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Teoria Malthusiana

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Teoria Malthusiana: A primeira teoria foi criada no século XIX, por Thomas Robert Malthus, um economista inglês. De acordo com ele a população mundial cresceria em um ritmo rápido e a produção de alimentos cresceria de forma mais lenta, desta forma não haveria alimento suficiente para as pessoas. Sendo assim, de acordo com a teoria Malthusiana, ao final de aproximadamente duzentos anos o crescimento da população seria 28 vezes maior do que o crescimento da produção de alimento, os homens estariam condenados a passar por vários problemas como a subnutrição, fome, doenças, epidemias, entre outros fatores.
Para tentar resolver esse problema, Malthus propôs uma solução para o problema entre a população e a quantidade de alimentos, ele a chamava de “controle moral”. Neste as pessoas deveriam ter uma postura diferente, na qual não teriam práticas sexuais, diminuindo assim o número de nascimentos e equilibrando o crescimento da população e aumentando a produção de alimentos.
Mas as tecnologias passaram a avançar nas produções agropecuárias e industriais. Esse avanço fez com que a produção de alimentos se tornasse muito maior que o número de habitantes no mundo, e foi comprovado que a teoria de Malthus estava errada.
Teoria Neomalthusiana: Essa teoria teve início nas primeiras décadas do século XX e é baseada na teoria de Malthus. Os neomalthusianos passaram a observar a aceleração populacional de outra forma, e acreditavam que se esse crescimento não parasse os recursos naturais se esgotariam rapidamente. Com este pensamento, eles passaram a criar propostas que pudessem controlar o crescimento populacional. Entre essas propostas foram criados e adotados métodos contraceptivos.
Teoria reformista: A teoria reformista é completamente contrária às teorias de Malthus e a neomalthusiana. Nesta teoria acredita-se que o problema da fome e da miséria no mundo não é a falta de comida para a população, e que o problema também não é devido a quantidade de pessoas. O real problema seria causado pela má distribuição de renda, pois há uma grande desigualdade econômica.
Para que a miséria e a fome pudessem ter fim, de acordo com a teoria reformista, seria necessária uma distribuição de renda de forma justa para toda população. Melhorando assim as condições de vida da população mais pobre e consequentemente não haveria miséria e nem pessoas passando fome.
População Brasileira: Atualmente, o Brasil possui a quinta maior população do mundo, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país atingiu em 2010, 190.755.799 habitantes, apresentando uma concentração populacional inferior apenas a dos referidos países: China (1,3 bilhão), Índia (1,2 bilhão), Estados Unidos (317,6 milhões) e Indonésia (232,5 milhões). A divisão da população brasileira conforme o sexo é a seguinte: mulheres (51%), homens (49%). As mulheres também são a maioria nas universidades – 57%.
IDH: Conforme dados divulgados em 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil apresenta IDH de 0,699, ocupando a 73° posição no ranking mundial, valor considerado alto. A cada ano o país tem conseguido elevar o seu IDH, fatores como o aumento da expectativa de vida da população brasileira e da taxa de alfabetização são os principais responsáveis por esse progresso.
PEA: No caso específico do Brasil, a população ativa soma aproximadamente 79 milhões de pessoas ou 46,7%, índice muito baixo, uma vez que o restante da população, cerca de 53,3%, fica à mercê do sustento dos economicamente ativos. Em diversos países, o índice é superior, aproximadamente 75% atuam no setor produtivo.
No Brasil, os homens representam 58% e as mulheres 42% daqueles que desenvolvem atividades em distintos setores da economia. 
PIB: 1,796 trilhão USD (2016)
Desemprego Estrutural: O desemprego estrutural se alastrou diante da crise econômica mundial. O desemprego estrutural ocorre quando o número de desempregados é superior ao número de colaboradores que o mercado quer contratar e esse excesso de oferta de trabalhadores não é temporário. Na maior parte dos mercados , o excesso de oferta de um bem levaria a uma descida do seu preço (neste caso salário), que faria aumentar a quantidade procurada e eliminaria o excesso de oferta inicial. Assim, o desemprego estrutural ocorre, porque existem fatores que impedem as variações dos preços, como por exemplo, a existência de um salário mínimo e legislação laboral que impede a flexibilidade de salário.oferta de trabalhadores não é temporário. Na maior parte dos mercados , o excesso de oferta de um bem levaria a uma descida do seu preço (neste caso salário), que faria aumentar a quantidade procurada e eliminaria o excesso de oferta inicial. Assim, o desemprego estrutural ocorre, porque existem fatores que impedem as variações dos preços, como por exemplo, a existência de um salário mínimo e legislação laboral que impede a flexibilidade de salário.
Potencial de produção de alimentos: O Brasil se consolidará como uma potência agrícola nos próximos dez anos e vai disputar a liderança na produção de alimentos com os Estados Unidos. A projeção é do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que nesta terça-feira (14) divulgou o estudo Projeções do Agronegócio 2010/11-2020/2021. 
De acordo com o estudo, produtos agrícolas de alto consumo interno – e que já fazem parte da pauta de exportação brasileira – tendem a ter um aumento de produção, sobretudo devido ao avanço tecnológico, e ganhar mais mercado. As estimativas indicam que a produção de grãos deve aumentar 23% até 2021 e a área de colheita será 9,5% maior que atual. Além de mais produção e mais vendas, o Mapa avalia que o País terá uma nova fronteira agrícola – batizada como Matopiba (formada pelo Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Essas áreas estão atraindo novas lavouras porque têm terras mais baratas que a região Centro-Oeste e poderão aumentar a produção de algodão, frango, carne bovina e soja; além de celulose e papel.
Alimentação de Qualidade: Muitos componentes da alimentação dos brasileiros são associados ao desenvolvimento de doenças, como o câncer, problemas cardíacos, obesidade e outras enfermidades crônicas, como o diabetes. Por isso, alimentos ricos em gorduras, como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, linguiças, mortadelas, entre outros, devem ser ingeridos com moderação.
Distribuiçao da População Brasileira: A população brasileira está irregularmente distribuída no território, isso fica evidente quando se compara algumas regiões ou estados, o Sudeste do país, por exemplo, apresenta uma densidade demográfica de 87 hab/km2, as regiões Nordeste, Sudeste e Sul reúnem juntas 88% da população, distribuída em 36% de todo o território, fato contrário à densidade demográfica do Norte e Centro-Oeste, que são, respectivamente, 4,1 hab/km2 e 8,7 hab/km2, correspondendo a 64% do território total.
Densidade populacional: Segundo estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui uma população de 202 768 562 habitantes (2014) em uma área de 8 515 767,049 km², resultando em uma densidade demográfica de 23,8 habitantes por quilômetro quadrado.
Numero de habitantes segundo(IBGE): Brasil tem 207.660.929 habitantes, segundo estimativa Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Crescimento Vegetativo: A estimativa da Fundação IBGE para 2010 é de uma taxa bruta de natalidade de 18,67‰ — ou seja, 18,67 nascidos para cada grupo de mil pessoas ao ano. 
Faixa Etária: 79 para mulheres e 72 para homens