe os agraciados em Física e Química; o Instituto Karolinska, em Medicina; a Academia Sueca, em literatura e, para a premiação da categoria Paz, é formado um comitê de cinco pessoas indicadas pelo Parlamento norueguês. A cerimônia de premiação ocorre em Estocolmo em 10 de dezembro, data da morte de seu criador. O prêmio consiste em uma medalha de ouro com a efígie de Alfred Nobel, gravada com o nome do ganhador, um diploma e uma soma em dinheiro que varia de acordo com os rendimentos da Fundação Nobel, mas que gira em torno de 900 mil euros. 
O propósito é que os ganhadores possam continuar seus trabalhos sem se preocupar com questões financeiras.
Fonte: Jornal Estado de Minas. Ciência e Saúde - Memória – História do Nobel, edição de 7 de outubro de 2015.
A leitura da história de Alfred Nobel permite concluir que:
	
	a.
	Ele criou o prêmio Nobel para que os cientistas famosos fiquem ricos e livres do trabalho
	
	b.
	Ele teve uma triste surpresa ao saber da morte do irmão, em um anúncio de jornal
	
	c.
	Ele foi um malfeitor da humanidade, porque criou a dinamite como arma de guerra
	
	d.
	Ele se conformou com a qualificação de “mercador da morte”, pelo uso feito da dinamite
	
	e.
	Ele reverteu a imagem de “mercador da morte” aliando seu nome ao nome de benfeitores da humanidade
“Fiz doces durante 14 anos seguidos. Ganhei o dinheiro necessário. Tinha compromissos e não tinha recursos. Fiz um nome bonito de doceira, minha glória maior. Fiz amigos e fregueses. Escrevi livros e contei estórias. Verdades e mentiras. Foi o melhor tempo da minha vida. Foi tão cheio e tão fértil que me fez esquecer a palavra ‘estou cansada’.” Cora Coralina.
Ecológico. Cora Coralina. Conheça um pouco mais sobre essa escritora goiana que teve o primeiro livro lançado aos 76 anos. www.revistaecologica.com.br. Acesso em 29 de setembro de 2015.
Neste texto, Cora Coralina:
	
	a.
	Conclui que está cansada.
	
	b.
	Revela sua concepção do mundo.
	
	c.
	Descreve a vida da mulher.
	
	d.
	Apresenta um poema.
	
	e.
	Faz um autorretrato.