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O ESTADO E O DIREITO

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� MENEZES. Aderson. Teoria Geral do Estado. 6ª edição. Editora Forense. Rio de Janeiro. 1999.
� MALUF. Sahid. Teoria Geral do Estado. Editora Saraiva. 26ª edição. São Paulo. 2003. Pág. 10. 
� BODENHEIRMER. Edgar. Ciência do direito: filosofia e metodologia jurídicas, tradução de Eneas Marzano. Rio de Janeiro. 1966. Pag. 383
� WEBER, Max. Ciência e Política; duas vocações. São Paulo. Editora Cultrix. 16ª ed. 2000. 
� Na divisão tripartida das ciências propostas por Aristóteles, a política era classificada como ciência “prática”, distinguindo-se das ciências teóricas e produtivas. Aristóteles, além disso, foi o criador do método científico; estudou os governos da época e pretendeu basear suas conclusões sobre suas observações empíricas. Nem Platão nem Aristóteles compreenderam o ideal da democracia. A república ideal de Platão deveria ser sabiamente dirigida por filósofos. O melhor “estado prático” de Aristóteles deveria basear-se em uma combinação de oligarquia e democracia, deveria ter um certo potencial demográfico mas tal que não comprometesse a riqueza da população. Ambos rejeitaram a noção de igualdade humana; e a pouca conta em que tinham a massa lhes fora sugerida e confirmada pelo ciclo de governos infelizes e instáveis da antiga Atenas, onde a democracia degenerada em “mobocracia’ e daí em tirania.” (RODEE, Carlton Clymer. TOTTON, James Anderson. CHRISTOL, Carl Quimby. Introdução à Ciência Política – Tomo I. Tradução Maria da Glória Nin Ferreira. Editora Agi. Rio de Janeiro. 1959.)
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