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Fase pré operatória e Transoperat

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VALORES: 10 a 14 segundos.
 INR: Razão Normatizada internacional
 TTPA: Tempo de Tromboplastina 
Parcialmente Ativada.
 Avalia defeitos na via intrínseca da 
coagulação, como deficiência dos fatores de 
coagulação VIII, IX, XI,XII, com exceção das 
plaquetas. 
 VALORES: 21 a 35 segundos (SI 21 a 35s)
COMPOSIÇÃO DO SANGUE (PLASMA)
Proteínas especiais Albuminas, Globulinas (anticorpos), 
Fibrinogênio, Protombina, 
Aglutininas
Outras substâncias orgânicas Enzimas, Anticorpos, Hormônios, 
Vitaminas
Lipídios Colesterol, Triglicérides
Glucídios Glicose
Substâncias nitrogenadas Uréia, Ácido úrico, Creatinina
Sais inorgânicos Sódio, Cloro, Potássio, Cálcio, 
Fosfatos
Câncer de pulmão
Pneumonia
Bacilo do kock
Tuberculose
APARELHO DE ECG
Monitorização do eletrocardiograma padrão
EX 1
ASA – CLASSIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES FÍSICAS 
ASA 1 - Paciente saudável normal; 
ASA 2 - Paciente com discreta doença sistêmica;
Ex: diabetes e hipertensão 
ASA 3 Paciente com doença sistêmica severa que 
limita a atividade, mas não é incapacitante; 
Ex: ins cardíaca, taquicardia 
ASA 4 Paciente com doença sistêmica severa que 
seja uma constante ameaça à vida; 
Ex; câncer 
ASA 5 Paciente sem expectativa de sobrevida nas 
24 hs com ou sem cirurgia; 
Ex: TCE grave
ASA 6 Paciente declarado com morte cerebral 
 Preparo pré-operatório especial 
 •Pacientes com H.A.S. 
 -PA ideal < 140/90mmHg. 
 -PA aceitável : PAS < 180mmHg e PAD < 
110mmHg 
 -Evitar ajustes nas doses de hipotensores nos 
dias que antecedem a operação 
 -Pacientes assintomáticos : iniciar o 
tratamento após a operação 
 Pacientes com I.R.A. / HD ou DP 
 -Operar no dia seguinte ao da Hemodiálise 
 -Se faz DP mudar para Hemodiálise 
 -Monitorização rigorosa de líquidos e 
eletrólitos no P.O. 
 -Ajuste na dose de drogas em uso 
 •Pacientes com DIABETE MELLITUS 
 - Glicemia ideal ≤ 200mg/dl 
 - Suspender hipoglicemiantes orais: 
 * Clorpropamida – 48 horas antes da operação 
 * Glibenclamida – na véspera 
 -Controle da glicemia capilar (DXT) 
 -Operação deve ser realizada no 1º horário da manha 
 -Substituir a insulina NPH por insulina regular na manha da 
operação : dosar glicemia, infundir SG 5%, aplicar ½ da dose de 
insulina regular, monitorar glicemia e fazer insulina regular se 
necessário ( esquema padrão ) 
 Pacientes com HIPERTIREOIDISMO 
 - Deverão ser operados em eutiroidismo 
 - Drogas antitiroidianas deverão ser mantidas ate a véspera 
da operação: 
 METIMAZOL ( 10-90 mg/dia) 
 - Uso de Beta-Bloqueadores (Propanolol – 40 a 120mg/dia) 
ate a véspera da operação 
 - Uso de IODO (Lugol a 2%) 10mg – 2x/dia ate dez dias antes 
da operação 
 - Uso de Benzodiazepinicos V.O. Preparo pré-operatório 
especial 
 Cirurgias de Ombro e Braço (MMSS): faça a raspagem iniciando pelo 
antebraço, axila, até a região cervical e tórax medial, (figura 2.1)
 Cirurgias da Mão, Antebraço e Cotovelo (MMSS): inicie com a higiene das 
mãos, corte as unhas, limpe-as, retire restos de esmalte. Faça a raspagem 
iniciando pela mão até a axilia. (figura 2.2)

 Figura 2.1 Cirurgias de Ombro e Braço (MMSS).
 Figura 2.2 Cirurgias da Mão, Antebraço e Cotovelo (MMSS).

Figura 2.1 Cirurgias de Ombro e 
Braço (MMSS).
Figura 2.2 Cirurgias da Mão, 
Antebraço e Cotovelo (MMSS).
 Cirurgias do Joelho e Terço Inferior da Perna (MMH): inicie com a higiene dos 
pés, corte as unhas, limpe-as, retire restos de esmalte. Faça a raspagem 
iniciando pela cicatriz umbilical até os artelhos. Inclua as regiões pubiana e 
perineal. (figura 2.3)
 Cirurgia do Quadril: inicie com a higiene dos pés, corte as unhas,
limpe-as, retire restos de esmalte, prossiga a raspagem da linha
medial dos mamilos até artelhos, incluindo toda região pubiana e
perineal. (figura 2.4)
Figura 2.3 Cirurgias do Joelho e 
Terço Inferior da Perna (MMII).
Figura 2.4 Cirurgia do Quadril.
Figura 2.5 Cirurgia do Tornozelo 
e Pé (MMH).
Figura 2.6 Cirurgias do Pescoço 
Tiróide e Paratiróide.
Figura 2.7 Cirurgia do Tórax e 
Mastectomia.
Figura 2.8 Cirurgias Abdominais 
inferior.
Figura 2.9 Cirurgias Abdominais 
superiores.
Figura 2.10 Cirurgias Perineal ou 
Ginecológica.
Tem início a partir da anestesia e da cirurgia, 
logo terminam a montagem da sala de 
operações
 A fase da montagem da sala de operações compreende desde
o momento em que a circulante recebe do enfermeiro o plano
assistencial para o período transoperatório até o inicio do ato
anestésico-cirúrgico.
 Consiste em prever e prover artigos e equipamentos
necessários para a cirurgia (verificar especialidade);
 Proporcionar o desenvolvimento do ato anestésico-cirúrgico
em ambiente seguro e humano que o cliente tem direito;
DEVE ATENDER A EQUIPE MEDICA, O INSTRUMENTADORA(O)
E O CLIENTE .
 Colocar o mobiliário na posição funcional.
 Proceder a limpeza da sala quando for necessário, conforme rotina da instituição.
 Prover equipamentos para monitorizarão ( cardíaca, oximetria, pressão não- invasiva 
e temperatura).
 Testar a funcionalidade dos aparelhos elétricos como monitores , foco cirúrgico, 
aspiradores de secreção ,gerador eletrocirúrgico entre outros.
 Testar o funcionamento da rede de gases medicinais.
 Verificar os artigos do carrinho do anestesista( bandeja para intubação, 
esfignomanômetro, estetoscópio clinico, garrote etc.
 Verificar os materiais e equipamentos especiais( bisturi elétrico , trépano , dermátomo 
,microscópio , etc.
 Observar a temperatura da sala de operações ( 22a 24°C).
 Atentar para a segurança da sala quanto à segurança elétrica ( não utilizar mais do 
que dois aparelhos por cada saída elétrica).
 MEEKER, Margareth Huth; ROTHROCK, Jane C. 
Alexander. Cuidados de enfermagem ao
 paciente cirúrgico. 10 ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 1995.
 SILVA, Maria D'Apparecida Andrade; RODRIGUES, 
Aparecida Laureci; CESARETTI, Isabel Umbelina. 
2000.
 Ribeiro. Enfermagem na unidade de centro 
cirúrgico. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: EPU, 2001.
Referencial Bibliográfico