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ABNT NBR 8419   Aterro Controlado

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APRESENTACAO DE PROJETOS DE ATERROS CONTROLADOS 
DE RESfDUOSS6LlDOS URBANOS 
02.732 
NBR 8849 
SUMARIO 
1 Objetivo 
2 Normar e/o” documentor COmplemntaES 
3 Definiqk 
4 Condi@es Qerais 
5 Condi@es especificas 
ANEXO - Modelo de carta para 0 encaminhamento de projetor de aterro controlado de reriduor didos urbanor 
1 oBJETlvo 
I.1 Esta Norma fixa as condi@es mrnimas exigiveis para a apresentagao de proje 
tos de aterros controlados de resrduos Glides urbanos. 
1.2 Esta Norma aplica-se em substituisao a NBR 8419, a critsrio do 6rgao Esta 
dual de Controle da Polui~ao e ProteGao Ambiental - OECPPA, quando em funsso de 
condiF6es espccrficas, do sltio proposto e das @p&es na mesma localidade, a exe 
cu~ao de Aterro Sanitirio SE most;ar ofie~os.3 cm denasia. 
a) locai izaGS:] dz area scleclonada; 
b) caractcristicas hidrogeologicas do terreno; 
c) caracter?sticas climatol6gicas da area; 
d) praximidade de colew%?s hrdricas; 
e) terde^ncias de expansao urbana; 
f) quantidade e caracteristicas dos residues a Serem dispostos diariamente; 
g) vida Gtil do aterro; 
h) use future da area do aterro. 
Origem ABM - 2:09.38074/83 
CB-2 - Cornit Brarileim de C~n~trus%a Civil 
CE-2~09.38 - Qmi& de ErDHhde Apresentaqk de Rojetm de Aterror Sanitirior 
SISTEMA NACIONAL DE ABNT - ASSOClA@O BRASlLElRA 
METROLOGIA NORMALlZAflO DE NORMAS Tl%NICAS 
E QUALIDAOE INDUSTRIAL e 
l hwwehmm atem sanitaria r&duo urbano. I NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA 
CDU 624.136.00268 Todm o dir&m resewados 9 pdginat 
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2 NER 88,49/1985 
2 NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
Na aplicack desta Norma 6 necess~rio consultar: 
NBR 5984 - Norma get-al de desenho tecnico - Procedimento 
NBR 8419 - Apresentacao de projetos de aterros sanitarios de residues sOI idos 
urbanos - Procedimnto 
Portaria N. 053, de 01.03.79, do Ministerio do Interior 
Portaria N. 124, de 20.08.80, do Ministerio do Interior 
3 DEFlNl@ES 
Para 05 efeitos desta Norma sao adotadas as definick de 3.1 a 3.13, respeitandoo 
exposto nas Portarias N. 053, de 01.03.79 e N. 124, de 20.08.80, do Ministerio do 
Interior. 
3.1 Acondicionamento 
Ato ou efeito de embalar OS residues solidos. 
3.2 Atei-ro controlado de residues sdlidos urbanos 
Tecnica de disposicao de residues solidos urbanos no solo, sem causar danos ou ris - 
cos a saride priblica e 5 sua seguranca, minimizando OS impactos ambientais, :@todo 
este que utiliza principios de engenharia para confinar OS residues solidos, co 
brindo-os corn uma camada de material inerte na conclusao de cada jornada de traba - 
Iho. 
3.3 G&S bioquimico (GBQ), g&s de aterro ou biogds 
Mistura de gases produzidos pela acao biologica na materia orgsnica em condicoes a - 
naerobias, composta principalmente de dioxide de carbon0 e metano em composicoes va - 
riaveis. 
3.4 Lixiviamio 
Deslocamento ou arraste, por meio I iquido, de certas substancias contidas nos resi - 
duos scilidos urbanos. 
3.5 ~ercolado 
Liquid0 que passou atraves de urn meio poroso. 
3.6 Residues industriais perigosos 
Sio todos OS residues solidos, semi-solidos e OS I iquidos nao passiveis de trata - 
mento conventional , resultantes da atividade industrial e do tratamento de seus e 
fluentes (liquidos e gasosos) que por suas caracteristicas apresentam periculosida 
de efetiva ou potential a saude humana ou ao meio ambiente, requerendo cuidados es 
peciais quanta ao acondicionamento, coleta, transporte, armazenamento, tratamento 
e disposicao. 
3.7 Residues industriais comun~ 
Residues solidos e semi-solidos industriais que admitem destinacao similar a dos 
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NBR RlldWvxE 2 
residues 561 idos urbanos. 
