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INFECTOLOGIA INTENSIVA

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SUMÁRIO 
1 INFECTOLOGIA ......................................................................................... 5 
1.1 O Infectologista .................................................................................... 5 
1.2 O Papel do Infectologista na Clínica .................................................... 6 
1.3 Quando Procurar um Infectologista ...................................................... 6 
2 INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA EM SAÚDE EM 
UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA ........................................................................ 7 
2.1 Introdução ............................................................................................ 7 
3 HIV/AIDS ..................................................................................................... 8 
3.1 Acompanhamento do Paciente .......................................................... 10 
4 HEPATITES VIRAIS ................................................................................. 11 
5 FEBRE ...................................................................................................... 12 
6 INFECÇÃO URINÁRIA: CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTOS ......... 13 
6.1 O Que É Infecção Urinária? ............................................................... 14 
6.2 Tratamentos Naturais Para Infecção Urinária .................................... 14 
6.3 Causas E Sintomas Da Infecção Urinária .......................................... 16 
7 INFECÇÕES POR PSEUDOMONAS AERUGINOSA .............................. 19 
7.1 Introdução .......................................................................................... 19 
8 GRUPOS PRINCIPAIS DE PSEUDOMONÍDEOS: FLUORESCENTES, 
STUTZERI, ALCALIGENES, PSEUDOMALLEI, ACIDOVORANS E DIMINUTA. ..... 20 
8.1 Principais infecções causadas por pseudomonas aeruginosa e terapia 
antibiótica 22 
8.1.1 Principais Infecções...................................................................... 22 
8.2 Antimicrobianos com atividade contra pseudomonas aeruginosa ...... 24 
8.3 Diagnóstico / morfologia e identificação: ............................................ 25 
8.4 Epidemiologia e controle: ................................................................... 26 
8.5 Farmacoterapia: ................................................................................. 26 
 
3 
 
8.6 Conclusão: ......................................................................................... 26 
9 ISOLAMENTO DE PACIENTES COM SUSPEITA OU DIAGNÓSTICO DE 
TUBERCULOSE ....................................................................................................... 27 
9.1 Nos casos de suspeita de tuberculose: .............................................. 28 
9.2 Medidas (vide quadro de precauções com aerossóis): ...................... 28 
9.3 Visitantes e acompanhantes: ............................................................. 28 
10 ATENDIMENTO E ISOLAMENTO DE PACIENTES COM SUSPEITA OU 
DIAGNÓSTICO DE VARICELA E SARAMPO .......................................................... 29 
10.1 Nos casos de suspeita de varicela: ................................................. 29 
10.2 Nos casos de suspeita de sarampo: ............................................... 30 
10.3 Conduta (vide quadro de precauções com aerossóis): ................... 30 
10.4 Medidas:.......................................................................................... 30 
10.5 Visitantes e acompanhantes: .......................................................... 30 
11 ORIENTAÇÕES DE CUIDADOS NO ATENDIMENTO DE PACIENTES 
COM SUSPEITA OU CONFIRMAÇÃO DE INFLUENZA A (H1N1) .......................... 31 
11.1 Orientações gerais .......................................................................... 31 
11.2 Atendimento ambulatorial/emergência ............................................ 32 
11.3 Atendimento na unidade de internação ........................................... 33 
11.4 Atendimento na unidade de terapia intensiva ................................. 34 
11.5 Fluxo de trabalho dos diversos funcionários ................................... 36 
11.6 Profilaxia pós-exposição ................................................................. 37 
11.7 Visitantes e acompanhantes ........................................................... 37 
11.8 Tempo de manutenção de precaução ............................................. 38 
11.9 Em situações de óbito ..................................................................... 38 
11.10 Etiqueta da tosse ............................................................................ 38 
12 ISOLAMENTO E PRECAUÇÕES .......................................................... 39 
12.1 Introdução ....................................................................................... 39 
12.2 Conceitos fundamentais .................................................................. 39 
 
4 
 
12.3 Fontes ............................................................................................. 40 
12.4 Hospedeiros .................................................................................... 40 
12.5 Transmissão: ................................................................................... 40 
12.6 Definições ....................................................................................... 41 
12.7 Precaução padrão ........................................................................... 41 
12.8 Paramentação: ................................................................................ 42 
12.9 Precaução respiratória - por aerossóis ........................................... 43 
12.10 Precaução respiratória – perdigotos ............................................... 44 
12.11 Precauções de contato ................................................................... 45 
12.12 Recomendações de precaução para o pessoal hospitalar.............. 47 
BIBLIOGRAFIA ............................................................................................... 49 
 
 
 
5 
 
1 INFECTOLOGIA 
 
FONTE:www.obemdito.com.br 
A Infectologia é a mais geral das especialidades clínicas, não se prendendo a 
qualquer território orgânico, mas estimulando um raciocínio clínico que geralmente 
passa pela integração da fisiopatologia dos vários tecidos e sistemas. Seu exercício 
envolve o desafio da busca do agente etiológico, a possibilidade do diagnóstico 
preciso do quadro infeccioso e o reconhecimento pelos pacientes do tratamento que 
comumente conduz à cura. Endemias, surtos, epidemias, doenças infecciosas 
emergentes e reemergentes constituem problemas atuais que mostram a demanda 
por infectologistas, desde os que atuam com doenças comunitárias, até os que 
trabalham com Medicina Intensiva. 
1.1 O Infectologista 
O Infectologista é o médico especialista no diagnóstico, tratamento e 
acompanhamento dos pacientes acometidos por doenças infecciosas. 
 
6 
 
Atualmente as doenças infecciosas são responsáveis por grande parte das 
consultas médicas ambulatoriais e em pronto-socorro. 
No entanto, devido à carência de infectologistas em algumas regiões e à falta 
de informação da população sobre o papel do infectologista, a grande maioria desses 
pacientes é atendida por médicos de outras especialidades. 
Por ser um especialista acostumado a lidar com doenças localizadas nos mais 
variados órgãos do corpo, em geral o infectologista também tem uma visão global do 
paciente, também frequentemente exercendo a prática de clínica geral. 
 
1.2 O Papel do Infectologista na Clínica 
O Infectologista atua basicamente em 4 grandes áreas clínicas: 
 
 Diagnóstico e tratamento das doenças infecciosas e parasitárias