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por impacto em (pé x libra/polegada) de espessura de rocha, designado por C e Sg peso específico. 
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Projetar uma instalação de britagem para 70 m3/h de minério que vem da mina com um top size de (0,4 m) e 25% menor que 2,5 polegadas. Sabe-se que o Wi do minério é 10 kwh/st. A densidade aparente do minério é 1,25; o teor da argila é maior que 5% e a umidade 10%.
Pela tabela 4.6 o britador mais adequado 8050C cuja capacidade varia de 65–88 m3/h de produto operando com a abertura de saída na posição fechada (APF) com 4”e na posição aberta (APA) terá 5”, pela tabela sabe-se que o movimento do queixo é de 1”. A abertura de alimentação do britador é de 40”(1m).
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rojetar uma instalação de britagem para 70 m3/h de minério que vem da mina com um top size de (0,4 m) e 25% menor que 2,5 polegadas. Sabe-se que o Wi do minério é 10 kwh/st. A densidade aparente do minério é 1,25; o teor da argila é maior que 5% e a umidade 10%.
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Tabela II: Granulometria do produto britado
Pode ser observado que:
85% do material é menor que 5“;
30 % do material esta entre 3”e 5”;
17% do material está entre 2”e 3”.
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Barmac
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Barmac
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Britador Movel
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SELEÇÃO DE BRITADORES
Alguns que estão familiarizados com a técnica de seleção dos equipamentos de britagem entendem ser possível fazer uma seleção teórica de máquinas só à base de cálculos. No entanto, as conclusões teóricas devem sempre ser contrabalançadas pela experiência prática com diferentes materiais e com os aspectos operacionais, de manutenção e - não menos importante - econômicos
das diversas soluções. 
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SELEÇÃO DE BRITADORES
BRITAGEM PRIMÁRIA
A função do britador primário é em primeiro lugar possibilitar o transporte do material numa correia transportadora. Na maioria das instalações de britagem que produzem agregados, a britagem primária é executada por um britador de mandíbulas, embora instalações para capacidades muito elevadas geralmente utilizem um britador giratório primário. Se o material for facilmente britável e não excessivamente abrasivo, um britador de impacto pode ser a melhor escolha como primário. As características mais importantes de um britador primário são a sua capacidade e ser capaz de aceitar material de alimentação sem ocorrer engaiolamentos. 
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SELEÇÃO DE BRITADORES
Um britador primário grande é naturalmente mais caro que uma máquina menor. Por esta razão, os cálculos de custo de investimento para os britadores primários são confrontados com os custos do desmonte da frente de rocha, fogachos e rompimentos com perfuratrizes. Em muitos casos, a rocha é transportada por caminhões basculantes até um primário fixo. Esta pode ser uma solução dispendiosa! Os custos de amortização, combustível, pneus e manutenção podem ser incluídos quando os veículos são muito solicitados. Nas instalações modernas é na maioria dos casos economicamente vantajoso utilizar britadores primários móveis que possam acompanhar as bancadas de rocha de onde se extrai o material. Pode-se tornar móvel o britador primário com o auxílio de esteiras ou lagartas, por exemplo. Um britador primário dotado de esteiras pode constituir uma solução economicamente interessante nos casos em que o usuário precisa reposicionar a máquina com frequência na pedreira, muito embora seja bem mais dispendioso do que uma unidade fixa ou sobre pneus (do ponto de vista de investimento e custos de manutenção). O âmbito mais comum de utilização de britadores primários móveis é em instalações destinadas a cumprir contratos de curto prazo.
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SELEÇÃO DE BRITADORES
BRITADORES DE MANDÍBULAS
 
Em termos de tamanho de boca de alimentação, o cliente obtém melhor retorno de seu investimento quando o primário é um britador de mandíbulas. Em outras palavras, perfurações e malhas de fogo menos densas, visto que o britador admite grandes blocos. A desvantagem deste tipo de máquina é a largura relativamente pequena se comparada com o círculo de saída de uma máquina giratória, limitando assim a capacidade. Utilizam-se britadores de mandíbulas na maioria dos casos em instalações com produções em torno de 700-800 t/h.
