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TUDO JUNTO

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ductos musculares com lumens estreitos que conduzem urina dos rins para a bexiga. A urina é transportada 
pelos ureteres por meio de contrações peristálticas. 
• Trajeto: As partes abdominais dos ureteres aderem intimamente ao peritônio parietal e têm trajeto retroperitoneal. Seguem 
inferiormente, dos ápices das pelves renais nos hilos renais, passando sobre a margem da pelve na bifurcação das artérias ilíacas 
comuns. A seguir, passam ao longo da parede lateral da pelve e entram na bexiga urinária. 
▪ Constrições: os ureteres normalmente apresentam constrições relativas, possíveis locais de obstrução por cálculos ureterais, 
em três locais: 
✓ Na junção dos ureteres e pelves renais (junção ureteropélvica ou JUP) 
✓ Onde os ureteres passam pela ramificação das artérias ilíacas comuns. 
✓ Durante sua passagem através da parede da bexiga urinária (junção ureterovesical ou JUB). Essa região é a mais 
propensa em acumular cálculos, também conhecido como “cemitério dos cálculos”. 
▪ Mecanismos contra o refluxo da urina: 
✓ A inserção oblíqua dos ureteres através da parede muscular da bexiga urinária forma uma “válvula” unidirecional 
✓ A pressão interna ocasionada pelo enchimento da bexiga causa o fechamento da passagem intramural dos ureteres. 
✓ As contrações da musculatura vesical atuam como esfíncter, impedindo o refluxo de urina para os ureteres quando a bexiga 
urinária se contrai. 
▪ OBS: Durante seu trajeto, nas mulheres, passa pela artéria uterina. Em casos de histerectomia (retirada de útero), o ureter pode 
ser lesionado e acarretar em uma série de problemas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V INERVAÇÃO 
 P V DRENAGEM 
• A drenagem venosa dos ureteres geralmente é paralela à irrigação arterial, drenando para veias de nomes correspondentes até 
chegar na veia cava inferior. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• A inervação dos ureteres é proveniente de plexos autônomos adjacentes (renais, aórticos, hipogástricos superiores e inferiores). A 
dor ureteral geralmente é referida para o quadrante inferior ipsilateral do abdome. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Ddd IRRIGAÇÃO 
• Irrigação da parte abdominal: originam-se regularmente das artérias renais, das testiculares (homem) ou ováricas (mulher), 
da parte abdominal da aorta e das ilíacas comuns 
• Irrigação da parte pélvica: proporcionada por ramos uretéricos originados das artérias ilíacas internas, vesical superior, 
uterinas (mulher), vaginal (mulher) e vesical inferior (homem). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
▪ ntêm os tecidos são então levados a um micrótomo (Figura 1.1), onde são seccionados por uma lâmina de aço ou de vidro, de modo 
a fornecer cortes de 1 a 10 micrômetros de espessura. Lembre-se de que: um micrômetro (1 µm) = 0,001 mm= l0-6 m; um 
• OBS: Os ureteres podem ser lesados durante cirurgias abdominais, retroperitoneais, pélvicas ou ginecológicas em virtude da 
interrupção acidental de sua vascularização. A identificação dos ureteres em todo o seu trajeto na pelve é uma medida prevent iva 
importante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V NA VIDA REAL... 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Ddd DESCRIÇÃO 
BEXIGA 
 
• Função: É um reservatório temporário de urina e varia em tamanho, formato, posição e relações de acordo com seu conteúdo e com 
o estado das vísceras adjacentes. 
• Localização: Quando vazia, a bexiga urinária do adulto está localizada na pelve menor, situada parcialmente superior e parcialmente 
posterior aos ossos púbicos. Em alguns indivíduos, a bexiga urinária cheia pode chegar até o nível do umbigo. 
• Relações anatômicas: É separada dos ossos púbicos pelo espaço retropúbico (de Retzius) virtual e situa-se principalmente 
inferior ao peritônio (extraperitonial), exceto por sua parte superior que é peritonizada, apoiada sobre o púbis e a sínfise púbica 
anteriormente e sobre a próstata (homens) ou parede anterior da vagina (mulheres) posteriormente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V COMPOSIÇÃO 
 P V IRRIGAÇÃO 
• Quando vazia, a bexiga urinária tem um formato quase tetraédrico e externamente tem ápice, corpo, fundo e colo. 
▪ Ápice da bexiga: Aponta em direção à margem superior da sínfise púbica quando a bexiga urinária está vazia. O ápice da bexiga 
é unido ao umbigo pelo remanescente do úraco, que forma o ligamento umbilical mediano. 
▪ Fundo da bexiga: É oposto ao ápice, formado pela parede posterior um pouco convexa. 
▪ Corpo da bexiga: É a parte principal da bexiga urinária entre o ápice e o fundo. 
▪ Colo da bexiga: Formada pelo encontro do fundo e das faces inferolaterais. 
• As paredes da bexiga urinária são formadas principalmente pelo músculo detrusor da urina. 
• Em direção ao colo da bexiga masculina, encontra-se o músculo esfíncter interno da uretra involuntário. Esse esfíncter se contrai 
durante a ejaculação para evitar a ejaculação retrógrada (refluxo ejaculatório) do sêmen para a bexiga urinária. 
• Os óstios do ureter e o óstio interno da uretra estão nos ângulos do trígono da bexiga. Os óstios do ureter são circundados por 
alças do músculo detrusor, que se contraem quando a bexiga urinária se contrai para ajudar a evitar o refluxo de urina para o ureter. 
• A úvula da bexiga é uma pequena elevação do trígono, geralmente é mais proeminente em homens idosos em razão do aumento do 
lobo posterior da próstata. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• As principais artérias que irrigam a bexiga urinária são ramos das artérias ilíacas internas. As artérias vesicais superiores 
irrigam as partes anterossuperiores da bexiga urinária. 
▪ Nos homens, as artérias vesicais inferiores irrigam o fundo e o colo da bexiga. 
▪ Nas mulheres, as artérias vaginais substituem as artérias vesicais inferiores e enviam pequenos ramos para as partes 
posteroinferiores da bexiga urinária. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 P V DRENAGEM 
• As veias que drenam a bexiga urinária correspondem às artérias e são tributárias das veias ilíacas internas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
▪ ntêm os tecidos são então levados a um micrótomo (Figura 1.1), onde são seccionados por uma lâmina de aço ou de vidro, de modo 
a fornecer cortes de 1 a 10 micrômetros de espessura. Lembre-se de que: um micrômetro (1 µm) = 0,001 mm= l0-6 m; um 
nanômetro (1nm) =0,001 µm = l0-6 mm = l0-9 m. Após serem seccionados, os cortes são colocados para flutuar sobre uma 
superfície de água aquecida e, depois, sobre lâminas de vidro, onde aderem e serão, em seguida, corados. 
▪ • 
 
4) 
 
 
 
 P NA VIDA REAL... 
 P V INERVAÇÃO 
• As fibras simpáticas são conduzidas principalmente através dos plexos e nervos hipogástricos, enquanto as fibras parassimpáticas 
são conduzidas pelos nervos esplâncnicos pélvicos e pelo plexo hipogástrico inferior. 
• A inervação