3 .a Residues hospitaLm?s Gpticos 
Residues s6lidos hospitalares que requerem condi&s especiais quanta ao acond i - 
cionamento, coleta, transporte e disposisk final por apresentarem periculosidade 
real ou potential 5 sa;de humana. 
3.9 Residues hospitalares ass@ticos 
Residues s6lidos hospitalares que admitem destinaG& similar 5 dos residues Gli - 
dos urbanos. 
3.10 Residues de aeroportos 
Residues solidos provenientes de aeronaves e aeroportos. 
3.11 Residues de portos 
Residues s6lidos provenientes de navies e portos. 
3.12 Residues ,so-lidos urbanos 
Residues s61idos gerados num aglomerado urbane, excetuados OS residues industriais 
perigosos, hospitalares ,septicos e de aeroportos e portos. 
3.13 Sumeiro ou chomme 
Liquido produzido pela decomposi& de subskcias contidas nos residues &I idos, 
que tern corn0 caracteristicas a car escura, 0 ma” cheiro e a elevada DBO ( Demanda 
Bioquimica de Oxige^nio). 
4 CONDl@ESGERAlS 
4.1 Pa&es constituintes do projeto e forma de apresent&o 
4.1.1 0s projetos apresentados devem obrigatoriamente ser constituidos das se - 
guintes partes: 
a) memorial descritivo; 
b) memorial ,t&nico; 
c) cronograma de exe-x& e estimativa de custos; 
d) desenhos ; 
e) eventua i 5 anexos . 
4.1.2 As unidades adotadas devem ser as do Sistema lnternacional de Unidade (SI). 
4.1.3 OS desenhos devem ser apresentados de acordo corn a NBR 5984. 
4.2 Responsabilidade e autoria do projeto 
4.2.1 0 projeto deve ser de responsabilidade e subscrito por profissional dev i - 
damente habilitado no CREA. 
4.2.2 Todos OS documentos e plantas relativas ao projeto devem ter assinatura Ed 
&ero de registro no CREA do profissional, corn indica& da “Anota&o de Respon 
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d NBR 8849/1985 
sabi I idade Tecnica”. 
4.3 Encaminhamento do projeto e soZicita&io de andzise 
4.3.1 A documenta& dew ser encaminhada ao drgk Estadual de Controle da Polui - 
&Z e Prote&o Ambiental - OECPPA, por carta, cujo modelo 6 apresentado no Anexo. 
Oevem fazer parte desse encaminharrento~os seguintes documentos: 
a) carta solicitando a analise do projeto e parecer, assinada por represen - 
tank legal da Prefeitura do Municipio onde se localiza o aterro contra - 
lado; 
b) projeto complete eseus anexos; 
c) anotagao de responsabilidade tecnica; 
4.4 AndZise do projeto 
4.4.1 Durante a analise do projeto e a criteria do OECPPA, podem ser convocados, 
para esclarecimento adicionais, o autor do projeto, o representante da Prefeitura 
ou a entidade responsive1 pelo sistema de disposiGao de residues solidos urbanos. 
5 CONDl@ES ESPECI-FICAS 
5.1 Condi&es especificas do memorial descritivo 
0 memorial descritivo deve canter as seguintes partes: 
a) informa&es cadastrais; 
b) informa&s sobre os residues a serem dispostos no aterro controlado; 
c) caracterizask do local destinado ao aterro controlado; 
d) concep& e justificativa do projeto; 
e) descri& e especifica&s dos elementos do projeto; 
f) opera&o do aterro controlado; 
g) use future da area do aterro controlado; 
h) justificativa para adoGS do aterro controlado. 
5.1.1 Instru$es para e~abora&o do memorial. descritivo 
0 memorial descritivo dew compreender todas as se&es, alineas e subalineas pre - 
vistas em 5.1. 
5.1.2 Inform&es cadastrais 
As informaS& a serem fornecidas devem ser as seguintes: 
a) qualificaCao da entidade responsavel pelo aterro controlado; 
b) qualificaGao da entidade ou profissional responsive1 pelo projeto do a 
terra controlado e sua situasao perante o CREA. 
5.1.3 InfornaGes sobre OS residues a serem dispostos no aterro controlado 
Devem ser fornecidas as seguintes informacoes: 
a) origem e quantidade diaria e mensal de recebimento; 
b) caracteristicas dos equipamentos de transporte; 
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c) peso especifico dos residues. 
5.1.4 Caracteriza&o do local destinado ao aterro controlado 
5.1.4.1 trite-rios bdsicos pma a selemio 
Justificativa