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Aula sobre AVE

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na cápsula articular
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ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
Após um Acidente Vascular Encefálico (AVE), a dor no ombro e a subluxação da articulação glenoumeral no lado afetado são achados relativamente comuns. A subluxação da articulação glenoumeral ocorre mais frequentemente durante a fase flácida Pós AVE. Acredita-se que durante a fase flácida, o tronco tende a inclinar-se para o lado hemiplégico. Isso acaba levando a uma depressão da escápula. Associado a esta inclinação do tronco, os músculos trapézio e serrátil anterior também se tornam flácidos, fazendo com que a escápula gire para baixo (aproximando o ângulo inferior medialmente), veja a figura abaixo. Sem o tônus normal, o manguito rotador não é capaz de manter a coaptação da cabeça do úmero na glenóide.
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ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
Acredita-se que durante a fase flácida, o tronco tende a inclinar-se para o lado hemiplégico. Isso acaba levando a uma depressão da escápula. Associado a esta inclinação do tronco, os músculos trapézio e serrátil anterior também se tornam flácidos, fazendo com que a escápula gire para baixo (aproximando o ângulo inferior medialmente). Sem o tônus normal, o manguito rotador não é capaz de manter a coaptação da cabeça do úmero na cavidade glenóide.
Escápula rodada para cima (elevação do ângulo súpero-lateral e abdução do ângulo inferior)
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Aumento do tônus muscular
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Hiperextensão do úmero com rotação interna
SUBLUXAÇÃO ANTERIOR DO ÚMERO DO LADO HEMIPLÉGICO
PROBLEMAS NO OMBRO LIGADOS À HEMIPLEGIA – FASE DE TRANSIÇÃO
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
Co-ativação anormal dos músculos ao redor do ombro ( flexão em massa)
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Escápula elevada e abduzida sobre o tórax
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Elevação do ombro com abdução umeral
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Rotação interna do ombro e flexão do cotovelo
SUBLUXAÇÃO SUPERIOR DO ÚMERO DO LADO HEMIPLÉGICO
PROBLEMAS NO OMBRO LIGADOS À HEMIPLEGIA – FASE ESPÁSTICA
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
Durante a fase espástica, o peitoral maior e menor, o rombóide, o elevador da escápula e o grande dorsal podem desenvolver hipertonia, as quais resultam em rotação da escápula para baixo, também causando a subluxação da articulação glenoumeral.
Mas não é só na fase flácida que fatores biomecânicos influenciam a subluxação. Durante a fase espástica, o peitoral maior e menor, o rombóide, o elevador da escápula e o grande dorsal podem desenvolver hipertonia, as quais resultam em rotação da escápula para baixo, também causando a subluxação da articulação glenoumeral.
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MÚSCULO
ORIGEM NA ESCÁPULA
FIXAÇÃO NO ÚMERO
FUNÇÃO
INERVAÇÃO
MÚSCULO SUPRA-ESPINHAL
FOSSA SUPRA-ESPINHAL
TUBÉRCULO MAIOR
ABDUÇÃO DO OMBRO
NERVO SUPRA-ESCAPULAR (C5)
MÚSCULO INFRA-ESPINHAL
FOSSA INFRA-ESPINHAL
TUBÉRCULO MAIOR
ROTAÇÃO EXTERNA DO OMBRO
NERVO SUPRA-ESCAPULAR (C5-C6)
MÚSCULO REDONDO MENOR
BORDA LATERAL
TUBÉRCULO MAIOR
ROTAÇÃO EXTERNA DO OMBRO
NERVO AXILAR (C5)
MÚSCULO SUBESCAPULAR
FOSSA SUBESCAPULAR
TUBÉRCULO MENOR
ROTAÇÃO INTERNADO OMBRO
NERVO SUBESCAPULAR (C5-C6)
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
MÚSCULOS QUE COMPÕEM O MANGUITO ROTADOR
(ESTABILIZADORES DO OMBRO)
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
MÚSCULOS QUE COMPÕEM O MANGUITO ROTADOR
(ESTABILIZADORES DO OMBRO)
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
OBJETIVOS:
- RESTAURAR O POSICIONAMENTO NORMAL DO OMBRO POR MEIO DA CORREÇÃO DA POSIÇÃO DA ESCÁPULA E ASSIM, DA CAVIDADE GLENÓIDE;
- ESTIMULAR A ATIVIDADE (TÔNUS) NOS MÚSCULOS DE ESTABILIZAÇÃO DO OMBRO (NA FASE FLÁCIDA);
- MANTER A AMPLITUDE COMPLETA INDOLOR DE MOVIMENTAÇÃO PASSIVA SEM TRAUMATIZAR A ARTICULAÇÃO E AS ESTRUTURAS QUE A RODEIAM;
- MOBILIZAÇÃO. 