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SELEÇÃO DE BRITADORES
Regras gerais
1 - sempre utilizar um britador de MANDÍBULA S se puder
É uma alternativa mais econômica
2 – para pequenas capacidades utilizar um britador de MANDÍBULAS e um martelo hidráulico para o sobretamanho
3 – para grande capacidades utilize um britador de MANDÍBULAS com uma abertura de alimentação grande
4 – para capacidades muito grande utilizar um britador de GIRATÓRIO
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Fluxograma
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TEORIAS SOBRE O PROCESSO DE COMINUIÇÃO 
LEI DE RITTINGER – 1867 O TRABALHO NECESSÁRIO NA FRAGMENTAÇÃO É PROPORCIONAL À SUPERFÍCIE NOVA GERADA QUE É INVERSAMENTE PROPORCIONAL AO DIÂMETRO.
E  ENERGIA CONSUMIDA
X1  ABERTURA DA MALHA QUE DEIXA PASSAR 80% DA ALIMENTAÇÃO
X2  ABERTURA DA MALHA QUE DEIXA PASSAR 80% DO PRODUTO
K  CONSTANTE - DEPENDE DO MATERIAL
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LEI DE KICK - 1885
O TRABALHO NECESSÁRIO NA FRAGMENTAÇÃO É PROPORCIONAL À RELAÇÃO DE REDUÇÃO. 
ONDE:
E  ENERGIA CONSUMIDA
X1  ABERTURA DA MALHA QUE DEIXA PASSAR 80% DA ALIMENTAÇÃO
X2  ABERTURA DA MALHA QUE DEIXA PASSAR 80% DO PRODUTO
K  CONSTANTE - DEPENDE DO MATERIAL
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BLANC - 1937
CONSTATAÇÃO DE NÃO SUPERPOSIÇÃO DAS DUAS PRIMEIRAS LEIS.
10 LEI - VÁLIDA PARA GRANULOMETRIA FINA
20 LEI - VÁLIDA PARA GRANULOMETRIA GROSSA
LEI DE BOND - 1951/52 - LEI EMPÍRICA
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Lei de Bond
ONDE:
W  ENERGIA (kwh/st)
X1  ABERTURA DA MALHA QUE DEIXA PASSAR 80% DA ALIMENTAÇÃO (m)
X2  ABERTURA DA MALHA QUE DEIXA PASSAR 80% DO PRODUTO (m)
WI  WORK INDEX (kwh/st) - CONSTANTE DE CADA MATERIAL 
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LIMITAÇÕES DA LEI DE BOND:
NÃO CONSIDERA O WI COMO FUNÇÃO DAS VARIÁVEIS DE PROCESSO.
NÃO CONSIDERA AS CARACTERÍSTICAS MINERALÓGICAS DO MATERIAL.
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LEI GERAL (LEI DE CHARLES) - 1957
ONDE:
E  ENERGIA CONSUMIDA
X  ABERTURA DA MALHA
K  CONSTANTE - DEPENDE DO MATERIAL
N = 1  LEI DE KICK (GRANULOMETRIA GROSSA)
N = 2  LEI DE RITTINGER (GRANULOMETRIA FINA)
N = 1,5  LEI DE BOND (GRANULOMETRIA INTERMEDIÁRIA)
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LEI DE HUKKI - 1961
ONDE:
E  ENERGIA CONSUMIDA
X  TAMANHO
K  CONSTANTE - DEPENDE DO MATERIAL
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FORAM INTRODUZIDOS FATORES DE BOND/ROWLAND PARA CORREÇÃO DE DISCREPÂNCIAS, LEVANDO A EXPRESSÃO FINAL
EFi = 1,3 PARA MOAGEM A SECO 
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Figura 1.1: Fluxograma de tratamento de minérios5.
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