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Ferrovias

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Ferrovias
Bernardo Pitangueira
Felipe Bertinato
Joao Pedro Nogueira Alves
Leonardo Cavalcanti
Ferrovia Tereza Cristina	
Construída em 1880, e inaugurada em 1884;
Projetada para o transporte de carvão mineral;
Bitola métrica;
Menor corredor ferroviário brasileiro;
Linha isolada, com 164 km de extensão;
Passa por 14 municípios;
Transporte de produtos cerâmicos e carvão.
Sublastro
Trilhos
Fixadores
Dormente
Lastro
O QUE SÃO TRILHOS?
Superfície responsável pelo rolamento das rodas dos veículos ferroviários. (Componentes mais importantes)
Maior custo entre os elementos estruturais da via.
ESTRUTURA
Boleto - Parte superior do trilho
onde se apoiam e se deslocam as
rodas dos veículo.
Alma - Parte estreita e vertical da
seção transversal do trilho
compreendida entre o boleto e o
patim.
 
Patim - Parte mais larga do trilho
que é apoiada e fixada diretamente
por intermédio da placa de apoio.
 
TIPOS DE TRILHOS
CURTO – Folgas de 1,5 cm entre eles. 
LONGO – Juntas de dilatação. 
CONTÍNUO – Mola de aço. 
TRILHOS LONGOS SOLDADOS (TLS)
Folgas nas juntas é insuficiente para permitir a dilatação, gerando tensões internas de tração e compressão;
Temperatura. (Contração / Dilatação);
TRILHOS CONTÍNUOS SOLDADOS (TCS)
Necessidade de impedir a movimentação dos trilhos nas variações de temperatura;
Comprimento “infinito”;
Molas de aço;
Parte intermediária possui uma extensão fixa que não sofre deformação.
VANTAGENS:
Maior vida útil dos trilhos;
Maior conforto dos passageiros;
Maior velocidade;
Economia com a conservação da via.
CONCLUSÃO:
Trilho Contínuo Soldado
Dormentes
Vigas de conformação prismática.
Distribuem ao lastro as forças recebidas.
Mantem a bitola invariável.
Tipos de Dormentes
Os dormentes podem ser dos seguintes materiais
Madeira;
Concreto;
Aço;
Plástico;
Fibrocimento;
Mistos (concreto e aço);
Pneu reciclado.
Dormentes de Madeira	
Duas classes em relação a espécie de madeira
1ª classe – Madeira de Lei;
2ª classe – Madeira mole.
Dimensões
Bitola larga: (2,80 x 0,24 x 0,17);
Bitola métrica: (2,00 x 0,22 x 0,16).
Vantagens
Baixo custo de aquisição;
Boa resistência;
Fácil manuseio;
Amortecimento;
Fácil substituição;
Sinalização.
Vulnerável a ação de intempéries;
Ciclos de manutenção mais curtos;
Maior consumo na via;
Escassez de madeira de lei;
Baixo valor residual.
Desvantagens
Fatores Condicionantes
Qualidade da madeira;
Clima, umidade, temperatura;
Drenagem da via;
Tipo de lastro;
Peso e velocidade da composição ferroviária.
Vida Útil	
Depende do tipo de madeira e tratamento
Madeira de 1ª classe – 15 a 20 anos;
Madeira de 2ª classe – 2 a 8 anos.
Depende do tipo de tratamento
Material não reciclável
Dormente de Plástico	
Mesmas características técnicas dos dormente de madeira.
Fabricado de plástico reciclado.
Pouco aplicado no Brasil.
Não necessita tratamento.
Vantagens
Boa resistência mecânica;
Fácil manuseio;
Amortecimento;
Fácil substituição;
Alto valor residual;
Material reciclável;
Ecologicamente correto.
Alto custo de aquisição;
Ciclos de manutenção mais curtos;
Maior consumo na via;
Dificuldade de fabricação;
Dificuldade de aquisição de matéria prima.
Desvantagens
Vida Útil
Aproximadamente 50 anos.
Impermeável a água.
Resistente a ação de intempéries.
CONCLUSÃO
Dormente de Plástico.
FIM