A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
18 pág.
MONOGRAFIA INCLUSÃO

Pré-visualização | Página 2 de 2

transversal ou longitudinal.
3.2 – População (Universo)
Definição dos componentes do estudo (idade, sexo, etnia), local (País,cidades, escola, etc).
3.3 – Amostra
Definição do tamanho, formas de composição e seleção da amostra da pesquisa. Em estudos 	quantitativos a amostra deverá ser representativa da população, adotando um intervalo de confiança (nível de significância) entre 0.01 a 0.05%. 
3.4 - Definição das variáveis
 As variáveis podem ser definidas como uma classificação ou medida, um conceito operacional que apresenta valores passíveis de mensuração, pode ser definido como algo que varia de forma observável e quantificável.
3.5 – Instrumentos
Indicação dos instrumentos necessários para a realização da pesquisa, como questionários, formulários, manuais de tabulação, gravador, filmadora e outros. Como exemplo: Adipômetro, Balança, Monitor de Freqüência Cardíaca, etc.
3.6 – Procedimentos
Indicação das estratégias a serem adotadas, descrevendo os caminhos percorridos para a obtenção dos dados. Nesta fase deverão estar citado os protocolos e suas respectivas fontes.
3.7 – Tratamento dos dados
Indicação de como será feita a tabulação, além da análise e interpretação dos dados através do uso de tabelas, figuras e gráficos, bem como os procedimentos estatísticos. Podem se usar softwares específicos (Programas de computador).
3.8 – Cuidados éticos
Deverá apresentar todos os cuidados que o investigador teve em coletar os dados, tais como: anonimato, riscos físicos, constrangimento entre outros.
�
4 – RESULTADOS E DISCUSSÃO
	Nesta seção o autor deverá apresentar os resultados das analises estatísticas, seguindo da estatística descritiva para a inferencial. A discussão é comparação entre os dados encontrados com os já publicados na literatura. É a discussão das “novas verdades” a partir de “verdades garantidas”.
�
CONCLUSÃO
No decorrer deste trabalho pude concluir que a inclusão dos portadores de deficiência é um processo que exige respeito ao próximo, tanto da pessoa que recebe esse individuo quanto do próprio deficiente e principalmente a aceitação das diferenças de cada um. É preciso antes de tudo que o próprio deficiente se aceite dentro de seus limites para que então seja aceito pela sociedade.
Para que de fato a inclusão venha acontecer basta que as legislações sejam levadas a serio e algumas aperfeiçoadas e que a pessoa envolvida neste processo no caso aqui o professor seja um atuante e que este esteja em constante aperfeiçoamento podendo assim atender as necessidades do aluno.
Sabemos que educar uma criança portadora de necessidades especiais é uma experiência nova para o professor e também um desafio. E que devemos olhá-la como se fosse um estorvo dentro da sala, pois acreditar na capacidade e em sua potencialidade e acreditar que você pode sim trabalhar par a que se construa um futuro melhor sem discriminação, sabendo que esta criança tem muito a nos ensinar e que são tão ou mais inteligentes aos ditos normais.
Incluir não é colocar o individuo junto aos demais apenas, mas buscar em nos mesmos caminhos, vontade para que possamos ajudá-los a ser um vencedor e então também junto com os portadores seremos também vencedoras.
A lei diz que e direito de todos à educação, portanto cabe à escola aprender a conviver com as diferenças e traçar caminhos que levem de fato a inclusão. Quem sai ganhando com isso são todos nos pois aceitar as diferenças enriquece a nossa formação de cidadão, desenvolve valores éticos, valores que devem ser ressaltados nos educadores, educandos e políticos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394/96.
BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8.069 de 13 de junho de 1990.
GLAT, Rosana. Educação Especial: A integração Social dos portadores de deficiência, uma reflexão. Vol I 2ª edição. Ed. Eletrônica – 1998
MAZZOTTA, M.J.S. Educação Escolar: Comum ou Especial. São Paulo: Pioneira, 1982
MANTOAN, M.T.H. A integração de pessoas com deficiência. São Paulo: Senac, 1997
MAZZOTTA, M.J.S. Educação Especial no Brasil. São Paulo: Cortez,1996.
Políticas da inclusão: Compromisso do poder publico, da escola e dos professores.R.G,PRIETO-1997
SASSAKI, Romeu Kazumi. Construindo uma sociedade inclusiva. Rio de Janeiro: Ed W.V.A, 1997
WERNECK, Claudia. Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. Rio de Janeiro: ED. W.V.A, 1997.
 
Monografia apresentada ao curso de Especialização Lato Sensu da Faculdade FAVENORTE, como requisito parcial à obtenção do Título de Pós Graduação em xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
SILVA, Fulano de Almeida.
Estudo da influência de fatores diversos: no desenvolvimento e crescimento populacional.
cidade – FAVENORTE/MG
Curso de Educação Física / 2015
Número de páginas: 40
Monografia (Licenciatura) 
 Dedico esta monografia à minha família, em especial ao meu filho João Victor, que durante estes 3 anos soube compreender tanto a minha ausência como a minha falta de tempo.
Ao meu querido Carlos, que me incentivou muito, praticamente me obrigou a prosseguir, e não desistir de atingir meus objetivos.
IN MEMORIAN, ao meu querido e adorado irmão Geraldo Aparecido, que hoje, não está mais presente fisicamente, porém permanecerá eternamente em meu coração, você que foi meu grande companheiro de longas e difíceis caminhadas, porém sempre fiel a mim.
Dedico a mim mesma, por ter sido forte, quando tantos me achavam fraca, por ter sido capaz, quando tantos me consideravam incapaz.x xxxx xxxx xxxxx xxxxxx xxxxxxxxx xxx xx xxxxxx x xxxx xx xxxxx xx xxxxxx xxx xxxx x xx xxxx xx xx xxxxxxx xxx xxxxx xxxxx.
		
 Renda-se como eu me rendi,
mergulhe no que você não
conhece como eu mergulhei.
Não se preocupe em entender,
viver ultrapassa qualquer
entendimento.
(Clarice Lispector)