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
O TRATAMENTO DO OMBRO HEMIPLÉGICO UTILIZANDO ELETROESTIMULAÇÃO FUNCIONAL (FES) É MUITO BEM DOCUMENTADA NA LITERATURA CIENTÍFICA
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
ENFAIXAMENTO
MATERIAL:
1- UM ROLO DE ATADURA DE BAIXA ELASTICIDADE.
2- UM PACIENTE COM SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO.
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
ENFAIXAMENTO - COMO FAZER
1- INICIE O ENFAIXAMENTO PELA PARTE ANTERIOR DO TRONCO, MAIS OU MENOS NA ALTURA DA CLAVÍCULA, COMO NA FIGURA AO LADO. COM UMA DAS MÃOS, FIXE A EXTREMIDADE PROXIMAL DA FAIXA ENQUANTO COM A OUTRA MÃO VOCÊ TRACIONA PARA BAIXO EM UMA DIREÇÃO DIAGONAL, SE PREPARANDO PARA ENVOLVER O BRAÇO DO PACIENTE.
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CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
ENFAIXAMENTO - COMO FAZER
2- ENVOLVA O OMBRO DO PACIENTE COM A FAIXA, DANDO DUAS VOLTAS, COMO NA FIGURA AO LADO. NESTE MOMENTO NÃO PERMITIR QUE A FAIXA SE ENROLE. UMA FAIXA MUITO FINA PODE ACABAR PRESSIONANDO O PLEXO BRAQUIAL CAUSANDO DOR, E SE O PACIENTE TIVER ALTERAÇÃO DA SENSIBILIDADE, PODE CAUSAR UMA NEUROPRAXIA. PORTANTO MUITO CUIDADO COM A TENSÃO APLICADA. AO DAR DUAS VOLTAS, VOCÊ AUMENTA A ÁREA DE CONTATO E DISTRIBUI MELHOR A PRESSÃO EM VOLTA DO BRAÇO. ENFAIXE ATÉ MAIS OU MENOS A METADE DO COMPRIMENTO DO BRAÇO.
3 - AO TÉRMINO DA SEGUNDA VOLTA, DIRECIONE A FAIXA EM UMA DIREÇÃO DIAGONAL SUPERIOR COMO NA FIGURA AO LADO.
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CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
ENFAIXAMENTO - COMO FAZER
4 - APROVEITE A DIREÇÃO E PASSE A FAIXA PELAS COSTAS DO PACIENTE, PASSANDO POR SOBRE O TRAPÉZIO SUPERIOR CONTRALATERAL COMO NA FIGURA AO LADO.
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CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
ENFAIXAMENTO - COMO FAZER
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CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
ENFAIXAMENTO - COMO FAZER
5 - PASSE A FAIXA ENVOLVENDO A AXILA CONTRA LATERAL, DANDO UMA VOLTA COMPLETA E RETORNANDO PELAS COSTAS, COMO NAS FIGURAS ABAIXO.
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CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
ENFAIXAMENTO - COMO FAZER
6 – DEPOIS DE COMPLETAR A VOLTA PRENDA AS DUAS PONTAS DA FAIXA COM AS PRESILHAS.
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
PROBLEMAS NA SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO
ENFAIXAMENTO - COMO FAZER
FOTOS DE COMO A FAIXA FICA EM UMA VISTA LATERAL, ANTERIOR E POSTERIOR. O PACIENTE DEVE RELATAR QUE SENTE O OMBRO TRACIONADO PARA CIMA. 
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA
ALGUNS PACIENTES NÃO RECUPERAM A CONSCIÊNCIA DENTRO DAS PRIMEIRAS 24 HORAS E SE CONSIDERA QUE A MAIORIA NÃO VIRÁ A RECUPERÁ-LA. NESTES CASOS A CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA CONSTA DE CUIDADOS RESPIRATÓRIOS, MUDANÇAS DE DECÚBITO E POSICIONAMENTO ADEQUADO.
NOS PACIENTES QUE RECUPERAM A CONSCIÊNCIA EM 24 HORAS, OS TRÊS PRIMEIROS MESES SÃO CRUCIAIS PARA A RECUPERAÇÃO.
LOBO FRONTAL
O lobo frontal abriga a área motora responsável pelo planejamento e execução dos atos motores voluntários. A faculdade de planejamento, representação mental do mundo externo, produção da fala, comportamento emocional e personalidade também são atribuídos aos lobos frontais.
LOBO PARIETAL
O lobo parietal está envolvido na recepção e processamento das informações sensoriais do corpo.
LOBO TEMPORAL
Os lobos temporais estão relacionados à memória, à audição, ao processamento e percepção de informações sonoras, capacidade de entender a linguagem e ao processamento visual de ordem superior.
LOBO OCCIPITAL
Os lobos occipitais são especializados no processamento e na percepção visual.
REVISÃO – FUNÇÕES ENCEFÁLICAS
REVISÃO – FUNÇÕES ENCEFÁLICAS
	Prosódia (originário do grego προσωδία) é o estudo do ritmo, entonação e demais atributos correlatos na fala. Ela descreve todas as propriedades acústicas da fala que

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