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TUDO JUNTO

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por uma letra e um número que designam a região da medula e sua 
ordem superior-inferior (C, cervical; T, torácica; L, lombar; S, sacral; Co, coccígea). 
✓ Inicialmente, os nervos espinais originam-se na medula espinal como radículas, as radículas convergem para formar duas 
raízes nervosas. 
❖ Raiz anterior (ventral): Formada por fibras motoras (eferentes) que saem dos corpos das células nervosas no corno 
anterior da substância cinzenta da medula espinal para órgãos efetores situados na periferia. 
❖ Raiz posterior (dorsal): Formada por fibras sensitivas (aferentes) dos corpos celulares no gânglio (sensitivo) 
espinal ou gânglio da raiz posterior (dorsal) que se estendem em direção à periferia até terminações sensitivas e 
centralmente até o corno posterior de substância cinzenta da medula espinal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
✓ Dermátomo: É a área unilateral de pele inervada pelas fibras sensitivas de um único nervo espinal. 
✓ Miótomo: É a massa muscular unilateral inervada pelas fibras conduzidas por um único nervo espinal. 
▪ Nervos cranianos: Saem da cavidade craniana através de forames no crânio e são identificados por um nome descritivo (p. 
ex., “nervo troclear”) ou por um algarismo romano (p. ex., “NC IV”). Apenas 11 dos 12 pares de nervos cranianos originam-se no 
encéfalo; o outro par (NC XI) origina-se na parte superior da medula espinal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V DIVISÃO FISIOLÓGICA 
 A DIVISÃO SOMÁTICA DO SISTEMA NERVOSO 
• A divisão somática do sistema nervoso (DSSN), formada pelas partes somáticas do SNC e do SNP, proporciona inervação sensitiva e 
motora a todas as partes do corpo, exceto as vísceras nas cavidades, músculo liso e glândulas. 
▪ Sistema sensitivo somático: Transmite sensações de tato, dor, temperatura e posição a partir dos receptores sensitivos. A 
maioria dessas sensações alcança níveis conscientes. 
▪ Sistema motor somático: Inerva apenas o músculo esquelético, estimula o movimento voluntário e reflexo, causando contração 
muscular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
 A DIVISÃO AUTÔNOMA DO SISTEMA NERVOSO 
• A divisão autônoma do sistema nervoso (DASN) consiste em fibras motoras que estimulam o músculo liso (involuntário), o músculo 
cardíaco modificado (o complexo estimulante do coração) e as células glandulares (secretoras). 
• As fibras nervosas eferentes e os gânglios da DASN são organizados em dois sistemas ou partes: a parte simpática (toracolombar) e 
a parte parassimpática (craniossacral). 
▪ A distinção anatômica entre as partes simpática e parassimpática da DASN tem como base principalmente a localização dos 
corpos celulares pré-sinápticos e os nervos que conduzem as fibras pré-sinápticas originadas no SNC. 
▪ A distinção fisiológica entre as partes simpática e parassimpática da DASN tem como base principalmente os neurotransmissores 
liberados por elas, a parte simpática libera norepinefrina (exceto no caso das glândulas sudoríferas) e a parte parassimpática, 
acetilcolina. 
• Parte simpática: 
▪ Os corpos celulares dos neurônios simpáticos pré-sinápticos são encontrados em apenas um local: as colunas intermédias (IM) 
ou núcleos da medula espinal. Os pares de colunas IM (direita e esquerda) fazem parte da substância cinzenta dos segmentos 
torácico (T1–T12) e lombar superior (L1–L2 ou L3) da medula espinal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ Os corpos celulares dos neurônios pós-sinápticos da parte simpática do sistema nervoso estão situados em dois locais, nos 
gânglios paravertebrais e nos pré-vertebrais. 
▪ Suas fibras pré-sinápticas são mais curtas e as pós-sinápticas, mais longas. 
• Parte parassimpática: 
▪ Os corpos celulares dos neurônios parassimpáticos pré-sinápticos têm sua origem craniana, NC III, XVII, IX e X, e sacral, S2-S4. 
▪ Os corpos celulares dos neurônios pós-sinápticos da parte parassimpática do sistema nervoso estão isolados ou na parede do 
órgão alvo. 
▪ Suas fibras pré-sinápticas são mais longas e as pós-sinápticas, mais curtas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Ddd DESCRIÇÃO 
RINS 
 
• Função: Retiram o excesso de água, sais e resíduos do metabolismo proteico do sangue, enquanto devolvem nutrientes e substâncias 
químicas ao sangue. 
• Localização: Estão no nível das vértebras T XII a L III e situados no retroperitônio na parede posterior do abdome. 
• Relações anatômicas: Ambos os rins estão localizados inferiormente ao diafragma e são envoltos por uma cápsula adiposa 
(gordura perirrenal) que se estende até suas cavidades centrais, os seios renais. Os rins, as glândulas suprarrenais e a gordura 
que os circunda são envolvidos pela fáscia renal. Externamente à fáscia renal está o corpo adiposo pararrenal (gordura 
pararrenal). 
▪ Rim Direito: É posterior ao fígado, duodeno e colo ascendente. 
▪ Rim Esquerdo: É posterior ao baço e pâncreas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V COMPOSIÇÃO 
• Hilo renal: Fenda na margem medial côncava do rim. Através dela, passam vasos, nervos e estruturas que drenam a urina do rim. 
▪ Estruturas que passam pelo hilo no sentido anteroposterior: Mais anteriormente, localiza-se a veia renal, posteriormente 
a ela, a artéria renal e, mais posteriormente, a pelve renal. 
• Seio renal: Espaço cuja entrada é delimitada pelo hilo renal. O seio renal é ocupado pela pelve renal, cálices, vasos e nervos e uma 
quantidade variável de gordura (gordura do seio renal). 
• Pelve renal: É a expansão afunilada e achatada da extremidade superior do ureter. A pelve renal recebe dois ou três cálices 
maiores, e cada um deles se divide em dois ou três cálices menores. Cada cálice menor é entalhado por uma papila renal, o ápice 
da pirâmide renal. 
• Pirâmide renal: Local de onde a urina é excretada. As pirâmides e o córtex associado formam os lobos renais. 
• Colunas renais: Parte do córtex entre as pirâmides renais. 
• Cápsula fibrosa ou de Gerota: Envolve externamente a região do córtex renal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V IRRIGAÇÃO 
• O rim é irrigado por ramos (5 artérias segmentares) da artéria renal. 
• A artéria renal direita, que é mais longa, passa posteriormente à veia cava inferior. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V DRENAGEM 
• Diversas veias renais drenam cada rim e se unem de modo variável para formar as veias renais direita e esquerda, estas situam-
se anteriormente às artérias renais direita e esquerda. 
• A veia renal esquerda, mais longa, recebe a veia suprarrenal esquerda, a veia gonadal (testicular ou ovárica) esquerda, a veia 
frênica inferior esquerda e uma comunicação com a veia lombar ascendente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V INERVAÇÃO 
• Os nervos para os rins originam-se do plexo nervoso renal, suprido por fibras dos nervos esplâncnicos abdominopélvicos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P NA VIDA REAL... 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Ddd DESCRIÇÃO 
URETERES 
 
• Função: Os ureteres são